sábado, 9 de maio de 2026

REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 6º DOMINGO DA PÁSCOA – 10/05/2026

 

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este 6º DOMINGO DA PÁSCOA, a Palavra de Deus nos prepara para a Ascensão do Senhor e para o Pentecostes, focando em uma promessa central: nós nunca seremos órfãos.

No Evangelho, Jesus estabelece uma conexão profunda: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos". Aqui, o amor cristão não é um sentimento passageiro, mas uma decisão de vida. Guardar os mandamentos não é um peso, mas a resposta natural de quem se sentiu amado primeiro. Jesus promete o Paráclito, o Espírito da Verdade, que habita em nós. Ele é o "advogado" que nos defende do desânimo e nos recorda que o Ressuscitado está vivo e presente na comunidade.

Na primeira leitura, vemos Filipe em Samaria. Note que a pregação da Palavra vem acompanhada de gestos de libertação e cura. O resultado? "Houve muita alegria naquela cidade". A fé não é uma teoria, é uma força transformadora. O Batismo nos insere no mistério de Cristo, mas é a imposição das mãos (o Crisma) que confirma a nossa missão de sermos templos do Espírito Santo no mundo.

São Pedro nos dá um conselho prático e atual: "Estai sempre prontos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que a pedir". Em um mundo marcado pelo medo e pela incerteza, o cristão é aquele que carrega uma luz diferente. Mas atenção ao modo de fazer isso: com mansidão e respeito. Não impomos a fé com arrogância, mas a propomos com a beleza de uma vida coerente.

Hoje, Jesus nos convida a sair da "orfandade espiritual". Muitas vezes nos sentimos sozinhos diante dos problemas, esquecendo que o Espírito Santo habita em nosso interior.

Que esta Eucaristia nos fortaleça para que, amando a Deus no próximo, possamos ser sinais vivos da presença do Paráclito onde quer que estejamos.

Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

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