sexta-feira, 8 de outubro de 2010

DILMA X SERRA - A corrida por votos do 2º turno

Votações com tendência de alta para Marina Silva (PV) e José Serra (PSDB) levaram a eleição presidencial de 2010 ao segundo turno. Já Dilma Rousseff (PT) manteve sua trajetória de perda de apoio das últimas semanas. De franca favorita até meados de setembro, terá de enfrentar Serra no próximo dia 31 de outubro.

O resultado de ontem repete o padrão das eleições presidenciais desde 1994.

Desde então, os melhores colocados ou vencedores no primeiro turno tiveram pouco menos ou pouco mais de 50% dos votos válidos.

O resultado das urnas também seguiu e reforçou a tendência captada pelas últimas pesquisas eleitorais realizadas pelo Datafolha.

Elas começaram a sinalizar a partir de terça passada a probabilidade de haver uma nova rodada eleitoral.

As pesquisas captaram três tendências principais, confirmadas pelos resultados da votação de ontem:

1) O desembarque de parcela expressiva do eleitorado da candidatura Dilma, especialmente entre os eleitores da chamada nova classe C (com renda mensal entre R$ 1.020 e R$ 2.550) e entre os menos escolarizados;

2) Uma "onda verde" a favor de Marina nessa mesma classe C, com tendência de crescimento no Sul, Sudeste e Nordeste; e um apoio inédito do eleitorado feminino na reta final da campanha;

3) Um movimento de recuperação das intenções de voto de Serra em sua base eleitoral, São Paulo (maior colégio eleitoral do país, com 30,3 milhões de eleitores); e sua vitória no "arco do agronegócio", que compreende Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia.

Entre esses fatores, pesaram mais a arrancada de Marina e a queda de Dilma. Em dez dias, a candidata do PV cresceu 5,5 pontos percentuais, considerando os votos válidos; Dilma recuou 7. Serra subiu 1,7 ponto.

Assim, ganha relevância no segundo turno o espólio eleitoral da candidata do PV e seu posicionamento em favor ou não de PSDB ou PT.

Após a contagem dos votos, Marina quase conseguiu dobrar o total de sufrágios válidos que tinha projetados no início do ano em relação aos que efetivamente conquistou no primeiro turno.

Segundo projeção do Datafolha realizada na semana passada, 51% dos eleitores de Marina migrariam para a candidatura Serra em um eventual segundo turno.

Dilma receberia o apoio de 31%. Outros 15% dizem que votariam em branco ou anulariam o voto. E 3% responderam ainda não ter decidido o que fazer em uma eventual segunda rodada eleitoral.

Segundo projeções do Datafolha feitas antes da votação de ontem, Dilma teria 53% das intenções de voto no segundo turno. Serra, 39%.

Mantida a migração de votos de Marina no dia 31 de outubro para os dois candidatos projetada pelo Datafolha, do total de votos de Dilma, 8% viriam dos eleitores da candidata do PV. No caso de Serra, seriam 18%.

A imposição de um segundo turno para Dilma pelos eleitores começou a ganhar corpo a partir da segunda quinzena de setembro.

A então favorita nesta eleição passou a cair nas pesquisas por conta dos escândalos envolvendo a quebra de sigilos fiscais de tucanos e a queda de sua ex-braço direito na Casa Civil, Erenice Guerra.

Entre a eclosão dos escândalos e a véspera da eleição, Dilma perdeu seis pontos junto aos eleitores com renda familiar mensal entre dois e cinco salários mínimos.

Cerca de 36% dos eleitores pertencem a essa faixa de renda, que agrupa a nova classe C brasileira.

Ironicamente, o mesmo eleitorado que progrediu economicamente no governo Lula obrigará Dilma a se submeter a nova votação.

Fonte: TUDOAGORA

COMEÇA HOJE A REUNIÃO DO CONSELHO DIRETOR NACIONAL DO MFC

O CONDIN - CONSELHO DIRETOR NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO estará reunido, a partir das 20 horas desta sexta-feira (8) até o domingo (10), na cidade de Fortaleza (CE), com a participação de todos os CONDIR’s (Conselho Diretor Regional), ocasião que extensa pauta será discutida com debates e definições das ações mefecistas para o triênio 2010/2013.

O Conselho Diretor Nacional do Movimento Familiar Cristão nesta reunião administrativa estará composto pelos mefecistas Eduardo e Ismari (Coordenadores Nacionais e CONDIR SUL), Antônio Carlos e Ângela (Vice-Coordenadores Nacionais), Reinaldo e Marluce (CONDIR NORTE), James e Fátima (CONDIR NORDESTE), Freitas e Alivanir (CONDIR SUDESTE), Moisés e Aparecida (CONDIR CENTRO-OESTE), Emilio e Geni (SENFOR), Lídio e Helenice (SENFIN), Gilson e Lourdes (SENCOM), Jael e Andréia e José Claudio e Valdete (SENPREC), José Newton e Ariadna (CONDIN Anterior), Ricky e Edmar (SENJOV), Guedes e Marly (LIVRARIA MFC), Frei Davi (ASSESSOR ESPIRITUAL) e demais mefecistas convocados pelo CONDIN e comprometidos com a caminhada mefecista.

