sábado, 3 de março de 2012

CASAMENTO: A APRENDIZAGEM DO PRAZER - Artigo de Deonira La Rosa


CASAMENTO: A APRENDIZAGEM DO PRAZER

S
aber criar ou recriar momentos de prazer é essencial ao ser humano. Ter prazer é o meio pelo qual o ser humano experimenta e nutre seu desejo de viver e, reciprocamente, é seu desejo de viver que lhe permite criar prazeres. Esta interação constitui a história de cada um com a vida e o prazer. Cada qual carrega consigo sua história, sua cultura familiar e religiosa, suas experiências, as quais são responsáveis por modelar nele sua capacidade de dar-se e de dar prazer. Em especial, o modo como cada um se relacionou e se relaciona com o próprio corpo atua como um inibidor ou um facilitador das experiências de prazer, já que o prazer é da ordem do sentir corporal.

A BUSCA DO PRAZER NO CASAMENTO
O meio mais natural, senão o mais fácil, de mostrar o amor, no casamento, é criar prazer juntos e permanecer enamorados. Pode um cônjuge dizer ao outro Eu te amo, mas teu prazer me é indiferente? Eu te amo, mas não tenho mais desejo de dar-te prazer? Eu te amo, mas meu prazer não depende de ti?

Quando o casal não consegue encontrar junto o prazer, ele está em perigo. Se os desprazeres ultrapassam os prazeres, podemos dizer que o motor que move o casal está com falta de combustível.

O prazer do qual estamos falando não é apenas o prazer sexual. Embora as relações sexuais sejam a fonte e a expressão privilegiadas do prazer, todos os outros prazeres podem ter a função específica de fazer explodir a conivência profunda do casal. Esses momentos de prazer, encontrados nos projetos conjuntos do casal, na realização de seus sonhos, nos momentos de lazer, na superação conjunta das dificuldades, nutrem o desejo de viver e são o combustível de que falávamos antes. Por tudo isso, fica combinado, é preciso cuidar do prazer! Quando ele lhe é dado com facilidade, aproveite! Quando o período é sombrio e as dificuldades se acumulam, procure-o com esperança e perseverança, seu casamento tem necessidade dele para viver.

E O SACRIFÍCIO TEM LUGAR NA VIDA DE UM CASAL?
Uma renúncia ao prazer, aos desejos e impulsos naturais, tem sentido quando feita para o bem, próprio ou de outrem. O parceiro muitas vezes será a motivação e a inspiração para o sacrifício, mas ele não é o seu determinante. Aquele que o faz quer obter algo melhor e mais rico, a médio e longo prazo, por isso sacrifica o que é prazer a curto prazo. Este tipo de sacrifício é obviamente desejável numa vida comum prazerosa. Mas a renúncia que lesiona a própria individualidade e fere os próprios limites é indesejável e traz conseqüências danosas para o relacionamento, porque uma das partes sente que a outra lhe deve algo e pode cobrar o que desejar sem respeitar as possibilidades do outro.

Para que um casamento seja de fato uma união verdadeira de corpos e almas, será necessário que os cônjuges tenham a liberdade de escolha reafirmada ao longo do casamento, no qual as renúncias jamais resultem em lesões à vida de cada um. O casal deve ter bem presente que sacrifícios têm sentido quando deles se extrai o bem e o crescimento da própria vida. Os sacrifícios que violentam e desrespeitam os próprios limites trazem prejuízos e lesões, em nada construtivos.

Embora seja certo que encontraremos em todo casal um número significativo de diferenças que exigem sacrifícios, para bem administrá-las, também é necessário que exista um número grande de igualdades. Não só de oposições se faz um vínculo de casal, pois, com tudo difícil e sacrificado, a vida se tornaria um inferno. Quase nada aconteceria com facilidade e prazer, um teria sempre de fazer um esforço para encontrar-se com o outro e raramente aconteceria gostarem das mesmas coisas. Enfim, a vida em comum seria composta de muitos sacrifícios, renúncias e desencontros e, nestas condições, dificilmente as diferenças poderiam ser vividas de maneira criativa.

Num relacionamento de casal é preciso que em muitos aspectos as coisas sejam prazerosas, leves e fáceis, e os cônjuges concordem sem esforço, valorizem ou gostem espontaneamente de muitas coisas em comum e que existam atividades pelas quais os dois se interessem e onde se encontrem como bons companheiros.

Como tudo o que é vivo, a relação conjugal sadia deve ter os momentos de encontro e os de confronto, nos quais as vivências das polaridades e diferenças possam trazer transformações. Se do sacrifício não resultam transformações, para que o sacrifício?

O casal que vive com prazer o companheirismo, com certeza terá mais facilidade para administrar o sofrimento quando este se fizer sentir e não puder ser evitado.

SEREIS UMA SÓ CARNE - Parte 6 - Artigos do Prof. Felipe Aquino


DIFERENÇAS PSICOLÓGICAS

D
eus, na sua infinita sabedoria, criou o homem e a mulher completamente diversos, para que pudessem se atrair e se completar maravilhosamente. Se os analisarmos detalhadamente, veremos que em tudo são diferentes e complementares: no corpo, na mente e no coração. São como duas mãos que perfeitamente se entrelaçam e se voltam para adorar o Criador.

