sábado, 8 de setembro de 2018

A MISSA É A MAIOR, A MAIS COMPLETA E A MAIS PODEROSA ORAÇÃO DA QUAL DISPÕE O CATÓLICO




I
nfelizmente, muitas irmãs e irmãos católicos, ainda não sabem o verdadeiro significado e o valor de uma SANTA MISSA. Alguns vão apenas por um sentido de obrigação ou convenção social, talvez imposta pelos pais na infância. Grande parte deles acabam por abandonar a Igreja por acharem uma coisa repetitiva, desconhecendo o verdadeiro conteúdo de uma CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA.

Evangelizar também é ensinar o verdadeiro sentido dos sacramentos da Igreja e, portanto, aprenda você também a mostrar o sentido da Santa Missa aos seus parentes, familiares, amigos e vizinhos. EDUQUE SEUS FILHOS NA FÉ! FALE DE DEUS COM TODOS! NÃO TENHA MEDO NEM VERGONHA!

Entenda que Deus realmente está presente na missa e fala diretamente conosco. É preciso tornar-se criança no sentido de inocência e humildade para participar bem e aproveitar todas as bênçãos que provém dos céus durante a missa. Ao entrar na igreja deixe de lado seus problemas e preocupação com o mundo e se entregue totalmente nas mãos do Nosso Senhor.

PORQUE IR À IGREJA?
O individualismo não tem lugar no Evangelho, pois a Palavra de Deus nos ensina a viver fraternalmente. O próprio céu é visto como uma multidão em festa e não como indivíduos isolados. A Igreja é o povo de Deus. Com ela, Jesus fez a Nova e Eterna Aliança no seu Sangue. A palavra Igreja significa Assembleia. É um povo reunido na fé, no amor e na esperança pelo chamado de Jesus Cristo.

A Missa foi sempre o centro da comunidade e o sinal da unidade, pois é celebrada por aqueles que receberam o mesmo batismo, vivem a mesma fé e se alimentam do mesmo Pão. Todos os fiéis formam um só "corpo". São Paulo disse aos cristãos: "Agora não há mais judeu nem grego, nem escravo, nem livre, nem homem, nem mulher. Pois todos vós sois um só em Cristo Jesus" (Gl 3,28).

O SACERDOTE
O Concílio Vaticano II diz que o padre age "in persona Christ", isto é, em lugar da pessoa de Jesus. O padre é presbítero e profeta. Como sacerdote, administra os sacramentos, preside o culto divino e cuida da santificação da comunidade, como profeta, anuncia o Reino de Deus e denuncia as injustiças e tudo o que é contra o Reino; como presbítero, o padre administra e governa a Igreja.

A MISSA É A MAIOR, A MAIS COMPLETA E A MAIS PODEROSA ORAÇÃO DA QUAL DISPÕE O CATÓLICO
Entretanto, se não conhecemos o seu valor e significado e repetimos as orações de maneira mecânica, não usufruiremos os imensos benefícios que a Missa traz.


A Missa é o momento mais forte de demonstração e vivência de espiritualidade do católico. Juntamente com outros irmãos nós iniciamos um diálogo (…onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome...) com Deus em que pedimos perdão, damos glória, ouvimos o que ele tem a nos dizer, reconhecemos publicamente a nossa adoração, recebemos a comunhão, damos ação de graças… por isso a grande importância de frequentá-la e entendê-la.

Bom dia... 08/09/2018


quinta-feira, 6 de setembro de 2018

O que é a oração e por que Deus sempre a atende...



Com informações do Site Canção Nova

P
ara os cristãos e de acordo os escritos bíblicos do Novo Testamento, a oração é a força para a perseverança nos caminhos da fé (cf. At 1,14); ela abre as portas do céu para as graças de Deus (cf. Mc 11,24); liberta o homem do poder do mal (cf. Mc 9,29) e para quem crê na Bíblia, a oração pode fazer o impossível acontecer (cf. Mt 17,20).