De Alagoas participam os mefecistas James e Fátima (Coordenadores Regionais Nordeste) e Jorge (SECOM/CONDIR-NE).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO AFETIVO
Tentando explicar a morte de Isabella, cujo pai e madrasta foram condenados por assassinato, a psiquiatra Idete Bizzi escreveu no Jornal Zero: “Se a psicanálise pode oferecer algo para a prevenção destes casos, é a proposta de encontro. Consigo e com os demais. Vínculos mais fortes e estáveis forjam adultos mais capazes de amar e respeitar a si e ao próximo e mais apto a conviver, dentro de si, com sentimentos pouco nobres, mas universais, como ciúme, raiva, ódio. O encontro honesto com nossas verdades mais profundas, incluindo o que temos de pior, fortalece sempre o que temos de melhor”.
Em tempos de corre-corre, poucos são os “encontros” que nos oportunizamos, seja conosco mesmos, seja com o próximo. E como amar, se não nos conhecemos, e não nos encontramos? Como educar se não convivemos?
A AUSÊNCIA DA MÃE E/OU DO PAI NA INFÂNCIA DO FILHO DIFICULTA A FORMAÇÃO DO VÍNCULO
Dioclecio Campos Jr. (Correio Braziliense) faz oportuno comentário em relação ao fortalecimento de vínculo mãe-filho-pai e outras pessoas do grupo social: “Algumas mudanças de costumes do mundo moderno revelaram-se inelutáveis. A maior delas se deu na maternidade, alterada pelas novas atribuições que a mulher passou a ter. A função maternal perdeu relevo, dispõe de pouco tempo. O binômio mãe-filho cedeu lugar ao bebê solitário, habitante de creches, cuidado por babás ou pela tia de todos. O aleitamento materno substituiu-se por alternativas artificiais de alimentação. Essa realidade nega direitos à mulher e à criança. Direitos cuja doutrina se fortalece à medida em que a ciência mostra o caráter essencial da relação mãe-filho nos primeiros tempos da existência da criatura.
Com efeito, o cérebro humano cresce com velocidade máxima durante os três últimos meses de gestação e nos seis primeiros de vida extra-uterina. Se não cumprir as metas desse período, não se desenvolverá normalmente. Para crescer no ritmo apropriado, requer nutrientes e estímulos. Os primeiros abundam no leite materno. Os estímulos vêm com a mãe. O contato corporal com o filho, o som afetuoso emitido a cada carícia, o odor exalado em cada afago, o sorriso de alegria, o olhar radioso, o embalo espontâneo e a cantiga que brota da alma encantada são estímulos maternos que fazem o cérebro da criança crescer, decisivas para o seu desenvolvimento mental. O aconchego resultante de uma interação sensorial tão estreita dá à criança a sensação de pertencimento, referência insubstituível para a estruturação de sua personalidade. Segundo Pedersen, psiquiatra da Universidade de Carolina do Norte, a quantidade e a qualidade dos cuidados maternos nos três primeiros anos de vida determinam a competência social do adulto, a habilidade de lidar com o estresse, a agressividade e mesmo a opção pelo uso de drogas.
 Há sistemas neuroquímicos, desenvolvidos no cérebro da criança, que operam em sintonia com o afeto materno, reforçando o equilíbrio emocional ou gerando agressividade e outros comportamentos sociais. São sistemas sensíveis aos cuidados com a criança durante os primeiros anos de vida. Seus efeitos dependem do vínculo afetivo que se estabelece entre a mãe, a criança, o pai e a família como primeiro grupo social. Garantem relações estáveis ou podem ser a fonte da violência humana. Por isso, as sociedades que projetam o futuro criam redes sociais de proteção materna, preocupadas com a formação do cidadão”.
DEFICIENTES INTERAÇÕES COM PAIS E CUIDADORES NÃO SÃO OS ÚNICOS RESPONSÁVEIS PELA EXPLOSÃO DA AGRESSIVIDADE
Quando, por uma série de motivos, a vinculação afetiva (o vínculo de pertencimento) não acontece na infância é muito provável que tenhamos um adulto incapaz de vincular-se no casamento e nos grupos sociais, com facilidade para o descontrole das emoções, caminhando para a agressividade. Um tratamento adequado que promova encontros, consigo e com os outros, é caminho para formação de uma personalidade saudável. Tendo em mente que a conquista da sensação de pertença a uma família e/ou a um grupo é um processo que dura uma vida.
Outros fatores interferem: Falhas no processo de vinculação durante a infância, somadas a tendências genéticas e/ou a conflitos interpessoais e traumas da vida adulta, são fatores que facilitam a explosão da agressividade em prejuízo à vida, ou ao bem estar próprio e dos outros.

A IMPORTÂNCIA DA SANTA MISSA

Dizia São Bernardo:

"Fica sabendo, ó cristão, que mais se merece assistir devotamente uma só Missa (na igreja), do que distribuir todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a Terra".

Também disse São Tomás de Aquino:

"O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa. Pelo martírio, o homem oferece à Deus a sua vida; na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens.Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor.A Eucaristia é o milagre supremo do Salvador; é o Dom soberano do Seu amor."

E São João Maria Vianney disse:

"Agradeçamos, pois, ao Divino Salvador por Ter nos deixado este meio infalível de atrair sobre nós as ondas da divina misericórdia.A Santa Missa é uma embaixada à Santíssima Trindade; de inestimável valor; é o próprio Filho de Deus que a oferece."

Dizia Santo Agostinho:

"Na hora da morte, as Missas à que houveres assistido, serão a tua maior consolação. Um dos fins da Santa Missa, é alcançar para ti o perdão dos teus pecados. Em cada Missa, podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados, pena essa que será diminuída na proporção do teu fervor.Assistindo com devoção à Santa Missa, prestas a maior das honras à Santa Humanidade de Jesus Cristo. Ele se compadece de muitas das tuas negligências e omissões. Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais, porém, te arrependes; preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam.Diminui o império de satanás sobre ti mesmo. Sufraga as almas do Purgatório da melhor maneira possível. Uma só Missa a que houveres assistido em vida, será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte. Será ratificada no Céu a bênção que do Sacerdote recebes na Santa Missa."

E São Francisco de Assis dizia:

"Sinto-me abrasado de amor até o mais íntimo do coração pelo santo e admirável Sacramento da Santa Eucaristia e deslumbrado por essa clemência tão caridosa de Nosso Senhor, a ponto de considerar grave falta , para quem, podendo assistir a uma Missa, não o faz."

Também disse São Boaventura:

"A Santa Missa é a obra na qual Deus coloca sob os nossos olhos todo o amor que Ele nos tem; é de certo modo, a síntese de todos os benefícios que Ele nos faz."

São Lourenço disse:

"Nenhuma língua humana pode exprimir os frutos de graças, que atrai o oferecimento do Santo Sacrifício da Missa."

E São Jerônimo dizia:

"Nosso Senhor Jesus Cristo nos concede tudo o que Lhe pedimos na Santa Missa; e o que mais vale é que nos dá ainda o que nem sequer cogitamos pedir-Lhe e que, entretanto, nos é necessário. Cada Santa Missa a que assistires, alcançar-te-á, no Céu, maior grau de glória."

Também Santa Matilde:

"Todas as Missas tem um valor infinito, pois são celebradas pelo próprio Jesus Cristo, com uma devoção e amor acima do entendimento dos Anjos e dos homens, constituindo o meio mais eficaz, que nos deixou Nosso Senhor Jesus Cristo, para a salvação da humanidade."

E afirmava São João Crisóstomo:

"Após a consagração, eu tenho visto esses milhares de Anjos formando a corte real de Jesus, em volta do tabernáculo, eu os tenho visto com meus próprios olhos."

Então como devemos ASSISTIR a Santa Missa?

Padre Pio de Pietrelcina responde:

"Como assistiam no Calvário Nossa Senhora e São João, renovando a fé, meditando na Vítima que se oferece para nós.Nunca deixa o altar sem derramar lágrimas de arrependimento e amor a Jesus.Escutem a Virgem que vos fala e vos acompanhará"

É errado rezar o Santo Rosário durante a Santa Missa?Isso impede de ouvirmos com fruto a Santa Missa?

Responde o Papa São Pio X:

 "A recitação destas orações não impede ouvir com fruto a Missa, desde que haja um esforço possível de seguir as cerimônias do Santo Sacrifício".E "É coisa boa rezar também pelos outros, quando se assiste à Santa Missa; e até o tempo da Santa Missa é o mais oportuno para rezar pelos vivos e pelos mortos" (CATECISMO MAIOR DE SÃO PIO X - Terceiro Catecismo Da Doutrina Cristã; nº 667 - 668).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O 2º TURNO VEM AÍ...