Tantas vezes é justamente aí que residem muitas causas de desentendimentos. Por isso, é necessário que cada um se conheça a si mesmo e conheça também o outro, e que ambos tenham em mente que são diferentes em tudo. É no amor e na compreensão – jamais na violência de qualquer espécie – que as diferenças se ajustaram sem atrito, formando um tudo harmonioso. O casal, conhecendo seus aspectos semelhantes e divergentes, poderá exercer toda sua criatividade e comunicação. As diferenças de raça, classe social, cultura e costumes que cada um trás para o casamento, devem ser ajustadas mediante uma revisão de conceitos, preconceitos e tabus anteriormente adquiridos.

Enquanto o homem é fisicamente forte, combativo, dinâmico e dotado de raciocínio frio e rigoroso, a mulher é mais graça e encanto físico, mas intuitiva, direta, cordial e dotada de maior percepção das causas imediatas. Enquanto o homem tende a dominar as pessoas e as coisas com espírito de decisão e iniciativa, tem uma visão segura dos objetivos, com a preocupação voltada para a síntese e é preso ao essencial, a mulher é mais voltada para a compreensão, o detalhe. Enquanto o homem tem a visão do conjunto, sensível à harmonia do todo, juízo lógico, possui pouca sensibilidade e maior controle emocional, é egocêntrico, racionalista e menos imaginativo, a mulher é mais imaginação, mais sentimento, com variações súbitas de humor por influência dos fenômenos fisiológicos. Enfim, enquanto o coração do homem é o mundo, o mundo da mulher é o seu coração. Enquanto o homem foi preparado por Deus para ser pai, esposo e cabeça do lar, a mulher foi preparada para ser mãe, esposa e coração do lar.

A mulher fala, em média, 7000 palavras por dia, o seu psiquismo é voltado para o detalhe, e ela gosta de detalhar bem as coisas que explica; já o homem, fala em média apenas 4000 palavras por dia. Deus nos fez assim; mas se não soubermos disso, pode haver muita briga no casamento porque um acha que o outro fala demais ou de menos. É apenas uma saudável diferença entre os sexos. É por isso que muitas vezes o homem chega em casa já cansado, querendo descansar, e não tem paciência para ouvir a esposa que quer contar tudo o que aconteceu durante o dia, e com muitos detalhes. Tenha paciência e ouça a esposa...

A perfeita adaptação psicológica exige boa vontade do casal. É preciso cuidar que sob a capa de “características psicológicas” masculinas ou femininas não se escondam maus hábitos, vícios ou comportamentos inaceitáveis. O espírito dominador de muitos homens, por exemplo, não pode ser justificado como sendo uma característica natural da psicologia masculina.

A comunhão do casal, terminando com o individualismo, se dará quando semelhanças e diversidades se conjugarem em vez de se prejudicarem. A comunhão surge, sobretudo, do diálogo, e não só do olhar, da linguagem e da realização de tarefas comuns aos dois. A descoberta do outro exigirá um “sim” sincero às diferenças, e o desejo profundo de desenvolver as potencialidades dele, empenhando-se em descobrir e conhecer seu temperamento, sua educação familiar, seu meio social, seu esforço pessoal para a construção de sua própria personalidade.

Em geral, o marido espera de sua esposa, por exemplo, atração física, o capricho pessoal, carinho, zelo doméstico sem exagero, compreensão do sentido do seu trabalho e estimulo para o esforço que lhe cabe desenvolver. A mulher espera do marido, entre muitas outras coisas, compreensão, segurança que advém da maturidade do marido, afeição, um pouco de romance, atenção às qualidades pessoais, atenção a pequenos fatos, datas e detalhes de sua apresentação, tão importantes para ela, estimulo para sua realização pessoal, inclusive profissional. Quantas brigas poderiam ser evitadas se os maridos não esquecessem as datas e detalhes que são importantíssimos para as mulheres. Enfim, na vida a dois, cada um deverá estar atento para descobrir e fazer aquilo que agrada ao outro e o faz crescer como pessoa.

Jamais poderá existir, entre marido e mulher, o espírito competitivo que leva cada um a ver no outro um rival. Quanto mais a mulher for autenticamente feminina e o homem autenticamente masculino, maior riqueza e beleza haverá na sua unidade. Longe de nós as idéias e os movimentos que querem igualá-los, destruindo a sua complementaridade. Ambos são igualmente dignos e ricos “à imagem e semelhança de Deus” (cf. Gn 1,26).

São Paulo diz aos casais cristãos: “Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo. As mulheres sejam submissas aos seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja (...) Maridos amém as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela (...). Assim os maridos devem amar as suas mulheres, como seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama-se a si mesmo. Certamente ninguém jamais aborreceu a sua própria carne ao contrário, cada qual a alimenta e a trata, como Cristo faz à sua Igreja” (Ef 5,21-23 a 25,28-29).