Muitos santos da Igreja Católica definiram, a partir da sua experiência pessoal, o que vem a ser a oração. Segundo os escritos de Santa Teresinha do Menino Jesus, "a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado ao céu, um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria".

Alinhado aos ensinamentos da Igreja, Padre Alírio José Pedrini, Dehoniano, autor de vários livros relacionados à oração, explica que a oração é o relacionamento de uma pessoa humana com o seu Deus. "Um relacionamento que vem do falar com Deus, adorar, louvar, glorificar, bendizer e exaltar a Deus. Ao mesmo tempo, consiste em ouvir a Deus, com o silêncio do coração, através da leitura da Sagrada Escritura. Toda essa comunicação é a oração", diz o padre.

De acordo com o Catecismo da Igreja Católica (CIC), existem seis formas de oração baseadas nas Sagradas Escrituras: benção, adoração, súplica, intercessão, ação de graças e louvor. (cf. CIC 2626)

Segundo padre Alírio, cada formato de oração tem o seu valor porque brota do coração humano que vai conversar com o coração de Deus. Todavia, o sacerdote ressalta que a oração que primeiro deve sair dos lábios do homem é a oração de adoração a Deus.

"A adoração é sempre o primeiro impulso diante de Deus, de reconhecê-lo como Deus, proclamá-lo como Deus, de querê-lo como Deus verdadeiro. Crer que Ele é Uno, é Trino, é Pai, Filho e Espírito Santo e que Ele tem todas as qualidades e atributos divinos. Portanto, a oração que mais se adéqua diante de Deus é exatamente reconhecê-lo como Deus, e isto se chama adoração", reforçou.

DEUS SEMPRE OUVE AS NOSSAS ORAÇÕES?
Jesus disse no Evangelho de São Mateus: "Tudo o que pedirdes com fé na oração, vós o alcançareis" (Mt 21,22). No entanto, aos olhos humanos, essa passagem bíblica poderia ser tachada de inadequada, visto que nem tudo aquilo que se pede a Deus Ele concede. Verdade? Padre Alírio afirma que não. Segundo ele, Deus sempre diz Sim à oração do homem.

“Eu poderia dizer que, diante da oração, Deus sempre diz sim. Algumas vezes ele diz: sim, já! E a graça acontece logo. Outras vezes, Deus diz: sim, mas não agora! Eu vou lhe dar no tempo certo. Em outra oportunidade, Deus diz: Sim, mas não o que você pede! Vou lhe dar outra coisa melhor para você", explicou. 

O sacerdote esclarece que a oração é sempre ouvida e atendida por Deus, mas é preciso ficar atento à sua eficácia. Padre Alírio afirma que não existe oração "fraca", a oração é "sempre poderosa porque ela significa relacionamento com Deus que é todo poderoso”.

No entanto, explica padre Alírio, a eficácia na oração depende do estado de espírito da pessoa que reza, da fé que ela tem no Deus verdadeiro e ao mesmo tempo a confiança na providência divina. "Às vezes, alguém pode colocar na oração determinados pedidos que não seria para o seu próprio bem, então, Deus atende aquilo que seja necessário para a pessoa".

AS EXPRESSÕES DE ORAÇÃO
O Catecismo Católico explica que a tradição cristã conservou três expressões principais da vida de oração: oração vocal, a meditação e a oração mental (cf. CIC 2699).

A oração que comumente se vê é a vocal. "É por palavras que a nossa oração cresce", diz o Catecismo. A meditação é, na explicação da doutrina católica, uma procura para compreender o porquê e o como da vida cristã. Já a oração mental, trata-se de uma relação de intimidade da pessoa com Deus. "Um comércio íntimo de amizade em que conversamos muitas vezes a sós com esse Deus por quem nos sabemos amados", traduziu Santa Teresa.

Padre Alírio reflete que com a agitação dos dias atuais, o tempo de recolhimento para estar com Deus corre o risco de ficar reduzido ou até mesmo esquecido. Para ele, separar um tempo para a oração não é questão de preferência. O sacerdote acredita que se uma pessoa tem uma profunda amizade com Deus, se percebe que esse Deus a ama profundamente e procura amá-Lo da mesma forma, com certeza irá encontrar um tempo para se comunicar com Ele, para ouvi-Lo e contemplá-Lo.

