domingo, 12 de agosto de 2018

Ser PAI é assim mesmo! Feliz Dia dos Pais!





E
le procura estar sempre presente. Nos momentos de maior necessidade, demonstra firmeza, coragem, confiança.

Ele nunca falha; é o amigo de verdade. Mesmo quando erramos ou nos distanciamos, ele procura estar por perto para nos ouvir e cuidar da gente. É o nosso herói.

Muitos deles são mãe e pai ao mesmo tempo: dão o melhor de si para que sejamos felizes. Ele ajuda; é companheiro de verdade; é protagonista da sua missão para o resto da vida.

SER PAI É ASSIM MESMO. É vocação, doação, persistência, capacidade de decisão, razão! Mas também é emoção e sensibilidade!

Ser PAI é ter responsabilidade, assumir o compromisso e não abandonar jamais a jornada.

Ser PAI é ter a capacidade de se esvaziar totalmente em prol da família; é ser presença, mesmo que não fisicamente perto.

Ser PAI é um pouco da presença de Deus em nossas vidas. Corrige quando é necessário; protege quando precisamos, perdoa quando não correspondemos aos seus ensinamentos. Sempre está disposto a recomeçar.

Neste dia tão especial, queremos pedir por todos aqueles que souberam na vida abraçar a vocação de PAI.  Mas também rezemos por todos os filhos, para que nunca deixem de amar e de valorizar os seus PAIS.

Que Deus, nosso PAI DO CÉU, abençoe todos os PAIS da terra! Recompense e acolha na eternidade os pais já falecidos! E aos que ainda estão conosco, que vivam felizes com saúde, paz e cobertos de carinho e de atenção de sua família.

Aos pais adotivos, pais amigos, pais que estão aqui, pais que vivem fora, pais singelos e simples, aos mais sofisticados, aos pais jovens e aos mais idosos, àqueles que nos ensinam as verdades sobre Deus, àqueles que nos ensinam os valores e nos orientam sobre o caminho a seguir, o nosso reconhecimento e a nossa oração de agradecimento a Deus!

Que São José, esposo de Maria e Pai adotivo de Jesus, cuide de todos os pais e os inspire a viver uma vida familiar baseada no amor fraterno, na paz e no respeito mútuo!

Por tudo isso, amemos nossos pais, porque se aqui estamos, é porque ele, com a benção de Deus, nos deu a vida.

Que vivam um feliz DIA DOS PAIS, com as bênçãos de Deus e que Nossa Senhora das Graças os cubra com seu manto sagrado.

Bom dia... 12/08/2018


sábado, 11 de agosto de 2018

Sobre os Pais... Artigo do Papa Francisco

Papa Francisco
Papa Francisco

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oje nos deixamos guiar pela palavra “PAI”. Uma palavra mais que qualquer outra querida a nós cristãos, porque é o nome com o qual Jesus nos ensinou a chamar Deus: PAI.

Hoje o sentido deste nome recebeu uma nova profundidade justamente a partir do modo em que Jesus o usava para se dirigir a Deus e manifestar a sua especial relação com Ele. O mistério abençoado da intimidade de Deus, Pai, Filho e Espírito, revelado por Jesus, é o coração da nossa fé cristã.

“PAI” é uma palavra conhecida por todos, uma palavra universal. Essa indica uma relação fundamental cuja realidade é tão antiga quanto a história do homem. Hoje, todavia, chegou-se a afirmar que a nossa seria uma “sociedade sem pais”. Em outros termos, em particular na cultura ocidental, a figura do pai seria simbolicamente ausente, dissipada, removida. Em um primeiro momento, a coisa foi percebida como uma libertação: libertação do pai-patrão, do pai como representante da lei que se impõe de fora, do pai como censor da felicidade dos filhos e obstáculo da emancipação e da autonomia dos jovens. Às vezes, em algumas casas, reinava no passado o autoritarismo, em certos casos até mesmo a opressão: pais que tratavam os filhos como servos, não respeitando as exigências pessoais do crescimento deles; pais que não os ajudavam a empreender o seu caminho com liberdade – mas não é fácil educar um filho em liberdade – ; pais que não os ajudavam a assumir as próprias responsabilidades para construir o seu futuro e o da sociedade.