A HISTÓRIA DE PIO GIANNOTTI, O FREI DAMIÃO!

Pio Giannotti, nasceu a 5 de novembro de 1898, em Bozzano, vilarejo da cidade de Massarosa, a 460 quilômetros de Roma. Filho de Félix Giannotti e Maria Giannotti, camponeses humildes e devotos.

Desde cedo, Pio demonstrava inclinação para o sacerdócio. Iniciou seus estudos religiosos na Escola Seráfica de Camigliano em 1910. Aos 12 anos de idade seguiu a inclinação natural que o levaria quatro anos depois, já com 16 anos, ingressar na Ordem dos Capuchinhos, no Convento de Vila Basílica. E ao receber o hábito escolheu o nome de Damião.

Em 1917, aos dezenove anos, Pio Giannotti foi convocado juntamente com seus irmãos capuchinhos, pela Força Militar do Exército, para servir na frente de batalha da Primeira Guerra Mundial. Após o término da guerra ele ainda permaneceu por 3 anos acampado na região de Zarra, fronteira da Itália disputada com a antiga Iugoslávia. Este foi um período da sua vida que lhe deixou profundas e amargas recordações, por ter presenciado enorme carnificina.

Em 1923, quando retornou ao Seminário, foi ordenado sacerdote, na Igreja de São João Latrão em Roma. Neste período ingressou no Colégio Internacional, onde cursou Teologia, Filosofia e Direito Canônico. Concluídos estes estudos, matriculou-se na Universidade Gregoriana e doutourou-se em Teologia Dogmática. Voltou para o convento de Vila Basílica, para assumir o cargo de vice-mestre de noviços, onde passou a lecionar até 1931. Neste mesmo ano, foi convidado pelos seus superiores a fazer uma escolha entre duas opções: permanecer na profissão de professor ou ser missionário no Brasil. Frei Damião seguiu a voz do coração e decidiu pela missão de evangelizar. Dias depois embarcou no navio Cante Rosso, rumo ao Brasil. Desembarcou no Rio de Janeiro e no dia seguinte seguiu para o Recife, Pernambuco. Hospedou-se na Basílica de Nossa Senhora da Penha e adotou o nome de FREI DAMIÃO, com o designativo de sua terra natal Bozzano.

Celebrou sua primeira missa no Brasil, em 05 de abril de 1931, na cidade de Gravatá, agreste pernambucano, no mesmo ano em que chegou ao País. No mês seguinte passou três dias consecutivos ouvindo os fiéis, em confissão. Esta atitude do Frei, deu-lhe grande prestígio, conquistando a admiração da população católica daquela região.

Logo no início ele tinha dificuldades em se comunicar com os fiéis. Utilizava uma linguagem gestual, que logo se desfez, quando passou a conhecer melhor a língua portuguesa.

De 1939-1945, período em que ocorreu a Segunda Guerra Mundial, Frei Damião, foi proibido de realizar missões, devido a sua origem italiana, permanecendo recluso em um convento em Maceió até 1945.

À medida que os anos foram passando Frei Damião tornou-se mais conhecido no Nordeste. Em suas missões e romarias pelos lugarejos mais distantes da Região, reunia milhares de fiéis das localidades visitadas e romeiros das regiões vizinhas, que caminhavam quilômetros a pé ou viajavam em caminhões para assistir ao grande ato de fé.

Durante as caminhadas ele fazia casamentos coletivos, batismos e sermões, dava comunhão, ouvia confissões. Iniciava seus trabalhos de peregrinação às quatro da madrugada. Saía em procissão por ruas e estradas, em busca das comunidades mais distantes e necessitadas, acordando todos com o badalar de um sino, cânticos e orações.

Devido as suas intensas peregrinações pelo interior do Norte e Nordeste do Brasil, pregando o evangelho à grande número de pessoas, ficou conhecido como o andarilho de Deus.

Foi o único pregador que visitou o Nordeste em missão Franciscana, recebeu centenas de medalhas e condecorações, inclusive títulos de cidadão honorário em 27 cidades.

Na literatura de Cordel, Frei Damião foi motivo de inspiração para muitos poetas e escritores cordelistas, que escreveram centenas de folhetos relatando a sua vida missionária, seus milagres, testemunhos e sobre seu prestígio popular.

Com o passar dos anos, a intensa vida missionária produziu-lhe uma progressiva deformação causada por problemas de cifose (corcunda) e escoliose, que lhe causou dificuldades na fala e na respiração.

Os últimos anos de vida do Frei Damião de Bozzano foram muito sofridos. Segundo os médicos que o assistiam, desde jovem ele sofria de insuficiência cardiovascular periférica e erisipela, doenças que se agravaram com o tempo, devido às longas peregrinações por cidades empoeiradas.

Em virtude do cansaço e da idade avançada, seu estado de saúde foi se agravando a ponto de tornar-se irreversível. Após 19 dias de coma profundo, veio a falecer aos 98 anos de idade, no dia 31 de maio de 1997, às 19 horas, no Hospital Real Português, no Recife.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Sede da ANOREG
Av. Humberto Mendes, 179, Poço
Rua da Igreja Nossa Senhora do Carmo – às margens do Riacho Salgadinho

OPERAÇÃO SORRISO SELECIONA CRIANÇAS PORTADORAS DE FISSURA LÁBIO-PALATINA PARA TRATAMENTO CIRÚRGICO EM MACEIÓ

Na Operação Sorriso, os voluntários médicos oferecem segurança e atendimento de alto padrão e totalmente gratuito para crianças portadoras da “FISSURA LÁBIO-PALATINA” em diversas regiões do país. A Operação Sorriso é uma organização humanitária dedicada a conscientizar a sociedade sobre o drama vivido por centenas de milhares de famílias no Brasil, devolvendo para sempre o sorriso das crianças e oferecendo a elas a oportunidade de terem um futuro melhor.

Toda criança merece ter assegurado o direito de sorrir e se desenvolver. No entanto, em diversas partes do país, crianças com fissura lábio-palatina vivem escondidas, excluídas, com vergonha de frequentar a escola, enfrentando um futuro incerto simplesmente porque seus pais não têm condições de pagar pela cirurgia que elas tanto necessitam.

A cirurgia é gratuita, dura cerca de 45 minutos, e pode transformar para sempre a vida de uma criança portadora da deformidade facial. Além disso, toda criança atendida pela Operação Sorriso gera um efeito em cadeia de esperança e do espírito de se fazer o bem em sua família, na sua comunidade e no país. Após a cirurgia e o tratamento adequado, a criança pode tornar-se um cidadão produtivo e colaborar com o desenvolvimento de sua comunidade e do país como um todo.