"É verdade que há muita agitação no mundo de hoje, a vida é muito corrida, mas sempre as pessoas encontram um tempo para aquilo pelo qual se interessam, sempre encontram um espaço de tempo para aquilo que buscam. Portanto, se a pessoa tem uma fé viva no Deus Verdadeiro, se tem um relacionamento bonito com Ele, se sente dependência de Deus em todas as coisas, ela vai encontrar, se não um longo tempo, mas algum tempo para então se comunicar com Deus", afirmou.

Bom dia... 06/09/2018


terça-feira, 4 de setembro de 2018

Apostolado da Oração celebra 149 anos em Alagoas com encontro anual em Maceió (AL)




N
este ano de 2018, o Apostolado da Oração celebra seus 149 anos de instalação em Alagoas, agregando jovens do Movimento Eucarístico Jovem (MEJ), considerados futuros apóstolos do Coração de Jesus.

Sendo assim, e inspirado no tema "Sal da Terra e luz do mundo", em referência ao Ano do Laicato, o movimento propôs um encontro anual da área metropolitana com cerca de 600 participantes.

Durante a reunião, realizada no último domingo, 2 de setembro, no Colégio Saint German, na Avenida Rotary, houve uma reflexão sobre a necessidade do crescimento espiritual a cada dia, conforme explicou Marlene Gusmão, coordenadora arquidiocesana.

"Precisamos estudar, nos inteirar da Palavra de Deus para fortalecer nossas principais ações: oração, unidade e eucaristia. Esperamos a mudança de nosso coração e a reconciliação com Jesus. E que cresçamos no amor de Deus para levar este amor para nossas vidas", declarou Marlene, que integra o movimento há mais de 30 anos.

Padre Elison Silva
Por sua vez, o Padre Elison Silva, palestrante do evento, fez uma exposição sobre a missão do Apostolado da Oração na Igreja e comentou o testemunho da alegria em servir a Deus.

"Em seus pequenos exercícios diários, o Apostolado da Oração dá seu testemunho, que são verdadeiros sinais de consagração a Deus; um instrumento da paz e do amor de Jesus", destacou o Padre Elison.

Antes de encerrar o encontro com a celebração de uma Santa Missa, o sacerdote explicou que "o jovem do MEJ recebe a herança patrimonial do Apostolado da Oração e seu testemunho de fé deve ser vivido com as alegrias próprias da juventude e a superação das provações".

Bom dia... 04/09/2018


domingo, 2 de setembro de 2018

A fidelidade ao querer de Deus!




Monsenhor Vitor Feytor Pinto
Revista de Liturgia Diária

A
 liturgia deste 22º DOMINGO DO TEMPO COMUM põe o cristão perante a Lei de Deus. De fato, Deus, no seu amor, dá uma série de normas que têm como objetivo fazer o homem feliz. O livro do Deuteronômio, chamado assim por ser a segunda lei, contém em si uma série de regras que por demasiadas, constituem fonte de uma certa angústia para o crente.

As mais de 600 normas do livro do Deuteronômio criam a perplexidade de cada um se interrogar sobre se está ou não a cumprir a Lei. Talvez por isso Deus tenha querido simplificar a sua Lei reduzindo-a aos Dez Mandamentos confiados a Moisés no monte Sinai. Se as mais de 600 normas eram pesadas, os Dez Mandamentos confiados a Moisés são mais simples. A grande síntese da Lei de Deus, porém, foi Jesus que a ofereceu com o chamado Mandamento Novo “que vos ameis uns aos outros como Eu próprio vos amei”. Na liturgia de hoje, as normas do Deuteronômio tornam grande o Povo de Israel perante os outros povos, Israel é assim uma grande nação (1ª leitura). É preciso, no entanto, superar os critérios farisaicos uma vez que “não é o homem feito para o sábado, mas é o sábado que é feito para o homem”. O farisaísmo não era libertador, não revelava o Deus do amor (Evangelho). Por isso são Tiago ao escrever a sua Carta às comunidades cristãs privilegia as atitudes concretas de caridade sobretudo para os mais pobres e para os que mais sofrem, os órfãos e as viúvas (2ª leitura).