O Papa Leão XIII nos explica melhor ainda: “O marido é o chefe da família e a cabeça da mulher; e esta, portanto, porque junto é carne de sua carne e ossos de seus ossos, não deve sujeitar-se a obedecer seu marido como escrava, mas como companheira, isto é, de tal modo que a sujeição que lhe presta não seja destituída de acordo nem de dignidade” (Encíclica Arcanum 10/2/1880)1.

E Pio XI resume esplendidamente: “Se efetivamente o homem é a cabeça, e a mulher é o coração (do lar): se um tem o primado do governo, também a outra pode e deve atribuir-se como coisa sua o primado do amor” (Encíclica Casti Connubii, 31/12/1930)2.

Nenhuma instituição pode funcionar se possuir duas cabeças. Isso é particularmente verdadeiro no lar. Muitos psicólogos e educadores modernos parecem dar à mulher a ideia de que a submissa é uma noção antiquada que teve o seu fim junto com o século XIX. Entretanto, temos hoje mais mulheres, homens e crianças frustradas do que em qualquer outra época. Com a degradação da imagem do pai e crescente dominação da mãe, temos testemunhado um aumento da delinqüência juvenil, da rebelião, da homossexualidade e do divorcio. Deus é quem quis que, no lar, o homem fosse a cabeça e a mulher o coração, e para isso os preparou. Não há inferioridade em tal disposição, apenas complementaridade.

Submissão não significa escravidão e, geralmente, a mulher descobre que se sente melhor quando dócil do que quando é dominadora. Tenho visto que, quando a mulher entende e aceita o seu lugar no casamento, acaba descobrindo que a reação do marido é de delicadeza e de bondade, o que coloca ponto final às hostilidades entre eles.

Haverá ocasiões em que ela terá de fazer algumas coisas que realmente não queria; mas, semeando obediência, colherá muitas bênçãos. Especialmente as mulheres que tem um temperamento mais agressivo do que o do marido terão que lutar mais nesse sentido, entendendo que essa é a vontade de Deus para a felicidade do lar. Elas precisarão estar atentas para vencer a inclinação intuitiva de tomar decisões espontâneas antes do marido.

Deus nunca pediria à mulher que se sujeitasse ao marido, se não fosse para o bem dela. Também em relação às finanças isso é importante. Está se tornando cada vez mais comum as esposas trabalharem fora do lar para ajudar o marido e se realizar profissionalmente, o que é justo. Entretanto, há certos riscos que é preciso evitar. Se a mulher trabalha e usa seu dinheiro em separado, pode desenvolver um sentimento de independência e suficiência própria que Deus não desejou para a esposa.

O casamento pode ser mais feliz ou a mais medíocre experiência da vida. Deus criou o sexo opostos para se completarem. Ele quis que o homem e a mulher se unissem em matrimônio de modo que cada um pudesse dar aquilo que falta ao outro. Por isso é preciso saber usar da inteligência para que essas diferenças não produzam incompatibilidades.

Muitos casais estão tão apaixonados que, antes do casamento, vêem somente as qualidades do outro. Depois de casados, entretanto, as fraquezas de cada um começam a aparecer.

Muitos pensam que a adaptação conjugal é sempre fácil. Antes do casamento, tudo parece tão simples. Os dois só se encontram durante algumas horas por dia ou por semana e é fácil reservar, para essas poucas horas, o melhor humor, a melhor aparência, as qualidades e o encanto pessoal. Será isso tão fácil quanto se viver junto, todos os dias, todas as noites do ano inteiro?

O processo de adaptação conjugal dura a vida toda, mas fase mais importante é certamente a do inicio da vida a dois, que exigirá sacrifício, concessões mútuas, compreensão, fraqueza recíproca, respeito e amor.

As estatísticas mostram que 50% dos casais que se separam o fazem antes de três anos de casados. São as fraquezas de um que irritam as fraquezas do outro e geram os conflitos de temperamento. Mas as diferenças não precisam ter conseqüências desastrosas e não constituem ameaça para um casamento. A atitude do casal para com as divergências é que vai determinar o sucesso ou a ruína do matrimônio.

Muitos casamentos estáveis de hoje experimentam fortes conflitos no passado. Essas crises podem contribuir para o crescimento do amor. É preciso saber resolver os conflitos.

Se você, por exemplo, sente frustração, ressentimentos ou qualquer forma de hostilidade, pare e olhe objetivamente para aquilo que os causa. Em seguida, depois de pedir a Deus que ajude com sua sabedoria, fale com seu marido sobre a falha dele, com amor, sem reclamações e condenações, objetivamente, no momento apropriado e sem se emocionar demais. Nunca fale com raiva e sempre lhe dê tempo para pensar sobre o que você disse. Então, deixe o assunto a cargo de Deus e peça-lhe para enchê-los do Seu amor, de modo que vocês possam amar-se verdadeiramente, apesar de suas fraquezas.

Seguindo repetidamente esse procedimento, você comprovará que sua reação diante das ações do seu comportamento será dirigido por Deus, e seu amor aumentará de tal maneira que cobrirá uma infinidade de fraquezas, fazendo com que vocês se complementem tão harmoniosamente quanto duas mãos que se entrelaçam e se põem a adorar Aquele que os uniu para sempre.