Isto, certamente, é uma atitude não boa; porém, como acontece muitas vezes, se passa de um extremo a outro. O problema dos nossos dias não parece mais ser tanto a presença invasiva dos pais quanto a sua ausência, a sua falta de ação.

Os pais estão, por vezes, tão concentrados em si mesmos e no próprio trabalho e às vezes nas próprias realizações individuais a ponto de esquecer a família. E deixam sozinhos os pequenos e os jovens. Já como bispo de Buenos Aires senti o sentido de orfandade que vivem os jovens; muitas vezes eu perguntava aos pais se brincavam com os seus filhos, se tinham a coragem e o amor de perder tempo com os filhos. E a
resposta era ruim, na maioria dos casos: “Mas, não posso, porque tenho tanto trabalho…” E o pai era ausente daquele filho que crescia, não brincava com ele, não, não perdia tempo com ele.

Ora, gostaria de dizer a todas as comunidades cristãs que devemos ser mais atentos: a ausência da figura paterna na vida dos pequenos e dos jovens produz lacunas e feridas que podem ser também muito graves. E, de fato, os desvios de crianças e de adolescentes podem, em boa parte, ser atribuídos a esta falta, à carência de exemplos e de guias autoritárias em suas vidas de cada dia, à carência de proximidade, à carência de amor por parte dos pais. O sentido de orfandade que tantos jovens vivem é mais profundo que aquilo que pensamos.

São órfãos na família, porque os pais muitas vezes são ausentes, mesmo fisicamente, da casa, mas sobre- tudo porque, quando estão ali, não se comportam como pais, não dialogam com os seus filhos, não cumprem o seu papel educativo, não dão aos filhos, com o seu exemplo acompanhado de palavras, aqueles princípios, aqueles valores, aquelas regras de vida de que precisam como precisam do pão. A qualidade educativa
da presença paterna é tanto mais necessária quanto mais o pai é obrigado pelo trabalho a estar distante de casa. Às vezes parece que os pais não sabem bem qual posto ocupar na família e como educar os filhos.

E, então, na dúvida, se abstém, se retiram e negligenciam suas responsabilidades, talvez se refugiando em uma improvável relação “em pé de igualdade” com os filhos. É verdade que você deve ser “companheiro” do teu filho, mas sem esquecer que você é o pai! Se você se comporta somente como um companheiro em pé de igualdade com o filho, isto não fará bem ao menino. E vemos este problema também na comunidade civil. A comunidade civil, com as suas instituições, tem uma certa responsabilidade – podemos dizer paterna – com os jovens, uma responsabilidade que às vezes negligencia ou exerce mal. Também essa muitas vezes os deixa órfãos e
não propõe a eles uma verdade de perspectiva. Os jovens permanecem, assim, órfãos de caminho seguros a percorrer, órfãos de mestres em quem confiar, órfãos de ideais que aquecem o coração, órfãos de valo- res e de esperanças que os apoiam cotidianamente. São preenchidos, talvez, por ídolos, mas se rouba o coração deles; são impelidos a sonhar com diversão e prazer, mas não se dá a eles o trabalho; são iludidos com o deus dinheiro, e se nega a eles as verdadeiras riquezas.

E então fará bem a todos, aos pais e aos filhos, escutar novamente a promessa que Jesus fez aos seus discípulos: “Não vos deixarei órfãos” (Jo 14, 18). É Ele, de fato, o Caminho a percorrer, o Mestre a escutar, a Esperança de que o mundo pode mudar, que o amor vence o ódio, que pode haver um futuro de fraternidade e de paz para todos. (...)

Bom dia... 11/08/2018


quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Semana Nacional da Família começa no dia 12 de agosto

Várias atividades podem ser preparadas em família e em comunidade para viver bem esta semana especial.


A
 Igreja no Brasil celebra entre os dias 12 e 18 de agosto a SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA, evento promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF).

Este ano, o evento que já faz parte do calendário das paróquias brasileiras tem como tema “O Evangelho da Família, alegria para o mundo”, a mesma temática do IX Encontro Mundial das Famílias com o Papa Francisco, que acontece em Dublim, Irlanda, também em agosto.