Se você conhece alguma criança com lábio leporino que necessite dessa cirurgia, traga-a para o exame de seleção que será amanhã, quarta-feira, dia 06/10/10, às 08h00min, no Ambulatório Rodrigo Ramalho, Av. Assis Chateaubriand nº 2.932 - Fone: (82) 2123-6222. As cirurgias serão realizadas na Santa Casa de Misericórdia de Maceió.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

REUNIÃO DE COORDENADORES DO MFC MACEIÓ SERÁ AMANHÃ NA SEDE DA ANOREG

A EQUIPE CIDADE do Movimento Familiar Cristão de Maceió e os COORDENADORES, TESOUREIROS, ORIENTADORES DE GRUPOS DE BASE E ASSESSORIAS, estarão reunidos nesta terça-feira (05), a partir das 19h00min, na Sede da ANOREG (Av. Humberto Mendes, 179, Poço – Rua da Igreja Nossa Senhora do Carmo – às margens do Riacho Salgadinho), para uma reunião com o objetivo de avaliar o desempenho do MFC e seus Grupos de Base, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito de Maceió.

A principal ação desenvolvida pelo MFC MACEIÓ é a intermediação, organização das ações e atividades dos Grupos de Base, sendo importante à troca de informações para que possa existir sucesso nas metas planejadas.

Se você é Coordenador, Tesoureiro ou Auxiliar de Grupo, não falte a sua presença é fundamental para que o Grupo tenha voz e voto nas decisões do MFC MACEIÓ.

SAIBA O QUE DESTRÓI O AMOR

Todo casal já brigou por causa de dinheiro ou de ciúme. Assim como crises sexuais e divergências geradas por visões de mundo distintas são comuns.

Brigas e discussões fazem parte – e, se não acontecem, é um indício de que algo vai mal. Uma união deixa de ser saudável quando o que seria uma crise normal se torna uma constante. Um casal que compete agressivamente entre si, por exemplo, vive uma relação doentia. É o que o psicólogo argentino Bernardo Stamateas chama de “relação tóxica”. Ele reuniu em livro os nove tipos de relação que considera maléficos ao casal.

Em “Paixões Tóxicas”, recém-lançado no Brasil (editora Academia), Stamateas mostra como esses modelos de união geram desgastes que podem levar ao divórcio. E oferece possíveis saídas para quem vive um relacionamento com essas características. “Uma simples crise vira uma relação tóxica quando ela não é resolvida e passa a se repetir”, diz o autor.

Em uma relação assim, as duas partes se acusam entre si e buscam culpados para o problema. Segundo o autor, eles vão atrás de ajuda profissional muito mais para confirmar que seus pontos de vista são os corretos do que para encontrar uma solução. A relação está tão contaminada que ambos só querem ter razão. Para o psicólogo, não há receita de sucesso para uma união. Uma coisa, no entanto, ele garante: o bom humor é ingrediente básico para um casamento saudável. “A falta de senso de humor é certamente uma das maiores inimigas de um casal”, defende.

A seguir, conheça os nove modelos de relacionamento fadados ao fracasso:

1 - HUMILHANDO O PARCEIRO
Um desmerece o outro o tempo todo nas “relações de desqualificação”.

O parceiro que sempre diminui e desqualifica o outro, inclusive na frente das demais pessoas, está buscando um culpado para os seus problemas. “Ninguém é só defeitos. Além disso, se você escolheu aquela pessoa para dividir a vida, é porque certamente viu qualidades em um primeiro momento”, alerta o psicólogo Bernardo Stamateas. Portanto, faça um resgate dessas qualidades. E não se esqueça de assumir a sua parcela de responsabilidade nas coisas. Não aponte o dedo em busca de culpados.

2 - SOLIDÃO A DOIS
São as “relações de estancamento”, ou seja, quando reinam a indiferença e a falta de diálogo.

Sabe aquele casal que está há tanto tempo junto que nem lembra mais por que se casou? Eles estão estancados. Uma vida tediosa, vivida em nome dos filhos e da convenção social. “São aqueles casais que não estão bem, mas também não estão ‘tão mal assim’ a ponto de querer mudar”, explica Stamateas. Esperam que a paixão inicial se reacenda um dia. Mas só esperam, não fazem nada para que isso aconteça. Segundo o psicólogo Ailton Amélio, especialista em relacionamentos afetivos, as relações de estancamento são, hoje, a maior causa das separações. “Mais do que as abaladas pela infidelidade”, garante ele, autor do livro “Para Viver um Grande Amor” (editora Gente). Para sair dessa estagnação, Stamateas aconselha: reative os sentidos. “Escute o seu parceiro, olhe mais para ele e diga o que você está sentindo”, diz. E não espere pelo movimento do outro. Tome a iniciativa.

3 - PAPÉIS SOCIAIS EM CONFLITO
Nas “relações dos modelos culturais”, o choque existe quando a expectativa é diferente da realidade.

Homens e mulheres ainda assumem papéis sociais baseados naquilo que a sociedade e a família esperam de cada gênero. Os exemplos clássicos são o do macho provedor e o da mulher dedicada aos filhos e ao lar. Na hora em que duas pessoas com históricos diferentes se juntam, o conflito naturalmente acontece. Quando o modelo de um fere os princípios do outro, aí a união se torna um problema. Para tentar entender por que o outro se comporta dessa forma, é preciso enxergar o contexto no qual ele foi criado, aconselha Stamateas. “Questione-se sempre: quais são os padrões familiares que nos acompanham?”, diz. E, a partir disso, proponha mudanças. Uma mulher que trabalha fora e carrega todas as tarefas de casa nas costas, por exemplo, deve convocar o marido para também realizar os afazeres domésticos. “Uma família é uma equipe. Todo mundo deve ajudar a fazer tudo”, afirma o psicólogo.

4 - QUANDO DINHEIRO É O PROBLEMA
Nas “relações das crises financeiras”, até a vida sexual pode ser afetada.

Brigar por dinheiro vira uma questão tóxica quando se estabelece uma relação de poder – quem ganha mais se sente no direito de controlar a vida do outro. “É mais problemático ainda quando é a mulher que ganha mais. Isso gera até problemas sexuais para o casal”, constata a psicóloga Silvia Aguilar. A questão financeira também faz mal à saúde do casamento quando as duas partes não conseguem chegar a um acordo sobre como o dinheiro deve ser gasto. “Nesses casos, o relacionamento vai bem do dia 1º ao dia 15 e mal no resto do mês”, brinca o Stamateas. Os mitos do dinheiro, como os do sexo, também só atrapalham. “Achar que ganhar mais ou gastar menos vai resolver a questão é uma lenda”, diz ele. “O equilíbrio financeiro deve ser obtido com sabedoria, a partir de muito diálogo.”

5 - SOB CONTROLE TOTAL
As “relações de possessividade” são marcadas pelo ciúme.