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sexta-feira, 2 de março de 2012

COMUNICADO DE FALECIMENTO - LAURO GUEDES NOGUEIRA

Comunicamos com pesar o falecimento de LAURO GUEDES NOGUEIRA, pai do mefecista Miguel de Marta (Grupo Renovação).

O corpo está sendo velado no Cemitério Campo Santo Parque das Flores. O sepultamento está previsto para às 17 horas, desta sexta-feira, 02 de março.

Confiantes no amor de Deus e na certeza de que agora LAURO GUEDES NOGUEIRA está na graça do Pai, elevemos os nossos pensamentos, em comunhão com a família, orando pela sua alma, unidos no sentimento e na prece.

As Coordenações de Estado e da Cidade de Maceió do Movimento Familiar Cristão expressam seus sentimentos à família enlutada, nesse momento de dor e sofrimento, com a certeza que Deus acolherá LAURO GUEDES NOGUEIRA em sua maravilhosa graça.

Nossos relacionamentos, nossas vivências, nossas atuações no MFC, geram um comportamento de afeição, de amor, de fraternidade e de simpatia, resultando nas nossas grandes amizades fixadas ao plano de Deus.

TV EMBRATEL E TELEFONIA LIVRE AGORA É CLARO



As empresas, que pertencem ao grupo América Móvil, oficializaram a união para trabalharem juntas na promoção das vendas; serviços e preços não mudam.

A
 Embratel anunciou que desde hoje (1º) seu serviço de TV por assinatura passou a se chamar Claro TV, e o de telefonia Livre, Claro Fixo. As duas empresas pertencem ao grupo América Móvil, que também é dono da provedora NET, e irão trabalhar juntas na divulgação dos produtos.

De acordo com as companhias, apesar da integração, nada muda para os clientes – serviços, preços e ofertas serão mantidos. Os sistemas de TI da Claro e da Embratel estão em fase de união, mas as estruturas das áreas de negócios das duas companhias continuarão as mesmas, com a soma de esforços em vendas e marketing. A Embratel revelou que vem trabalhando na integração com a Claro desde 2011.

“O anúncio é um importante passo para dar mais visibilidade à sinergia entre Embratel e Claro”, afirmou Antonio João Filho, diretor executivo da Embratel responsável por TV por assinatura, destacando que a mudança visa simplificar a comunicação com o mercado residencial e, dessa forma, ampliar as vendas.

Cerca de 200 lojas Claro irão comercializar o Claro TV e o Claro Fixo, além das soluções de telefonia móvel disponíveis atualmente.

Com a integração, os parceiros monoproduto das empresas poderão começar a vender todos os produtos oferecidos pela Embratel e pela Claro. “Vamos gerar novos negócios e oportunidades de crescimento para TV com Assinatura”, declarou Filho.

A Claro TV oferece mais de 120 canais, 32 canais de áudio, 18 canais de rádio, 3 canais adultos “a la carte”, além de canais com eventos como Big Brother Brasil, PFC e Combate. O serviço está disponível em todo o território brasileiro.

MFC REALIZA ENCONTRO DE NOIVOS EM SANTO ANTÔNIO DA PLATINA-PR

Fotos do 1º Encontro de Noivos de 2012


O
 Movimento Familiar Cristão de Santo Antônio da Platina – Paraná realizou nos dias 25 e 26 de fevereiro o 1º ENCONTRO DE NOIVOS DE 2012.

O encontro teve a participação de 17 casais e foram trabalhados os temas: Pessoa Humana Amor e Diálogo (Carlos e Márcia); O Sacramento do Matrimônio (Pe. Rosinei); O Matrimônio no Plano de Deus e Vivência Matrimonial (Valter e Célia); A Sexualidade na Vida do Casal e o Milagre da Vida (Justo e Nice); e Paternidade Responsável e a Família Cristã no Mundo de Hoje (Arruda e Rose).

A equipe de trabalho foi composta pelos casais: José Miguel e Hélia (coordenação), Paulino e Márcia, Valter e Célia, Henrique e Adriane, Edson e Marli, Márcio e Kátia, e Piu e Eva.

Concluíram o encontro os casais: Alan e Viviane, André e Jacqueline, Edson e Igiane, Everton e Priscila, Fernando e Camila, Gilmar e Jéssica, Gustavo e Eliane, José Fernandes e Catarina, Juliano e Glace Kelly, Luiz Henrique e Aline, Luiz Paulino e Veridiana, Paulo Roberto e Rosimar, Reginaldo e Elieide, Renan e Naraysa, Thiago e Elaine, Júlio Cezar e Ariane, Claudinei e Melissa Antunes.

O próximo Encontro de Noivos organizado pela ECCi de Santo Antônio da Platina está agendado para os dias 19 e 20 de maio de 2012.

DIA 10 ACONTECE O 2º LUAU DO MFC


A
 Equipe Estadual do Movimento Familiar Cristão em Alagoas em parceria com o MFC Marechal Deodoro promovem o 2º LUAU DO MFC NO CATAMARÃ DA ALEGRIA nas águas da Lagoa Manguaba, na próxima Lua Cheia, sábado, dia 10 de março.