O “Evangelho da Família” ressalta o lado positivo da Família, a família como boa notícia, como um bem, um dom de Deus. “Alegria para o mundo” acentua o fato de que ser família não é um aspecto da doutrina, um valor apenas para os cristãos ou para as pessoas religiosas. É uma riqueza para o mundo, para a humanidade toda, destaca o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa de Sousa.

Portanto, é preciso se preparar para viver intensamente a alegria que os eventos vão proporcionar. Para incentivar a participação da comunidade, dom Bosco ressalta que a PASTORAL FAMILIAR de cada comunidade, ou mesmo as que não contam com a pastoral, oferecem inúmeras ocasiões de encontros, celebrações, ações missionárias, palestras e eventos sobre os temas ligados à família.

Todo o conteúdo para as reflexões sobre temas familiares, roteiros de orações e cantos para motivar a celebração podem ser encontrados no subsídio “Hora da Família”, que já está disponível.

Com informações da CNBB

Bom dia... 09/08/2018


terça-feira, 7 de agosto de 2018

Agência Câmara Notícias: Anatel e Ministério das Comunicações não recomendam aumento da potência das Rádios Comunitárias


 
Conselho deve elaborar um parecer para subsidiar as discussões sobre as três propostas / Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Agência Câmara Notícias

E
m audiência pública no Conselho de Comunicação Social (CCS) nesta segunda-feira (6), o Ministério das Comunicações e a Anatel apontaram “inviabilidades técnicas” para o aumento da potência das rádios comunitárias, prevista no PL 10.637/18 (originário do PLS 513/17), já aprovado pelo Senado e em análise na Câmara.

O texto estabelece que as rádios comunitárias poderão ter uma potência de até 150 watts, seis vezes a potência máxima vigente (25 watts). O Senado também aprovou que elas passem a contar com dois canais de transmissão nas regiões onde funcionam.

Segundo Marcus Vinicius Paolucci, chefe da Assessoria Técnica da Anatel, o aumento da potência aumentaria a interferência entre emissoras, exigindo uma maior distância entre elas – o que reduziria o número de rádios comunitárias em funcionamento.

"A Anatel entende que o resultado será a inviabilidade da prestação do serviço de radiodifusão comunitária por grande parte dos interessados", disse.

Para o diretor do Departamento de Radiodifusão Educativa, Comunitária e de Fiscalização do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Rodrigo Cruz Gebrim, a proposta vai na contramão da expansão das rádios comunitárias.

"Com o aumento da potência, você teria menos rádios autorizadas. O Ministério tem como meta justamente a expansão", argumentou.

O conselheiro Paulo Ricardo Balduíno afirmou que as manifestações da Anatel e do Ministério devem ser consideradas pelos parlamentares.

"As decisões talvez tenham sido tomadas em um contexto de desconhecimento das informações detalhadas trazidas hoje. Vamos verificar o que pode ser feito para corrigir o rumo do tratamento deste assunto", declarou.

Gebrim também não recomenda a aprovação do PLS 55/16, que permite às rádios comunitárias a venda de publicidade e a veiculação de propaganda comercial e de interesse público. Segundo ele, a proposta quebra a harmonia em relação à complementariedade dos sistemas de radiodifusão composta por rádios comunitárias, educativas, estatais e privadas.

O conselho deve elaborar um parecer, levando em consideração a posição do Ministério e da Anatel, para encaminhar aos parlamentares. Para a conselheira Maria José Braga, é necessário rever a legislação referente às rádios comunitárias para garantir a prestação desse serviço à população.

"A ideia é que houvesse ações do estado para que de fato tivéssemos um sistema público e comunitário de radiodifusão. Não vejo essa harmonia que o Ministério diz que será quebrada", afirmou a conselheira.