Quem vive um relacionamento assim tem a sensação de que está sempre em um detector de mentiras. “Onde você estava? Com quem?” são perguntas comuns nesse tipo de união. O controlador também checa tudo do parceiro: e-mails, carteira, bolsos. Esse tipo de união é das mais tóxicas, sobretudo quando a pessoa controlada acha que possessão é manifestação de amor. O controlador é inseguro por natureza, teme ser passado para trás. É ciumento e manipulador. Os primeiros sinais de ciúme e possessão surgem no começo do namoro. “Por isso digo que o primeiro princípio para uma relação bem-sucedida é escolher bem o parceiro”, ressalta Ailton Amélio. Mas, se pessoa mergulhou numa relação dessas e a situação se tornou insuportável, é preciso reagir. “Ela precisa lembrar que é livre, capaz e cheia de projetos próprios. E precisa saber dizer não”, diz Stamateas.

6 - COMPORTAMENTO SEXUAL INADEQUADO
Nas “relações da sexualidade tóxica”, o sexo não é vivido de forma saudável.

Mulheres que trocam sexo por afe­to e homens que justificam traições múltiplas porque “é instintivo” são exemplos de comportamentos sexuais tóxicos. Obrigar o outro a fazer coisas que ele não quer, idem. “É muito comum ver no meu consultório mulheres que se submetem ao desejo do outro sem ter vontade só por medo de perdê-lo”, conta Silvia. “Isso faz com que ela passe a temer o sexo.” Dos nove tipos de relacionamentos “ruins” citados por Stamateas, o da sexualidade tóxica é o que mais envolve mitos – e um dos maiores motivos para a busca de terapia. Para não ser intoxicado por esse tipo de relação, fuja dos mitos, pare de medir a satisfação alheia e fale sobre o tema com o outro.

7 - AMOR COMPETITIVO
O casal disputa tudo e todos nas “relações de competitividade”.

“Eu ganho mais que você, tenho mais amigos e estou bem mais em forma!” Em um relacionamento no qual há competição, o segundo passo é um querer boicotar o outro. Esquecer datas importantes, desautorizar o cônjuge na frente dos filhos, perder a hora quando o outro precisa de ajuda e gastar dinheiro que havia sido poupado para um projeto em comum são alguns exemplos de boicote do “amor competitivo”. Segundo Silvia, terapeuta de casais, os casamentos estão cada vez mais individualistas. “É cada um por si, como se fossem dois amigos bem-sucedidos vivendo juntos e que, de vez em quando, fazem sexo e saem para jantar”, diz. Não ter sonhos e projetos em comum pode levar à relação de competitividade. “Casais inteligentes que se ajudam mutuamente não entram em disputa. Sabem qual é o sonho do outro e o ajudam a realizá-lo”, resume Stamateas.

8 - TRAIÇÃO, CAMINHO RÁPIDO PARA O FIM
As “relações de infidelidade” resultam em perda de confiança, o que deteriora o relacionamento.

Este, de acordo com os especialistas, é um dos relacionamentos tóxicos mais difíceis de ser superado. “Ninguém está preparado para enfrentar uma frustração como essa. Por isso muita gente até finge que não vê a traição, para não ter que enfrentar o sofrimento”, explica Silvia. “O problema é que isso vira um bicho-papão dentro de um armário, mexe com a autoestima, com a confiança, e a relação vai se deteriorando.” Quem é traído passa pelo seguinte processo: desilusão, desconfiança, controle do outro, perda da capacidade de amar e sentimento de rejeição e abandono. A pessoa tende a buscar a culpa em si própria – “fui eu que fiz alguma coisa errada?” – ou nos outros – “minha vida estava tão perfeita com ele! Deve ter sido bruxaria de alguém!” Evitar a traição é, para Stamateas, o melhor caminho. “Veja o que está faltando no seu casamento e procure resolver”, aconselha. Mas, se acontecer, os dois precisam estar dispostos a reinvestir no matrimônio.

9 - A AGRESSÃO É A TÔNICA
Nas “relações de emoções explosivas”, os casais se agridem o tempo todo.

Quando o hábito de brigar virou uma constante e acontece em qualquer ocasião, mau sinal: a toxidade tomou conta. Especialmente quando uma parte se sente vítima das ofensas do outro e passa a guardar rancor. “Quem vive uma raiva silenciosa vai querer vingança em algum momento”, ressalta Stamateas. A relação de emoções explosivas acontece, em geral, com pessoas inseguras que querem manter o controle sobre a outra. “Ninguém foi criado para ser maltratado. Não se acostume a viver assim nem responda na mesma moeda”, aconselha o psicólogo.

Fonte: ISTO É GENTE

AS VITAMINAS

O nome vitamina foi utilizado pela primeira vez pelo cientista polonês Casemiro Funk, em 1911, para designar uma substância que podia prevenir doenças. As propriedades das vitaminas, no entanto, sâo conhecidas há mais de 200 anos.

Podemos perder grande parte das vitaminas, contidas nos alimentos, pelo modo incorreto de prepará-los e cozê-los.

1 - Ao ferver os alimentos, faça-o com a menor quantidade possivel de líquido e o mais rapidamente, isto é, o tempo de cozimento apenas necessário, indispensável para amolecê-los. A panela deve ser funda e ficar bem fechada todo o tempo da fervura.

2 - Quanto maior o tempo de cozimento, maior a perda de valores nutritivos.

3 - Várias vitaminas e minerais dissolvem-se na água do cozimento, especialmente dos legumes. Deve-se, portanto, usar o mínimo de água e aproveitá-la, após o cozimento, em sopas, molhos, no feijão, arroz etc.

4 - Não se deve acrescentar bicarbonato de sódio às hortaliças ao fervê-las, pois destrói as vitaminas.

5 - Para conservar as vitaminas contidas nas hortaliças, recomenda-se come-las cruas.

6 - Tudo o que puder ser cozido com a casca, deve-se fazê-lo, pois o descascar certos alimentos, como a batata, cenoura e beterraba, eliminam parte das substâncias nutritivas em até 15 a 26%.

7 - Ao ralar as hortaliças, não as deixem expostas ao ar, pois perdem assim grande parte da vitamina C. Rale-as e prepare-as somente um pouquinho antes de servir a refeição. Tampe-as, se tiver que esperar um pouco para serem servidas.

8 - Sempre que possível, adquira hortaliças recentemente apanhadas, frescas.


SUAS FONTES E FUNÇÕES

VITAMINA A
AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Auxilia o crescimento. Protege a vista. Conserva a saúde da pele e das mucosas. Aumenta a resistência às infecções.
FONTES - Manteiga, leite, gema de ovo, cenoura, tomate, alface, espinafre, alcachofra, acelga, repolho, brócolo, couve, salsa, escarola, mamão, manga e pêssego.
CARÊNCIA - Crescimento retardado. Pele áspera e rugosa. Cabelos quebradiços. Pouca resistência às infecções. Furúnculos e espinhas.