O Luau acontecerá num Catamarã que sairá às 20h30min horas do Bar Marujo, no povoado Massagueira, percorrendo as águas calmas da Lagoa Manguaba com musica ao vivo. O retorno está previsto para uma hora da madrugada do domingo.

Os participantes do 2º LUAU DO MFC NO CATAMARÃ DA ALEGRIA devem vestir camisas brancas e receberão no Catamarã um “colar havaiano” e uma “bandana” para caracterizar o ambiente que promete ser especial e diferenciado, sendo este o segundo LUAL organizado pelas Equipes de Marechal Deodoro e Estadual.

Haverá uma parada na Prainha da Barra Nova, onde a Barraca do Ivan estará funcionando especialmente para os integrantes do 2º LUAU DO MFC NO CATAMARÃ DA ALEGRIA.

A quantidade de convites disponibilizados será de apenas 70 (setenta). O custo do convite individual será de R$ 30,00 (trinta reais) e as reservas podem ser feitas com Vamberto através do telefone 8884-1195.

O 1º LUAU DO MFC que aconteceu ano passado, foi um sucesso e bem diferente dos eventos já realizados pelo MFC, iniciou às 21 horas e finalizou por volta de 1h30min, onde os mefecistas se divertiram bastante e batizaram de Catamarã da Alegria.

quinta-feira, 1 de março de 2012

CAS DO SENADO APROVA PROJETO QUE PROTEGE USUÁRIOS DE PLANO DE SAÚDE



A
 Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou ontem (29) projeto de lei que assegura a usuários ou dependentes de planos de saúde que tiverem atendimento médico de emergência recusado injustificadamente processar a empresa e pedir reparação por dano moral. A matéria passa agora à análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

“Entendemos que o reconhecimento do direito à reparação do dano moral dela decorrente terá impacto importante para prevenir a ocorrência dessas situações”, disse o relator João Durval Carneiro (PDT-BA). Caso o projeto seja aprovado pelo Congresso e sancionado pela Presidência da República, a lei entra em vigor imediatamente.

COMO DEUS AGE EM NOSSAS VIDAS - Artigo de Alex Gasparini

COMO DEUS AGE
EM NOSSAS VIDAS
Alex Gasparini
Movimento Familiar Cristão do ABC – São Paulo
Alex Gasparini

E
le sempre age, apesar da liberdade e capacidade que nos deu de tocar a própria vida.

Mas para percebermos como e quanto Ele age, é preciso colocar-se sob Ele, em total confiança, é preciso se esforçar para retribuir todo o amor recebido, e isto somente é possível no relacionamento humano.

Quanto menos somos egoístas mais próximos de Deus ficamos.

É somente nesta proximidade que vem a força contra qualquer mal e disposição para continuar firme no bem.

Mas ninguém fica próximo do DEUS PAI, O CRIADOR, sem estar trilhando o caminho, sem ter um "Mestre", um intercessor.

Escolher JESUS é o meio de ligar-se inconfundivelmente a Deus, sem possibilidade de erro.

Jesus é filho, Deus é Pai, somos irmãos de Jesus, filhos do mesmo Pai.
Quem não entende isto, quem não aceita isto, realmente não tem chance, não vai encontrar em lugar algum, em culto algum, caminho de verdadeiro amor.

Encontrar no outro um pai, ou um novo filho, ou um irmão, uma outra mãe.

Deus age na sua vida, mas se quiser entender em plenitude como isto funciona, esteja aberto a amar todas as pessoas.

E tudo que o estiver dando errado na sua vida, assuma primeiro a sua parcela de culpa (que sempre é grande), e entenda que lhe cabe MUDAR SUA FORMA DE CAMINHAR.

Pois se você anda pondo a culpa em Deus, apesar de tantas coisas boas que Ele já colocou na sua vida, você está é bem distante Dele.

Que tal se dedicar mais a entender como era que Jesus caminhava?

Ao enfrentar os seus problemas, pergunte-se como Jesus faria. Jesus enfrentou situações muito difíceis, penosas, martirizantes, humilhantes, perigosas. Como ele agia?

É da mesma forma que Ele ainda age, com todos nós, do modo como consta no Evangelho, que tão pouca importância você dá!

Nenhuma oração pronta faz bem se você não entender todo o significado de cada frase e cada palavra.

Nenhuma oração tem mais força do que aquela que brotar do seu coração.

Mas, CORRIJA O SEU AGIR, senão, você continuará bloqueando o AGIR DE DEUS!

ANIVERSARIANTE DO DIA - MIGUEL DE PATRÍCIA

ANIVERSARIANTE DO DIA - RAINEY DE ANAMARIA

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

GOVERNO NÃO TEM INTENÇÃO DE ELEVAR PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS, DIZ MINISTRO


Alessandra Saraiva, da Agência Estado

Edison Lobão, ministro das Minas e Energia
Comentário do ministro das Minas e Energia rebate as declarações da presidente da Petrobrás, que alertou para a escalada no preço do petróleo e seu impacto nos preços dos combustíveis.