1. Observar a Lei de Deus
Cumprir a Lei é uma forma de amar. Esta, porém, não pode ser tão complicada que se torne difícil compreendê-la, aceitá-la e vivê-la. Era este o problema da segunda lei, o Deuteronômio. Demasiado complexa, com pormenores às vezes quase ridículos. No entanto, a fé num Deus que oferecia regras de comportamento era, para os israelitas, motivo de prestígio perante todos os outros povos. Dizia-se de Israel, é uma grande nação com um grande Deus e preceitos de justiça.

2. Vencer o farisaísmo
Os judeus fizeram duma prática higiênica, lavar as mãos, um rito religioso. Isto era muito frequente nos povos primitivos em que tudo era dependente do querer de Deus. Jesus veio instaurar a liberdade. Para Ele lavar as mãos é apenas uma atitude higiênica. É claro que os fariseus condenavam o fato dos discípulos de Jesus comerem sem lavar as mãos. As práticas farisaicas deviam ser vencidas, por isso Jesus, ao falar de outra prática higiênica, o que se deve ou não comer, pôde dizer que o que faz mal não é o que entra pela boca, mas aquilo que, pela boca, sai do coração. “O que sai do homem é que faz o homem impuro”. Nesta conversa simples entre Jesus e os fariseus, redefinem-se o que é essencial no cumprimento da lei. A fidelidade à lei é um sinal do amor que está no coração.

3. A lei em Jesus Cristo é o Amor
Vale a pena ler integralmente a Carta de são Tiago. Ela está dominada pelo verdadeiro sentido da fé. Quem acredita em Jesus Cristo não tem alternativa, tem de expressar a sua fé em atitudes concretas de caridade. Com razão Tiago diz que “a fé sem obras é morta”. Esta fé vivida na caridade supõe o maior respeito para com Deus, a aceitação incondicional da Palavra, o serviço ao próximo sem condições, inclusivamente não julgar, não condenar, não desprezar. A fé supõe o amor como lei fundamental.

Bom dia... 02/09/2018


sábado, 1 de setembro de 2018

Vença o mal pelo bem!




Dom Pedro Carlos Cipollini
Bispo Diocesano de Santo André-SP

L
endo a reportagem sobre mulheres benzedeiras que ainda subsistem em nosso meio, recordei-me de Nhá Chica, hoje já bem conhecida no Brasil após sua beatificação ocorrida em 4 de maio de 2013.

Viajando pelo interior de Minas Gerais, cheguei a Baependi. Cidade antiga, encarapitada na encosta de uma colina, como soe acontecer no mar de morros que é Minas Gerais. Ali tomei conhecimento da existência de Nhá Chica, nome com o qual passou a ser conhecida Francisca de Paula de Jesus.

Nasceu em 1810 em S. João Del Rei, veio para Baependi com dez anos mais um irmão e a mãe. Morrendo a mãe e tendo o irmão se arrumado, a jovem resolveu seguir o conselho da mãe: viver para a oração e a caridade. Recusando propostas de casamento, morou a vida toda em casa modesta que ainda hoje se conserva. Aí dedicou totalmente a fazer a todos, todo o bem possível.

Devota de Nossa Senhora da Conceição, viveu vida de oração, baseada na sua grande fé. Era analfabeta, mas procurou quem pudesse ler-lhe os Evangelhos. Modesta, virtuosa, foi reconhecida como o anjo da cidade, gozando de apreço e simpatia de todas as camadas populares. Mulher pobre, mas rica de fé. Fé que agia através da caridade. Era a mãe dos pobres.