VITAMINA B1 Tiamina
• AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Fortifica os nervos. Aumenta o apetite. Auxilia a digestão. Previne o Beribéri.
• FONTES - Pão e cereais integrais, grão, castanhas, abóboras, cará, aipim, amendoim, leite e fermento de cerveja.
• CARÊNCIA - Má digestão. Irritabilidade e insônia. Depressão. Diminuição de resistência física. Dores musculares.

VITAMINA B2 Riboflavina
• AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Estimula o apetite. Ajuda na produção de hormônios. Contribui para a saúde da pele.
• FONTES - Levedo de cerveja, cereais integrais, ovos, leite, queijo, amendoim, soja, ervilha, favas, verduras verdes.
• CARÊNCIA - Rachaduras nos cantos da boca. Visão anuviada. Pele escamosa. Língua inflamada. Envelhecimento precoce.

VITAMINA B 12
• AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Combate a anemia. Estimula o crescimento. Aumenta o apetite e a boa disposição.
• FONTES - Levedo de cerveja, trigo, arroz integral, feijão, pimentão, leite, ovos, maçã e abacate. Anemia, inapetência.
• CARÊNCIA - Diminuição dos glóbulos vermelhos

VITAMINA C
• AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Dá resistência aos vasos sanguíneos. Dá vitalidade às gengivas. É necessária ao desenvolvimento dos dentes e ossos. Dá resistência aos tecidos e age contra as infecções. Conservação da mocidade. Ajuda a cicatrizar os ferimentos. Evita as hemorragias.
• FONTES - As frutas cítricas são as principais fontes - laranja, limão, tangerina, abacaxi, goiaba, caju, mamão, banana, morango. Nas verduras: couve, tomate, pepino, couve-flor, aspargo, acelga, espinagre, agrião, repolho, cebola, pimentão, que contém em quantidade.
• CARÊNCIA - Envelhecimento precoce. Inflamação das gengivas. Escorbuto. Hemorragias por ruptura dos capilares.

VITAMINA D
• AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Concorre para a formação dos ossos. Fixa o cálcio e o fósforo para manter a integridade dos mesmos.
• FONTES - Luz solar, gema de ovo, manteiga, leite e anta.
• CARÊNCIA - O organismo fabrica essa vitamina sob a ação dos raios ultravioleta dos raios solares sobre as esterinas da pele. Raquitismo, perda de forças, tendência a cáries e osteoporose.

VITAMINA E
• AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Auxilia o desenvolvimento do feto. É chama a vitamina da fertilidade, da reprodução.
• FONTES - Germe de trigo, não estando rançoso; nos óleos vegetais, algodão, amendoim, milho e soja; amendoim e ovos.
• CARÊNCIA - Esterilidade. Perda de cabelo. Impotência.

VITAMINA F (ácidos graxos não saturados)
• AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Desenvolvimento normal da pele e do pêlo e mais tarde contribui para o funcionamento sexual e dos rins. Combate a arteriosclerose. Diminui o colesterol. • FONTES - Óleos vegetais, especialmente o da soja.
• CARÊNCIA - Arteriosclerose e doenças renais

VITAMINA K
• AÇÃO SOBRE O ORGANISMO - Ajuda a coagular o sangue.
• FONTES - Vegetais verdes, como espinafre, couve, repolho e ervilha.
• CARÊNCIA - Coagulação do sangue retardada.

domingo, 3 de outubro de 2010

JUIZ ELEITORAL EXPLICA SITUAÇÃO DO CANDIDATO SEXTAFEIRA

O juiz Luciano Guimarães, integrante do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), explicou que os candidatos cujos registros ainda dependem de decisão da Justiça Eleitoral não terão os votos divulgados pelo sistema de apuração fornecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o “DIVULGA 2010” (http://divulgacao.tse.gov.br/#), conforme recomendação da própria corte superior.

A medida atinge todas as candidaturas consideradas “sub-judice”, em decorrência da entrada em vigor da Lei Complementar 135/2010, sendo ainda válida para indeferimento, renúncia ou falecimento do candidato sem substituição após a preparação das urnas. O resultado, com isso, somente será divulgado, pelo Tribunal Superior, com a conclusão dos trabalhos de apuração das urnas em todo o Estado.

“Mas o eleitor terá o direito de saber quantos votos o candidato recebeu. Isto tem sido objeto de muito equívoco. O candidato sub-judice assume a responsabilidade de concorrer desta forma. Mas esta é uma etapa posterior (a da avaliação acerca da legitimidade de cada candidatura pelo TSE, no caso de o postulante a mandato eletivo já ter sido condenado por um colegiado, sendo por isso atingido pela Lei)", esclareceu Luciano Guimarães, que reforça: “A Justiça não pode retirar do eleitor o direito constitucional de saber quantos votos obteve seu candidato. Se votou é porque o candidato pôde, de fato, ser candidato”.

Ainda de acordo com o magistrado, se, por ventura, a situação for modificada no TSE, “aí sim os votos serão considerados nulos”. Em Alagoas, o mefecista Alberto Sextafeira (Grupo Luz), candidato à reeleição na Assembléia Legislativa é um dos casos de candidatos que tiveram seus registros de candidatura indeferidos pelo TRE com base na Lei Complementar 135/2010.

O candidato Alberto Sextafeira (foto), esteve na sede do TRE, no Centro de Maceió, com o intuito de tentar saber quantos votos obteve, mas o resultado só será divulgado no final da apuração pelo TRE-AL.

“Não se poderia permitir que se anulasse, por exemplo, os atos de campanha deste candidato”, concluiu o juiz Luciano Guimarães.

Alberto Sextafeira faz parte no mesmo processo do candidato Ronaldo Lessa, que já foi julgado pelo TSE e inocentado, tendo sua candidatura deferida pelo TRE-AL.

QUEM ACREDITA NO BRASIL, VOTA BEM!

Padre Roger Luís da Silva
Reitor do Centro de Evangelização Canção Nova

Estamos num período muito interessante para a nossa nação. Hoje, iremos escolher a pessoa que governará nosso país.

Somos políticos por natureza, já nos dizia Aristóteles, trazemos isso na veia, no coração. Por isso temos que olhar com muita seriedade para o pleito eleitoral de hoje. Votar é um exercício de cidadania e todos somos convidados e convocados a exercer esse direito.

Infelizmente a política no Brasil, por causa do contra-testemunho, dos abusos de partidos políticos e devido a tanta corrupção, tem sido olhada de uma forma muito negativa pelo nosso povo, levando a um desânimo muito grande, a uma desesperança. Porém, temos que ter consciência de que o nosso voto pode mudar essa realidade se tomarmos a firme decisão de votar bem.