O
 ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que o governo não tem intenção de elevar os preços dos combustíveis. Após participar das comemorações de aniversário de 55 anos de Furnas, no Rio, o ministro foi questionado por jornalistas sobre as recentes declarações da nova presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster, que alertou para a escalada no preço do petróleo e seu possível impacto nos preços dos combustíveis no mercado doméstico.

"Esta é uma questão que vem sendo examinada há muito tempo. Mas o governo tem um cuidado especial com a inflação e, neste momento, não há nenhuma decisão do governo no sentido de aumentar o preço dos combustíveis", frisou.

Sobre a criação da diretoria da Petrosal, empresa que deve cuidar dos negócios de exploração e produção relacionados à camada pré-sal, Lobão considerou que é preciso esperar a votação da lei dos royalties para definição. Ele observou que os leilões na área do pré-sal também estão dependentes desta votação. Quando indagado se existe uma solução em que se contemple todos os Estados, produtores ou não, Lobão comentou apenas que sempre haverá inteligência política que possa encontrar uma solução para tais temas.

Sobre quem ocupará o cargo de diretor-geral da ANP, o ministro informou que esta questão deve ser examinada em março. Quando questionado se tinha um nome em mente, Lobão apenas sorriu e respondeu: "quem sabe?"

O ministro também foi questionado sobre concessões na área de energia elétrica. A partir de 2016, vencerá o prazo legal da maioria dos contratos público-privados no setor. "Hoje mesmo tivemos reunião do gabinete civil da Presidência sobre esta matéria. Estamos ultimando os estudos para uma deliberação da presidente", afirmou,observando, porém, não saber qual o posicionamento da presidenta Dilma na questão, se contra ou a favor da renovação das concessões.

O novo marco da mineração, ainda em elaboração, também foi citado pelo ministro como um dos temas que estão sendo trabalhados pelo governo, no momento. "Será enviado em muito pouco tempo para o Congresso Nacional", afirmou.

CORREIO MFC BRASIL Nº 281


FRATERNIDADE E CONCÍLIO
Dom Demétrio Valentini
Bispo de Jales (SP) e Presidente da Cáritas Brasileira

Dom Demétrio Valentini
Neste ano a memória do Concílio Vaticano II se faz presente de maneira especial. Já se passaram 50 anos de sua abertura, em 11 de outubro de 1962. É uma data que vale a pena ser celebrada.

M
as não é preciso esperar outubro para descobrir nos anais da história os vestígios deste vasto acontecimento. Com a chegada da Quaresma, nos deparamos com uma iniciativa que é herdeira legítima da fecundidade histórica do Concílio.

Trata-se da Campanha da Fraternidade. Ela leva a marca registrada do Concílio. Não se entenderia a consolidação desta campanha, sem relacioná-la com o contexto conciliar que criou o ambiente, onde ela pôde nascer e se desenvolver, até criar as raízes sólidas que cada ano reproduzem novos rebentos de sua vitalidade.

De fato, basta conferir as datas, para perceber a íntima relação da Campanha da Fraternidade com o desenrolar do Concílio. Ela foi realizada a primeira vez em 1962, justo no ano da primeira sessão conciliar. Foi lançada por três dioceses, sob a liderança da Arquidiocese de Natal, no Rio Grande do Norte. No ano seguinte, já eram dezesseis dioceses que a assumiam em conjunto. Para em 1964 ser assumida por toda a CNBB.

Atrás destas datas, percebemos o cenário maior do processo conciliar em plena ebulição. Cada ano, os bispos passavam mais de dois meses em Roma, participando dos trabalhos conciliares. Os brasileiros estavam hospedados na "Domus Mariae”, a casa da Ação Católica Italiana. O ambiente era propício para a convivência fraterna e para o diálogo em torno das questões eclesiais suscitadas pelo Concílio.

Compreende-se então que uma iniciativa como esta, em sintonia com as propostas conciliares, fosse olhada com simpatia, e logo assumida pelos bispos, sequiosos de colocar em prática as orientações pastorais decorrentes do Concílio.

De fato, desde o seu inicio a Campanha da Fraternidade tentou inserir os valores que o Concílio ia explicitando. Daria para elencar diversos. O primeiro destes valores era a nova consciência de pertença eclesial, despertada pela visão de Igreja como Povo de Deus. Não é por acaso que o lema da primeira Campanha em nível nacional, em 1964, era exatamente este: "Lembre-se: você também é Igreja”.

Outro valor que emergia com força dos debates conciliares era a missão dos bispos e a importância de sua comunhão episcopal, como co-responsáveis pela Igreja. Pois bem, a Campanha se apresentava como um ótimo instrumento para assumir na prática esta comunhão, dando força à ação de cada bispo em sua respectiva diocese.

Não menos insistente era a urgência da Igreja se inserir na realidade, levando sua presença de serviço fraterno e de estímulo para a participação dos leigos na vida social e política. A Campanha assumia esta preocupação, escolhendo temas de interesse da sociedade, e estimulando a reflexão e a participação organizada.

Em todo o caso, neste ano em que nos propusemos "revisitar o Concílio”, por ocasião do jubileu de 50 anos de sua abertura, encontramos na Campanha da Fraternidade um dos seus frutos mais consistentes e maduros. Se queremos encontrar vestígios da caminhada positiva despertada na Igreja pelo Concílio, temos na Campanha da Fraternidade um exemplo eloquente e altamente meritório.