Nhá Chica, ficou famosa em toda a região. Era procurada por pessoas que lhe pediam oração ou uma palavra de conforto e esperança, uma bênção. Através dela Deus operava milagres. Com o passar do tempo vinham pessoas consultá-la. Despida da ciência das escolas, tinha em alto grau a sabedoria de Deus. Pessoas instruídas, até mesmo titulares do Império, iam ouvir suas opiniões sempre ajuizadas.

Um médico e livre pensador, Dr. Henrique Monat, deixou publicada uma entrevista que teve com Nhá Chica, segundo ele “uma celebridade em todo o sul de Minas” na época. Faleceu aos oitenta e dois anos, foi sepultada, depois de cinco dias de velório com grande afluência do povo, na Capela que havia construído. Esta capela é hoje o santuário visitado por pessoas do Brasil todo.

Em 1846 a princesa Isabel visitou Baependi e foi protagonista de festividades esplêndidas. Hoje, nada na cidade lembra este fato, nem mesmo uma placa. No entanto, a cidade deixa transpirar o suave perfume desta mulher, que os bispos do sul de Minas propuseram ao Vaticano como candidata aos altares.

Nhá Chica, era clarividente, deixa-nos o testemunho do valor da oração. Jesus diz que é necessário orar sempre e que a oração remove montanhas. A oração bem-feita não só nos aproxima de Deus, mas é fonte de equilíbrio porque nos revela a nós mesmos.

Deixa-nos também o testemunho do valor da caridade como realização pessoal. Ao ajudarmos os outros, podemos concluir que, muito mais ajudamos a nós mesmos. Quem faz o bem fica cada vez mais bom, ao passo que nem sempre o bem que se faz é aproveitado pelos outros.

Na quinta-feira dia 9 aqui em Santo André, a jovem Paula de Freitas Silva, foi morta com um tiro ao ser assaltada tendo de entregar seu celular. Um crime que nos mostra a banalidade do mal que existe entre nós, e faz muitos desiludirem de buscar uma sociedade mais justa e fraterna.

O exemplo de Nhá-Chica nos mostra que todos podemos fazer alguma coisa, mesmo a partir da sua pequenez e pobreza, para melhorar este mundo, no qual as sombras do mal assustam, mas a luz da bondade ilumina e prevalece.

Nhá Chica é uma mensagem clara de que O MAL SE VENCE COM O BEM.

Bom dia... 01/09/2018


domingo, 26 de agosto de 2018

Senhor, a quem iremos?




Pe. Jaldemir Vitório
Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica

M
uitos discípulos de Jesus tiveram enorme dificuldade de captar o verdadeiro significado de suas palavras. Ao interpretá-las num sentido contrário, ficavam perplexos e consideravam disparatados os ensinamentos do Mestre. E se escandalizavam com isto!

Apesar das reações negativas de seus ouvintes, Jesus não diminuía o tom de sua pregação, que continuava a ser contundente. Sendo assim, requeria largueza de visão para ser compreendida. O discipulado dependia da compreensão correta dos ensinamentos do Mestre e da adesão a eles.

Por outro lado, nenhum discípulo podia agir por coação, independentemente de sua vontade. O discipulado deveria resultar de uma escolha livre. Não interessava a Jesus que seus discípulos permanecessem com ele apenas para agradá-lo. Foi por esta razão que muitos debandaram. Não tinham fibra para pôr em prática o que lhes era ensinado. Com o Mestre permaneceu somente um punhado de discípulos fiéis que foram questionados a respeito da sinceridade de sua adesão. Foi quando Pedro, em nome do grupo, fez uma confissão de fidelidade ao Mestre. Não valia a pena afastar-se, pois só junto dele podiam encontrar palavras de vida eterna, por saírem da boca do “Santo de Deus”. Seria inútil buscar salvação fora dele.

ORAÇÃO
Pai, dá-me inteligência para compreender as palavras de Jesus
e aderir a elas, pois só assim estarei seguro de estar acolhendo
a salvação que me ofereces.

Bom dia... 26/08/2018