Bom dia... 07/08/2018


domingo, 5 de agosto de 2018

18º Domingo do Tempo Comum - O Pão da Vida




Dom Sergio da Rocha
Cardeal Arcebispo de Brasília

O
 SENHOR DEU A COMER O PÃO DO CÉU! Rezamos hoje com o Salmo responsorial (Sl 77), louvando a Deus pelas vezes que temos tido a graça de receber “o Pão que desceu do céu e dá a vida ao mundo” (Jo 6,33). Este é o tema principal da Liturgia da Palavra. Nós continuamos a meditar o capítulo 6º do Evangelho segundo João, iniciado no último domingo. O texto, hoje proclamado, nos mostra a reação do povo diante da multiplicação dos pães. Segundo as palavras de Jesus dirigidas à multidão, eles não estavam conseguindo discernir os “sinais” do Reino acontecendo por meio dele. Estavam procurando-o somente “porque comeram o pão e ficaram satisfeitos” (Jo 6,26). O episódio torna-se ocasião para a explicação que Jesus dá sobre o sentido do “sinal” que ele havia realizado, o discurso sobre o “pão da vida” ou o “pão do céu”, sobre o “alimento que permanece até a vida eterna”. Este alimento é o próprio Jesus, como ele mesmo declara: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6,35).

O que fazer diante disso? A obra que Deus espera que realizemos é “crer naquele que Ele enviou” (Jo 6,29), segundo a resposta dada pelo próprio Jesus aos que lhe perguntaram. Esta é a resposta que Deus espera também de nós: a fé em Jesus Cristo que nos leva a discernir os sinais de sua presença entre nós.

 No final do diálogo entre Jesus e a multidão, no qual se recorda Moisés e o “maná no deserto”, diante da promessa do verdadeiro pão que desce do céu, o povo pede a Jesus: “Senhor, dá-nos sempre deste pão” (Jo 6,34). Nós também, hoje, nos sentimos necessitados do Pão da Vida. Por isso, repetimos a súplica da multidão: “Senhor, dá-nos sempre deste Pão!” Assim pedimos, dispostos a valorizar sempre mais a presença de Jesus no Santíssimo Sacramento, através da comunhão eucarística, da adoração ao Santíssimo Sacramento e da vivência da comunhão que recebemos. Aproveitemos para refletir sobre como estamos participando das missas, como nos preparamos para participar da Eucaristia e sobre como vivemos a comunhão eucarística em nossas famílias, comunidades e nos diversos ambientes. 

Neste início do Mês Vocacional, rezemos pelas vocações sacerdotais, refletindo sobre a sua importância na Igreja. O Pão da Vida se faz presente na celebração eucarística por meio dos sacerdotes.  Agradeçamos a Deus pelo dom do sacerdócio e por cada um de nossos padres. Agradeçamos aos nossos sacerdotes, reconhecendo a sua dedicação pastoral e rezando por eles, para que o Pão da Vida continue a se fazer presente, por meio deles, no altar. A cada um de nossos padres, a nossa sincera gratidão e orações!

sábado, 4 de agosto de 2018

O Sacerdote é o amor do Coração de Jesus... Feliz Dia do Padre!





S
er Padre não é uma tarefa fácil. É ser um pai espiritual dado por Deus para nos guiar no caminho da salvação. É deixar tudo e entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Ser Padre pede vocação, força e fé. É ser “pai” de uma comunidade inteira. É o homem da Palavra de Deus, da Eucaristia, do perdão e da bênção, exemplo de humildade, penitência e tolerância, o pregador e conversor da fé cristã.

Ao entregar-se nas mãos de Deus, como instrumento para ser usado por Ele, como e onde Ele quiser, o Padre se faz o próprio Cristo, que entregou a sua vida por amor ao que é do Pai.

Somente quem se esvazia de si mesmo numa entrega total a Deus é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai sabe fazer. Sabemos que a missão do sacerdote é árdua, mas sabemos também que a alegria do servir é maior do que todos os desafios.

Neste primeiro domingo do mês vocacional, rezamos pelas vocações sacerdotais, agradecendo a dedicação pastoral de nossos padres e rezamos por eles, para que sejam fiéis e felizes na vivência do sacerdócio, contando sempre com a graça de Deus, com a oração e o apoio da comunidade.

Rogamos a Deus por todos os padres que nos possibilitam a viver a maior de todas as alegrias: participar do banquete da vida, a Eucaristia.

Estamos aqui especialmente para agradecer ao Senhor nosso Deus pela vida de todos os padres, pelo seu sacerdócio. Que a graça e o amor de Deus sejam derramados constantemente sobre suas vidas.