Além do seu tema, desta vez a própria Campanha da Fraternidade, por sua trajetória histórica, nos interpela e nos desafia a retomar o clima de intensa participação eclesial, que o Concílio despertou com generosidade, mas que precisa ser retomado e sustentado.

A Campanha da Fraternidade continua nos lembrando que "todos somos Igreja”, com direito a participar de sua vida, e com o dever de assumir sua missão.

JÁ NÃO PRESTO MAIS PARA EMERGÊNCIA! - Artigo de Marco Mota



JÁ NÃO PRESTO MAIS PARA EMERGÊNCIA!

S
endo médico, esse tema pode significar que não tenho mais nenhuma atuação nessa área. E é verdade, embora essa opção de não atender emergência eu já tomei quando ainda jovem. Depois de muitos anos trabalhando no antigo Hospital de Pronto Socorro e nas primeiras turmas da Unidade de Emergência, decidi que essa atividade seria interrompida. Até porque, nos tempos atuais, não existe mais nenhum motivo para um médico cardiologista ser chamado, por qualquer paciente, para atender a essa finalidade. Urgências e emergências devem ser atendidas nos locais próprios, seguindo protocolos determinados, e pelos profissionais que ali estão com essa destinação. Chamar médico em casa para atendimento emergencial é perder tempo, e tempo em cardiologia é vida.

Essa certeza de que vamos perdendo algumas funções (especialmente o médico, que tem muita semelhança com os remédios que prescreve: tem prazo de validade) fui descobrindo por etapas. A primeira vez que senti o peso da idade foi quando me tornei avô. Não foi fácil lidar com essa coisa de morte e ressurreição. O surgimento da segunda geração (depois dos filhos) foi para mim motivo de desarranjo emocional, e tive que me “reprogramar” para não ficar depressivo (coisa para mim inimaginável).

Um segundo momento que recordo ter produzido impacto no meu emocional foi quando visitando um querido amigo oftalmologista ele descobriu que eu tinha catarata em forma já avançada. Fui embora daquela consulta completamente arrasado (ou mesmo aniquilado). A sentença proferida de que estava com catarata, teve o mesmo efeito de um chute proferido naquele lugar (que podem ser dois).  E nem fui lá para saber que tinha essa coisa, o motivo tinha sido uma epidemia de conjuntivite que acometeu quase todo o meu grupo familiar. Bem que ele podia ter me poupado dessa desagradável notícia – risos. E depois ainda espalhou, contando para minha mulher que passou a me cobrar a cirurgia de imediato.

Agora, o definitivo foi o que me aconteceu na semana passada: estava voltando de São Paulo com meu colega de clínica (o Jassen), e no aeroporto ele sugeriu comprarmos a chamada cadeira conforto, que fica nas filas de emergência. Virou coisa comum as companhias aéreas cobrarem um diferencial para o passageiro que desejar estirar as pernas. Chegando ao guichê da companhia eu tirei o dinheiro e pedi que trocassem meu assento. A atendente abriu o computador, entrou nas minhas informações e depois sorrindo me disse: o senhor não pode mais viajar nessa fila de emergência por estar com mais de sessenta anos, e no caso de precisar manejar a porta o senhor não terá força suficiente. Foi assim como decretar a sentença definitiva: o senhor envelheceu e não presta nem mais para as emergências.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

COMO SE ORGANIZAR PARA A DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA


Olívia Alonso, iG São Paulo


Declaração do IR começa em 1º de março. Pessoas físicas com rendimentos tributáveis superiores a R$ 23.499,15 precisam declarar.


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 declaração de Imposto de Renda fica muito mais fácil e rápida quando o contribuinte tem em mãos tudo o que vai precisar para fazer o preenchimento dos formulários. Quem vem se organizando desde o início do ano passado terá mais facilidade agora. Mas quem ainda não parou para pensar no assunto deve começar agora a organizar seus documentos para preencher sua declaração com tranquilidade.

“Os informes de rendimentos já estão disponíveis. Quem ainda não guardou todos os documentos referentes ao ano passado pode aproveitar agora para se organizar,” diz Eliana Lopes, especialista em IR da H&R Block. O ideal é começar o quanto antes. Para a tarefa ficar mais suave, o iG elaborou um passo-a-passo com a ajuda de Eliana e de Juliana Fernandes, especialista em Imposto de Renda da MG Contécnica.

1) CONSIGA A CÓPIA DA DECLARAÇÃO DO ANO ANTERIOR
Com o documento do ano anterior fica mais fácil identificar o que mudou de um ano para outro. Assim, o contribuinte consegue sequência ao que já foi declarado.

Além disso, a declaração de 2011 pode servir como um check list para a organização de todos os documentos que serão necessários para o preenchimento do formulário neste ano. “Isso ajuda muito, principalmente na parte de declaração de bens. A declaração do ano anterior pode ajudar o contribuinte a lembrar do que comprou e vendeu durante o ano.” diz Eliana.

Quem não guardou a cópia quando fez a declaração, no ano passado, mas possui o certificado digital pode pegar o documento na internet. Também é possível conseguir, no site da Receita, com o número do CPF, do recibo de entrega da declaração, a data de nascimento e o título de eleitor.

Há ainda a opção de pedir uma cópia física para a Receita Federal, indo até a unidade mais próxima. Será preciso preencher um requerimento e pagar uma taxa de R$ 10, diz Juliana. Cerca de dez dias depois o documento estará pronto e o contribuinte terá que voltar ao mesmo endereço para retirá-lo.

2) REUNA OS DOCUMENTOS E COMPROVANTES DE AQUISIÇÕES DE BENS REALIZADAS DURANTE O ANO
Se comprou um carro, por exemplo, o contribuinte precisará da nota para preencher as datas e valores exatos na declaração. Se financiou um apartamento, serão necessários também os dados do financiamento, como os valores das parcelas e as datas.

Também é preciso ter em mãos as informações referentes à compra e vendas de ações. Quem não fez o acompanhamento e anotou tudo durante todo o ano deve ir atrás da corretora para pedir a chamada “nota de corretagem”. Com esse documento é possível ver as despesas que são apropriadas ao custo da aquisição das ações. “É preciso acionar a corretora e pedir o documento o quanto antes. Já vi casos em que o contribuinte conseguir rápido, mas outras situações em que demorou meses,” afirma Eliana.

Juliana lembra que os roubos de carros também devem ser declarados. Ainda que a indenização do seguro seja isenta do imposto, é preciso oficializar o ocorrido. Se não possui um comprovante da indenização, o contribuinte deve ligar na seguradora o quanto antes para solicitar.

Veja como se organizar durante o ano todo para ficar mais fácil no início do ano seguinte

3) SEPARE OS DOCUMENTOS REFERENTES ÀS DESPESAS FEITAS DURANTE 2011 QUE POSSAM SER APROVEITADAS PARA A DEDUÇÃO DO IMPOSTO

Quem já guardou recibos de dentistas, médicos e cursos, por exemplo, deve reunir tudo em uma pasta. Quem ainda não fez isso pode tentar puxar pela memória os eventos podem entrar na declaração. Para ajudar, vale olhar os compromissos que foram anotados em agendas do ano passado.

“O contribuinte não pode colocar nenhuma despesa sem comprovar, então é bom conseguir todos os documentos. Nos casos de escolas, valem cursos de faculdade ou pós-graduação, tanto do titular como de dependentes,” lembra Eliana.

Não é bom esperar muito para providenciar os documentos que ainda não tem, pois pode ser que o contribuinte não consiga a tempo, alerta Juliana. Muitas vezes os prestadores de serviços, como os médicos, não armazenam o documento de uma maneira fácil de providenciar.

Ainda no caso da despesa médica, Eliana esclarece que o valor que foi reembolsado pela empresa não pode ser deduzido do imposto de renda, apenas o percentual pago pelo contribuinte. Juliana acrescenta que desde o não passado a Receita Federal consegue cruzar as declarações dos pacientes com as dos médicos. Assim, a exatidão é ainda mais imprescindível. “Também por isso, é preciso também ter os comprovantes destes pagamentos,” afirma.

4) FIQUE ATENTO AOS DOCUMENTOS QUE ESTARÃO DISPONÍVEIS EM JANEIRO E FEVEREIRO, COMO OS INFORMES DE RENDIMENTOS DAS EMPRESAS E DOS BANCOS
A partir deste ano, as instituições bancárias não precisam mais enviar os documentos por correio. Assim, o contribuinte deve ficar atento ao seu e-mail e ao internet banking. No caso das empresas, o documento deve estar disponível até o final de fevereiro, mas muitas já começam a enviar aos funcionários em janeiro.

A última recomendação das especialistas é que o contribuinte não deixe para reunir os documentos na última hora, pois corre o risco de não conseguir todos. Além disso, quanto antes se organizar, mais cedo poderá fazer a declaração. Se tiver direito à restituição, maiores serão as chances de ser um dos primeiros a recebê-la.

MFC CURITIBA PROMOVE MISSA E MARCA REUNIÃO DE ECCi

Osmar e Noeliza, membros do Colegiado de Curitiba


O
 Movimento Familiar Cristão de Curitiba – Paraná reiniciou suas atividades com uma Missa em Ação de Graças, às 19 horas do domingo, 26, celebrada no Santuário Nossa Senhora Salette.

Após a celebração eucarística de abertura das atividades, os mefecistas se reuniram para uma confraternização partilhada com refrigerantes, doces e salgados.

O segundo encontro do colegiado curitibano está marcado para o dia 6 de março, a partir das 19h45min, no Santuário Nossa Senhora da Salette para a reunião da Equipe de Coordenação de Cidade com a presença de dirigentes e coordenadores de Equipes de Base.

A reunião da ECCi servirá para avaliar o desempenho do MFC e seus Grupos de Base, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito de Curitiba. Durante a reunião serão entregues os carnês de pertença referentes ao período 2012. Os membros ativos das Equipes de Base também são convidados a participar da reunião.

Após a reunião o Colegiado de Curitiba oferecerá um saboroso lanche aos presentes.