Quero sugerir a você eleitor cristão, que tome a decisão de participar desse pleito eleitoral com o firme propósito de transformar a realidade política do Brasil. Veja o que nos orientam os bispos da nossa Igreja. Vota certo aquele que verifica se realmente o candidato escolhido tem comprometimento com “a justiça e a solidariedade social, a segurança pública, a superação da violência, a justiça no campo, a dignidade da pessoa, os direitos humanos, a cultura da paz e o respeito pleno pela vida humana desde a concepção até a morte natural, como também, a superação da pobreza, a promoção de uma economia voltada para a criação de postos de trabalho e melhor distribuição da renda, educação de qualidade para todos, saúde e moradia, saneamento básico, respeito à vida e defesa do meio ambiente”.

Para votar bem é necessário checar a idoneidade moral do candidato. Será que ele terá prudência e idoneidade em fazer leis boas e justas? Respeita a liberdade de consciência, as convicções religiosas do povo, a livre manifestação da fé, seus símbolos religiosos? Somos nós que protegeremos o Brasil dos maus políticos. Está em nossas mãos, está no nosso voto o futuro do Brasil. Nossa nação precisa continuar sendo uma nação que caminha na bênção.

Temos força para decidir os rumos da nação brasileira. Podemos pela oração e pela nossa ação consciente no dia da eleição. Cristão não pode votar em candidato a favor do aborto, contra os princípios que regem a instituição familiar. Cristãos autênticos não podem ser a favor da prostituição como profissão e nem de nenhuma realidade contrária aos princípios morais e éticos e religiosos de uma nação.

“Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que escolheu para Si como herança”. (Sl 32, 12). Nesta eleição temos que mostrar de que lado estamos. O Papa Bento XVI tem falado muito da “Coerência Eucarística”. O que é isso? Está diretamente relacionado às minhas opções, à minha vivência da vida cristã, pois tenho que ser coerente com Jesus, Aquele que comungo. Chegou a hora da mudança, chegou a hora do despertar dos cristãos. Martin Luter King dizia: “Não tenho medo do barulho dos maus, tenho medo do silêncio dos bons”.

Vence Brasil! Deus tem o melhor para ti e nós cristãos não vamos frustrar os sonhos de Deus, vamos mostrar nas urnas de que lado estamos. Vamos estar com Ele, pois Ele tem o melhor. Que o Brasil continue sendo abençoado e próspero, como nasceu, à sombra da cruz e com a força da maior ação de graças, a Santa Missa.

27º DOMINGO DO TEMPO COMUM





Prof. Diácono Miguel A. Teodoro

Neste Domingo, com base no exemplo dos discípulos, podemos perceber que nossa fé precisa ser mais intensa a ponto de nos fazer agentes transformadores, comprometidos com o Projeto de Jesus. A fé nos fortifica diante das dificuldades e nos leva a descobrir a luz; motiva-nos a testemunhar a Boa Nova de Jesus, e nos faz reconhecer que não devemos nos orgulhar quando cumprimos o nosso dever.

27º DOMINGO DO TEMPO COMUM
Cor Litúrgica: Verde
1ª Leitura: Livro do Profeta Habacuc 1,2; 2,2-4
Salmo: 94(95)
2ª Leitura: Segunda Carta de São Paulo a Timóteo 1, 6-8. 13-14
Evangelho: Lucas 17, 5-10

EVANGELHO
Naquele tempo, os apóstolos disseram ao Senhor: “Aumenta a nossa fé!” O Senhor respondeu:
- Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um grão de mostarda poderia dizer a esta amoreira: "Arranque-te daqui e planta-te no mar!" E ela vos obedeceria. Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele voltar do campo: “Vem depressa para a mesa?” Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: “Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo. Depois disso tu poderás comer e beber.” Será que vai agradecer ao empregado porque fez o que lhe havia mandado? Assim também vós, quando tiverdes feito tudo o que voz mandaram, dizei: “Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer”. Palavra da Salvação.

COMENTÁRIO DO EVANGELHO
Os apóstolos pedem a Jesus que aumente sua fé.

Lucas reúne neste texto de seu Evangelho dois ditos de Jesus, sem conexão entre si. O primeiro dito é uma sentença sobre a fé. Os apóstolos pedem a Jesus que aumente sua fé. A resposta de Jesus: “Se tivésseis fé", questiona a fé dos apóstolos, concluindo com a comparação com o grão de mostarda.

A mostarda é uma hortaliça que era encontrada em abundância às margens do Lago de Genezaré. Sua semente é muito pequena, contrastando com a altura de dois a três metros que a planta atinge. O grão de mostarda é usado, nos três sinóticos, como imagem do Reino, que se inicia de modo imperceptível, porém se tornará amplo e abrangente.

Em Mateus e Lucas, o grão de mostarda, enquanto miúdo, é também imagem da fé. Em Mateus (17,20), a fé pequena como um grão de mostarda pode mover montanhas. Neste presente texto de Lucas, de maneira um pouco estranha, a fé pode até arrancar uma amoreira para ser plantada no mar. Em ambos os textos o grão de mostarda, como imagem da fé, tem o sentido de que, mesmo com pequena fé, se podem fazer grandes coisas.

O segundo dito é uma parábola, exclusiva de Lucas, que envolve certa complexidade em sua compreensão. De início o leitor é envolvido na parábola, levado a se identificar com o senhor que tem um servo ("se alguém de vós tem um servo"). Aí coloca-se em uma posição privilegiada, característica da sociedade elitista e opressora, onde as elites acomodadas se fazem servir pelos mais pobres. E, ainda, sendo servidas, nada têm a agradecer aos servos, humilhando-os e desprezando-os.

Em seguida, o leitor é convidado a colocar-se na condição de servo. Depois de fazer tudo o que lhe foi mandado, deverá dizer: "Somos simples servos; fizemos o que devíamos fazer". Duas interpretações diferentes podem ser feitas. Como uma crítica, pode ser a expressão da atitude daqueles que, como o "servo", se submetem cegamente à Lei opressora e dominadora, representada pelo "senhor".

Outra interpretação, própria da espiritualidade da humilhação, seria a de que o discípulo deve se submeter às ordens de Deus como um servo obedece ao seu senhor despótico na terra. Este enfoque fragiliza a opção pelo seguimento de Jesus como uma sedução por seu amor e como uma opção de vida plena e digna para todos.

Diante da opressão e violência (primeira leitura) com as quais os discípulos se confrontam no mundo, o fundamental é a perseverança na fé e no testemunho do amor misericordioso de Deus (segunda leitura).

ORAÇÃO
Espírito de fé operosa, robustece minha fé pequena, capacitando-me para realizar as obras do amor e da misericórdia.

FAÇA SUA COLA ELEITORAL

A Justiça Eleitoral permite que o eleitor leve para a cabine de votação uma cola preenchida com os nomes dos candidatos que escolheu para presidente, governador, senadores, deputado federal e deputado estadual.

Clique na imagem abaixo, imprima, preencha a sua cola e leve para a cabine de votação. Com a cola você evita de esquecer os números dos seus candidatos e não perde tempo na hora de votar.



HOJE, 55ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

sábado, 2 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2010

Você sabe o que faz um deputado ou senador? E o presidente, como deve governar? A resposta para essas perguntas precisam estar na ponta da língua. Este pode ser um dos primeiros critérios do eleitor para uma escolha consciente do seu candidato.

Amanhã (domingo, 03) o eleitor brasileiro vai escolher representantes para cinco cargos diferentes: presidente, governador, senadores e deputados federais e estaduais. E na hora do voto saber o que cada um deles faz pode servir como primeiro critério para a escolha do candidato.

O deputado estadual é responsável por elaborar as leis estaduais, ajudar na correta divisão do orçamento entre os municípios e fiscalizar a atuação do governador.

O governador, por sua vez, é o chefe do poder executivo no estado. É ele quem cumpre as leis e administra os recursos fazendo com que cada município cresça por igual.

Os deputados federais são os representantes do povo, por isso na Câmara o número é definido de acordo com a quantidade de eleitores por estado. São Paulo, por exemplo, tem 70 deputados, o Rio Grande do Sul tem 31 e Alagoas tem oito. No total são 513 deputados representando os 26 estados e o Distrito Federal.

Já o Senado representa os estados junto a União. Para garantir direitos iguais, são eleitos três senadores por estado da federação. Sendo 81 no total. No Congresso eles elaboram as leis, fiscalizam o trabalho do presidente e ministros e ajudam a elaborar o orçamento com os gastos do governo. Nesta eleição o eleitor vai votar em dois senadores.

No poder executivo, o presidente, junto com os ministros nomeados, cumpre as leis aprovadas no Congresso e as transformam em benefícios para a população. A definição mais fiel para o papel do presidente é governar.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010







DOUTOR ME AJUDE... ATENDA MEU FILHO QUE ESTÁ USANDO DROGAS.

Valdi Craveiro Bezerra
Clínico de Adolescentes e Terapeuta de Família
e Ana Carolina Bessa Linhares
Psicóloga, Psicoterapeuta de Adolescentes, Terapeuta de Família

Quando os pais nos procuram pedindo ajuda para um filho adolescente que está vivendo uma situação de uso de drogas, eles fazem um pedido para atendermos seu filho e não se sentem incluídos nesse pedido de ajuda.

Em geral o filho não está pedindo ajuda. Na conversa com os pais, o adolescente argumenta que estes não sabem de nada, que maconha, por exemplo, faz até bem à saúde, sendo usada como remédio no tratamento do glaucoma, da aids e outros. Contra argumenta que o cigarro e a cerveja que o pai usa fazem mais mal à saúde que seu "baseado". Tem convicção de que deixará de usar drogas quando quiser, pois não é dependente.

Os pais, embora percebam e sintam a gravidade dos problemas que o uso de drogas traz para o filho e para a família, sentem-se impotentes, incompetentes, culpados, e, sobretudo ficam confusos e divididos entre o certo e errado, não sabem mais que atitudes devem tomar.

CORAGEM, NÓS VAMOS ENTRAR NESSE BARCO COM VOCÊS!
Para uma família pedir ajuda a um profissional, muita coragem é necessária. Em primeiro lugar, porque o uso de drogas é mal visto, estigmatizado, considerado falta de vergonha e de caráter, e denigre tanto o indivíduo quanto a família. Em segundo lugar, a criminalização do uso de algumas drogas faz do pedido de ajuda uma denúncia.

Quando corajosamente os pais pedem ajuda para um filho adolescente, em geral já faz algum tempo desde que alguém da família percebeu o uso. E isso é positivo, porque indica que a família já fez várias tentativas de resolução com os instrumentos que dispunha. Somente quando ela esgota seus recursos, pede ajuda aos ditos especialistas.

É assim que entendemos esse pedido da família, e comunicamos a ela que estamos muito orgulhosos da confiança que ela nos deposita. Mas não aceitamos atender seu filho, principalmente no início, porque não acreditamos na sua incompetência enquanto pais.

A FAMÍLIA TEM COMPETÊNCIA PARA RESGATAR O ADOLESCENTE
A família sempre foi vista como causa dos problemas dos filhos. Inúmeros estudiosos procuram associar o uso de drogas do filho com o alcoolismo de um dos pais, a transmissão genética familiar, a separação dos pais ou a estrutura e relação afetiva familiar. Poucos têm olhado para as contribuições positivas da família.

A experiência clínica nos conduziu a considerar a família não como um entrave ou um fator complicador que deveria ficar fora do processo, mas como o principal instrumento no processo de resgate do adolescente vivendo a situação especial de uso de drogas. Embora pareça tão desprovida de recursos, é na família que encontramos a solução para seu problema.
Responsabilizar-nos pelo tratamento do filho confirma a idéia de que os pais são incompetentes e de que somos nós, os especialistas, que iremos resolver o problema.

Acreditamos de fato que a família tem competência para resolver o problema do uso de drogas do filho. Ela só não sabe que tem. O que fazemos então é devolver essa confiança aos pais, confiando que eles fizeram o melhor que podiam até o momento e que, esgotando seus recursos, vieram nos pedir ajuda para que, junto a nós e a outras famílias, possamos formar uma rede e procurar alternativas para uma questão tão complexa e difícil para eles pais, para nós profissionais e para toda a sociedade.

O VÍNCULO ENTRE O FILHO E OS PAIS É O MAIS PODEROSO
Nenhum profissional conseguirá estabelecer um vínculo tão poderoso com este adolescente, como o vínculo entre o filho e os pais. Este vínculo é mais poderoso em operar mudanças que qualquer vínculo terapêutico ou de autoridade constituída. Este vínculo tem história, tem no mínimo, a idade do filho.

Nossa tarefa é confirmar a família como capaz e competente o que irá torná-la poderosa em promover mudanças verdadeiras em todo o sistema familiar. Para isso temos uma série de estratégias a usar.

Se essa família não for confirmada como capaz, ficará mergulhada numa crença de fracasso e de incompetência tão grande, que dificilmente terá condições de ajudar o filho, e tentará de todos os modos transferir a competência para o profissional.

Se o profissional não acreditar na família, jamais conseguirá fazer uma parceria com ela, parceria esta fundamental e vital para o sucesso dessa grande aventura, que é ajudar esse adolescente a parar com o uso de drogas.

O que propomos é investir na família, que no seu desespero se acha incompetente. É tão difícil para a família acreditar que é ela que tem os instrumentos para fazer o filho parar com o uso de drogas.

O primeiro passo desse processo é convencer a família de que vamos atendê-la e não a seu filho. Juntos, avançaremos dia a dia, passo a passo, no trabalho de recuperação de seu filho.

(resumido por Deonira La Rosa)