Que o Espirito Santo os encham de sabedoria e que a presença de Jesus em suas vidas seja a sua maior recompensa.

PARABÉNS E FELIZ DIA DO PADRE!

Jesus, Maria e José, minha família vossa é!


Monsenhor Jonas Abib

J
esus, Maria e José precisam ser entronizados em nossa casa para que nós e nossa família sirvamos ao Senhor. Que Jesus, Maria e José sejam nossos donos, os senhores da nossa casa!

Nossa Senhora veio ao mundo com a missão exclusiva de ser mãe do Filho de Deus. O Pai quis que Seu Filho se fizesse homem e tivesse uma mãe biológica; Maria foi a escolhida. Desde o início, ela foi escolhida em vista do Filho. Sendo Sua mãe, ela também se pôs a Seu serviço. Ela também poderia dizer: "É preciso que Ele cresça e que eu diminua".

No alto da cruz, Jesus nos deu Maria como mãe. Mas, desde toda a eternidade, quando o Pai concebeu Seu plano, Ele já trazia no coração que a Virgem Maria seria mãe do Seu Filho e mãe de todos nós, para que Jesus fosse o primogênito de uma multidão de irmãos.

São José também foi escolhido por Deus para ser o pai adotivo de Jesus por obra do Espírito Santo. José investiu toda a sua vida em Maria e em Jesus, vivendo somente para os dois. Esse foi o seu ato de fé. Uma fé concreta, que atingiu a vida. Nós podemos imaginar todo o carinho que José tinha por Maria e que ela tinha por José. Ele abriu mão de ser pai biológico para investir toda a sua vida, unicamente, nela e em Jesus.

Certamente, ele esperava viver uma vida normal com Maria, ser esposo dela e ter filhos como todo judeu. Para os judeus, ter filhos era muito importante, mas José abriu mão de tudo isso. Ele aceitou não ser pai de ninguém para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. Que beleza ele viveu!

Olhando para São José, vemos como é linda a nossa vocação de homens. O Senhor confiou no homem e lhe entregou uma mulher, do mesmo modo que entregou Maria a José. Deus, que é Pai, deu ao homem a missão de ser pai, confiou-lhe filhos para criar. São filhos de Deus, mas foram entregues ao homem para serem cuidados.

Que os maridos amem suas esposas, entreguem-se por elas e, como o modelo de Maria e José, honrem o dom e a bênção que Deus lhes deu pelo sacramento do matrimônio.

Para que você e sua casa sirvam ao Senhor, é preciso que Jesus seja o Rei, o Senhor da sua casa.

Eu convido você para fazer a entronização da Sagrada Família em seu lar. Tome uma imagem ou um quadro, a fim de que Jesus, Maria e José permaneçam onde você mora. Que Eles sejam os donos da sua casa e você possa dizer: "Jesus, Maria e José, minha família vossa é".

*Monsenhor Jonas Abib é fundador da Comunidade Canção Nova, membro do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica e da Diretoria Executiva da Fraternidade Católica Internacional - órgão ligado ao Pontifício Conselho para Leigos da Santa Sé, em Roma - e presidente da Fraternidade das Novas Comunidades de Vida e Aliança no Brasil.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Projeto pune agente público que agir de má-fé ao lavrar autos de infração


 
Câmara dos Deputados - Brasília-DF
Agência Câmara Notícias

U
m projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados busca punir o agente público que agir de má-fé ao lavrar autos de infração, como os que resultam na aplicação de multas de trânsito. Conforme o PL 9456/17, da deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), esse agente responderá administrativamente, quando comprovada a sua má-fé.

A deputada argumenta que muitos dos recursos contra multas protocolados nos departamentos estaduais de trânsito (Detrans) não são aceitos. Ela cita a multa pela falta do uso de cinto como um caso que se repete com frequência e tem como prova apenas a palavra do agente de trânsito.

“No embate entre a palavra do condutor e a do funcionário público, a tendência é aceitar a versão deste último, restando ao motorista provar sua inocência. Os funcionários públicos, porém, são passíveis de erro, além de cometerem atos comprovados de má-fé”, argumenta Mariana Carvalho.

A proposta acrescenta a medida à Lei da Improbidade Administrativa (8.429/92).

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli