quarta-feira, 15 de agosto de 2018
terça-feira, 14 de agosto de 2018
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
domingo, 12 de agosto de 2018
Ser PAI é assim mesmo! Feliz Dia dos Pais!
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le procura estar
sempre presente. Nos momentos de maior necessidade, demonstra firmeza, coragem,
confiança.
Ele nunca falha; é o
amigo de verdade. Mesmo quando erramos ou nos distanciamos, ele procura estar
por perto para nos ouvir e cuidar da gente. É o nosso herói.
Muitos deles são mãe
e pai ao mesmo tempo: dão o melhor de si para que sejamos felizes. Ele ajuda; é
companheiro de verdade; é protagonista da sua missão para o resto da vida.
SER PAI É ASSIM MESMO. É
vocação, doação, persistência, capacidade de decisão, razão! Mas também é
emoção e sensibilidade!
Ser PAI é ter
responsabilidade, assumir o compromisso e não abandonar jamais a jornada.
Ser PAI é ter a
capacidade de se esvaziar totalmente em prol da família; é ser presença, mesmo
que não fisicamente perto.
Ser PAI é um pouco
da presença de Deus em nossas vidas. Corrige quando é necessário; protege quando
precisamos, perdoa quando não correspondemos aos seus ensinamentos. Sempre está
disposto a recomeçar.
Neste dia tão
especial, queremos pedir por todos aqueles que souberam na vida abraçar a
vocação de PAI. Mas também rezemos por
todos os filhos, para que nunca deixem de amar e de valorizar os seus PAIS.
Que Deus, nosso PAI DO CÉU, abençoe todos os PAIS da terra! Recompense e acolha na eternidade os pais
já falecidos! E aos que ainda estão conosco, que vivam felizes com saúde, paz e
cobertos de carinho e de atenção de sua família.
Aos pais adotivos,
pais amigos, pais que estão aqui, pais que vivem fora, pais singelos e simples,
aos mais sofisticados, aos pais jovens e aos mais idosos, àqueles que nos
ensinam as verdades sobre Deus, àqueles que nos ensinam os valores e nos
orientam sobre o caminho a seguir, o nosso reconhecimento e a nossa oração de
agradecimento a Deus!
Que São José, esposo
de Maria e Pai adotivo de Jesus, cuide de todos os pais e os inspire a viver
uma vida familiar baseada no amor fraterno, na paz e no respeito mútuo!
Por tudo isso,
amemos nossos pais, porque se aqui estamos, é porque ele, com a benção de Deus,
nos deu a vida.
Que vivam um feliz DIA DOS PAIS, com as bênçãos de Deus e que Nossa Senhora
das Graças os cubra com seu manto sagrado.
sábado, 11 de agosto de 2018
Sobre os Pais... Artigo do Papa Francisco
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| Papa Francisco |
Papa Francisco
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oje nos deixamos
guiar pela palavra “PAI”. Uma
palavra mais que qualquer outra querida a nós cristãos, porque é o nome com o
qual Jesus nos ensinou a chamar Deus: PAI.
Hoje o sentido deste
nome recebeu uma nova profundidade justamente a partir do modo em que Jesus o
usava para se dirigir a Deus e manifestar a sua especial relação com Ele. O
mistério abençoado da intimidade de Deus, Pai, Filho e Espírito, revelado por
Jesus, é o coração da nossa fé cristã.
“PAI” é uma
palavra conhecida por todos, uma palavra universal. Essa indica uma relação
fundamental cuja realidade é tão antiga quanto a história do homem. Hoje, todavia,
chegou-se a afirmar que a nossa seria uma “sociedade sem pais”. Em outros
termos, em particular na cultura ocidental, a figura do pai seria simbolicamente
ausente, dissipada, removida. Em um primeiro momento, a coisa foi percebida
como uma libertação: libertação do pai-patrão, do pai como representante da lei
que se impõe de fora, do pai como censor da felicidade dos filhos e obstáculo
da emancipação e da autonomia dos jovens. Às vezes, em algumas casas, reinava
no passado o autoritarismo, em certos casos até mesmo a opressão: pais que
tratavam os filhos como servos, não respeitando as exigências pessoais do crescimento
deles; pais que não os ajudavam a empreender o seu caminho com liberdade – mas
não é fácil educar um filho em liberdade – ; pais que não os ajudavam a assumir
as próprias responsabilidades para construir o seu futuro e o da sociedade.
Isto, certamente, é
uma atitude não boa; porém, como acontece muitas vezes, se passa de um extremo
a outro. O problema dos nossos dias não parece mais ser tanto a presença
invasiva dos pais quanto a sua ausência, a sua falta de ação.
Os pais estão, por vezes,
tão concentrados em si mesmos e no próprio trabalho e às vezes nas próprias realizações
individuais a ponto de esquecer a família. E deixam sozinhos os pequenos e os
jovens. Já como bispo de Buenos Aires senti o sentido de orfandade que vivem os
jovens; muitas vezes eu perguntava aos pais se brincavam com os seus filhos, se
tinham a coragem e o amor de perder tempo com os filhos. E a
resposta era ruim,
na maioria dos casos: “Mas, não posso, porque tenho tanto
trabalho…” E o pai era ausente daquele filho que crescia, não brincava
com ele, não, não perdia tempo com ele.
Ora, gostaria de dizer
a todas as comunidades cristãs que devemos ser mais atentos: a ausência da
figura paterna na vida dos pequenos e dos jovens produz lacunas e feridas que
podem ser também muito graves. E, de fato, os desvios de crianças e de adolescentes
podem, em boa parte, ser atribuídos a esta falta, à carência de exemplos e de
guias autoritárias em suas vidas de cada dia, à carência de proximidade, à
carência de amor por parte dos pais. O sentido de orfandade que tantos jovens
vivem é mais profundo que aquilo que pensamos.
São órfãos na
família, porque os pais muitas vezes são ausentes, mesmo fisicamente, da casa,
mas sobre- tudo porque, quando estão ali, não se comportam como pais, não dialogam
com os seus filhos, não cumprem o seu papel educativo, não dão aos filhos, com
o seu exemplo acompanhado de palavras, aqueles princípios, aqueles valores,
aquelas regras de vida de que precisam como precisam do pão. A qualidade
educativa
da presença paterna
é tanto mais necessária quanto mais o pai é obrigado pelo trabalho a estar
distante de casa. Às vezes parece que os pais não sabem bem qual posto ocupar na
família e como educar os filhos.
E, então, na dúvida,
se abstém, se retiram e negligenciam suas responsabilidades, talvez se
refugiando em uma improvável relação “em pé de igualdade” com os filhos.
É verdade que você deve ser “companheiro” do teu filho, mas sem
esquecer que você é o pai! Se você se comporta somente como um companheiro em pé
de igualdade com o filho, isto não fará bem ao menino. E vemos este problema
também na comunidade civil. A comunidade civil, com as suas instituições, tem uma
certa responsabilidade – podemos dizer paterna – com os jovens, uma
responsabilidade que às vezes negligencia ou exerce mal. Também essa muitas
vezes os deixa órfãos e
não propõe a eles
uma verdade de perspectiva. Os jovens permanecem, assim, órfãos de caminho
seguros a percorrer, órfãos de mestres em quem confiar, órfãos de ideais que aquecem
o coração, órfãos de valo- res e de esperanças que os apoiam cotidianamente.
São preenchidos, talvez, por ídolos, mas se rouba o coração deles; são
impelidos a sonhar com diversão e prazer, mas não se dá a eles o trabalho; são
iludidos com o deus dinheiro, e se nega a eles as verdadeiras riquezas.
E então fará bem a
todos, aos pais e aos filhos, escutar novamente a promessa que Jesus fez aos
seus discípulos: “Não vos deixarei órfãos” (Jo 14, 18). É Ele, de fato, o Caminho a percorrer, o Mestre a
escutar, a Esperança de que o mundo pode mudar, que o amor vence o ódio, que pode
haver um futuro de fraternidade e de paz para todos. (...)
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Semana Nacional da Família começa no dia 12 de agosto
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| Várias atividades podem ser preparadas em família e em comunidade para viver bem esta semana especial. |
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A
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Igreja no Brasil celebra
entre os dias 12 e 18 de agosto a SEMANA
NACIONAL DA FAMÍLIA, evento promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para
a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a
Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF).
Este ano, o evento que já faz parte do calendário das paróquias
brasileiras tem como tema “O Evangelho da Família, alegria para o
mundo”, a mesma temática do IX Encontro Mundial das Famílias com o Papa
Francisco, que acontece em Dublim, Irlanda, também em agosto.
O “Evangelho da Família”
ressalta o lado positivo da Família, a família como boa notícia, como um bem,
um dom de Deus. “Alegria para o mundo”
acentua o fato de que ser família não é um aspecto da doutrina, um valor apenas
para os cristãos ou para as pessoas religiosas. É uma riqueza para o mundo,
para a humanidade toda, destaca o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão
Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa de
Sousa.
Portanto, é preciso se preparar para viver intensamente a
alegria que os eventos vão proporcionar. Para incentivar a participação da
comunidade, dom Bosco ressalta que a PASTORAL
FAMILIAR de cada comunidade, ou mesmo as que não contam com a pastoral,
oferecem inúmeras ocasiões de encontros, celebrações, ações missionárias,
palestras e eventos sobre os temas ligados à família.
Todo o conteúdo para as reflexões sobre temas familiares,
roteiros de orações e cantos para motivar a celebração podem ser encontrados no
subsídio “Hora da Família”, que já
está disponível.
Com informações da CNBB
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Agência Câmara Notícias: Anatel e Ministério das Comunicações não recomendam aumento da potência das Rádios Comunitárias
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| Conselho deve elaborar um parecer para subsidiar as discussões sobre as três propostas / Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado |
Agência Câmara Notícias
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m audiência pública
no Conselho de Comunicação Social (CCS) nesta segunda-feira (6), o Ministério
das Comunicações e a Anatel apontaram “inviabilidades técnicas” para o
aumento da potência das rádios comunitárias, prevista no PL 10.637/18 (originário do PLS 513/17), já aprovado
pelo Senado e em análise na Câmara.
O texto estabelece
que as rádios comunitárias poderão ter uma potência de até 150 watts, seis
vezes a potência máxima vigente (25
watts). O Senado também aprovou que elas passem a contar com dois canais de
transmissão nas regiões onde funcionam.
Segundo Marcus
Vinicius Paolucci, chefe da Assessoria Técnica da Anatel, o aumento da potência
aumentaria a interferência entre emissoras, exigindo uma maior distância entre
elas – o que reduziria o número de rádios comunitárias em funcionamento.
"A
Anatel entende que o resultado será a inviabilidade da prestação do serviço de
radiodifusão comunitária por grande parte dos interessados", disse.
Para o diretor do
Departamento de Radiodifusão Educativa, Comunitária e de Fiscalização do
Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Rodrigo Cruz
Gebrim, a proposta vai na contramão da expansão das rádios comunitárias.
"Com o
aumento da potência, você teria menos rádios autorizadas. O Ministério tem como
meta justamente a expansão",
argumentou.
O conselheiro Paulo
Ricardo Balduíno afirmou que as manifestações da Anatel e do Ministério devem
ser consideradas pelos parlamentares.
"As decisões talvez tenham sido tomadas em um
contexto de desconhecimento das informações detalhadas trazidas hoje. Vamos
verificar o que pode ser feito para corrigir o rumo do tratamento deste
assunto", declarou.
Gebrim também não
recomenda a aprovação do PLS 55/16, que permite às rádios comunitárias a venda
de publicidade e a veiculação de propaganda comercial e de interesse público.
Segundo ele, a proposta quebra a harmonia em relação à complementariedade dos
sistemas de radiodifusão composta por rádios comunitárias, educativas, estatais
e privadas.
O conselho deve
elaborar um parecer, levando em consideração a posição do Ministério e da
Anatel, para encaminhar aos parlamentares. Para a conselheira Maria José Braga,
é necessário rever a legislação referente às rádios comunitárias para garantir
a prestação desse serviço à população.
"A ideia
é que houvesse ações do estado para que de fato tivéssemos um sistema público e
comunitário de radiodifusão. Não vejo essa harmonia que o Ministério diz que
será quebrada", afirmou a
conselheira.
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
domingo, 5 de agosto de 2018
18º Domingo do Tempo Comum - O Pão da Vida
Dom Sergio da Rocha
Cardeal Arcebispo de Brasília
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O
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SENHOR DEU A COMER O PÃO DO CÉU! Rezamos hoje com o
Salmo responsorial (Sl 77), louvando a Deus pelas vezes que temos tido a graça
de receber “o Pão que desceu do céu e dá a vida ao mundo” (Jo 6,33). Este
é o tema principal da Liturgia da Palavra. Nós continuamos a meditar o capítulo
6º do Evangelho segundo João, iniciado no último domingo. O texto, hoje
proclamado, nos mostra a reação do povo diante da multiplicação dos pães.
Segundo as palavras de Jesus dirigidas à multidão, eles não estavam conseguindo
discernir os “sinais” do Reino acontecendo por meio dele. Estavam
procurando-o somente “porque comeram o pão e ficaram satisfeitos”
(Jo 6,26). O episódio torna-se ocasião para a explicação que Jesus dá sobre o
sentido do “sinal” que ele havia realizado, o discurso sobre o “pão
da vida” ou o “pão do céu”, sobre o “alimento
que permanece até a vida eterna”. Este alimento é o próprio Jesus, como
ele mesmo declara: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6,35).
O
que fazer diante disso? A obra que Deus espera que realizemos é “crer
naquele que Ele enviou” (Jo 6,29), segundo a resposta dada pelo próprio
Jesus aos que lhe perguntaram. Esta é a resposta que Deus espera também de nós:
a fé em Jesus Cristo que nos leva a
discernir os sinais de sua presença entre nós.
No final do diálogo entre Jesus e a multidão,
no qual se recorda Moisés e o “maná no deserto”, diante da
promessa do verdadeiro pão que desce do céu, o povo pede a Jesus: “Senhor,
dá-nos sempre deste pão” (Jo 6,34). Nós também, hoje, nos sentimos
necessitados do Pão da Vida. Por isso, repetimos a súplica da multidão: “Senhor,
dá-nos sempre deste Pão!” Assim pedimos, dispostos a valorizar sempre
mais a presença de Jesus no Santíssimo Sacramento, através da comunhão
eucarística, da adoração ao Santíssimo Sacramento e da vivência da comunhão que
recebemos. Aproveitemos para refletir sobre como estamos participando das
missas, como nos preparamos para participar da Eucaristia e sobre como vivemos
a comunhão eucarística em nossas famílias, comunidades e nos diversos
ambientes.
Neste
início do Mês Vocacional, rezemos pelas vocações sacerdotais, refletindo sobre
a sua importância na Igreja. O Pão da Vida se faz presente na celebração
eucarística por meio dos sacerdotes.
Agradeçamos a Deus pelo dom do sacerdócio e por cada um de nossos
padres. Agradeçamos aos nossos sacerdotes, reconhecendo a sua dedicação
pastoral e rezando por eles, para que o Pão da Vida continue a se fazer
presente, por meio deles, no altar. A cada um de nossos padres, a nossa sincera
gratidão e orações!
sábado, 4 de agosto de 2018
O Sacerdote é o amor do Coração de Jesus... Feliz Dia do Padre!
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Padre não é uma tarefa fácil. É ser um pai espiritual dado por Deus para nos
guiar no caminho da salvação. É deixar tudo e entregar-se completamente nas
mãos do Senhor. Ser Padre pede vocação, força e fé. É ser “pai” de uma
comunidade inteira. É o homem da Palavra de Deus, da Eucaristia, do perdão e da
bênção, exemplo de humildade, penitência e tolerância, o pregador e conversor
da fé cristã.
Ao
entregar-se nas mãos de Deus, como instrumento para ser usado por Ele, como e
onde Ele quiser, o Padre se faz o próprio Cristo, que entregou a sua vida por
amor ao que é do Pai.
Somente
quem se esvazia de si mesmo numa entrega total a Deus é capaz de realizar
tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os
pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai sabe fazer. Sabemos que a
missão do sacerdote é árdua, mas sabemos também que a alegria do servir é maior
do que todos os desafios.
Neste
primeiro domingo do mês vocacional, rezamos pelas vocações sacerdotais,
agradecendo a dedicação pastoral de nossos padres e rezamos por eles, para que
sejam fiéis e felizes na vivência do sacerdócio, contando sempre com a graça de
Deus, com a oração e o apoio da comunidade.
Rogamos
a Deus por todos os padres que nos possibilitam a viver a maior de todas as
alegrias: participar do banquete da vida, a Eucaristia.
Estamos
aqui especialmente para agradecer ao Senhor nosso Deus pela vida de todos os
padres, pelo seu sacerdócio. Que a graça e o amor de Deus sejam derramados
constantemente sobre suas vidas.
Que
o Espirito Santo os encham de sabedoria e que a presença de Jesus em suas vidas
seja a sua maior recompensa.
PARABÉNS E FELIZ DIA DO PADRE!
Jesus, Maria e José, minha família vossa é!
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esus, Maria e José precisam ser entronizados em nossa casa para que nós e nossa família sirvamos ao Senhor. Que Jesus, Maria e José sejam nossos donos, os senhores da nossa casa!
Nossa Senhora veio ao mundo com a missão exclusiva de ser mãe do Filho de Deus. O Pai quis que Seu Filho se fizesse homem e tivesse uma mãe biológica; Maria foi a escolhida. Desde o início, ela foi escolhida em vista do Filho. Sendo Sua mãe, ela também se pôs a Seu serviço. Ela também poderia dizer: "É preciso que Ele cresça e que eu diminua".
No alto da cruz, Jesus nos deu Maria como mãe. Mas, desde toda a eternidade, quando o Pai concebeu Seu plano, Ele já trazia no coração que a Virgem Maria seria mãe do Seu Filho e mãe de todos nós, para que Jesus fosse o primogênito de uma multidão de irmãos.
São José também foi escolhido por Deus para ser o pai adotivo de Jesus por obra do Espírito Santo. José investiu toda a sua vida em Maria e em Jesus, vivendo somente para os dois. Esse foi o seu ato de fé. Uma fé concreta, que atingiu a vida. Nós podemos imaginar todo o carinho que José tinha por Maria e que ela tinha por José. Ele abriu mão de ser pai biológico para investir toda a sua vida, unicamente, nela e em Jesus.
Certamente, ele esperava viver uma vida normal com Maria, ser esposo dela e ter filhos como todo judeu. Para os judeus, ter filhos era muito importante, mas José abriu mão de tudo isso. Ele aceitou não ser pai de ninguém para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. Que beleza ele viveu!
Olhando para São José, vemos como é linda a nossa vocação de homens. O Senhor confiou no homem e lhe entregou uma mulher, do mesmo modo que entregou Maria a José. Deus, que é Pai, deu ao homem a missão de ser pai, confiou-lhe filhos para criar. São filhos de Deus, mas foram entregues ao homem para serem cuidados.
Que os maridos amem suas esposas, entreguem-se por elas e, como o modelo de Maria e José, honrem o dom e a bênção que Deus lhes deu pelo sacramento do matrimônio.
Para que você e sua casa sirvam ao Senhor, é preciso que Jesus seja o Rei, o Senhor da sua casa.
Eu convido você para fazer a entronização da Sagrada Família em seu lar. Tome uma imagem ou um quadro, a fim de que Jesus, Maria e José permaneçam onde você mora. Que Eles sejam os donos da sua casa e você possa dizer: "Jesus, Maria e José, minha família vossa é".
*Monsenhor Jonas Abib é fundador da Comunidade Canção Nova, membro do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica e da Diretoria Executiva da Fraternidade Católica Internacional - órgão ligado ao Pontifício Conselho para Leigos da Santa Sé, em Roma - e presidente da Fraternidade das Novas Comunidades de Vida e Aliança no Brasil.
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Projeto pune agente público que agir de má-fé ao lavrar autos de infração
Agência
Câmara Notícias
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U
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m
projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados busca punir o agente público
que agir de má-fé ao lavrar autos de infração, como os que resultam na
aplicação de multas de trânsito. Conforme o PL 9456/17, da deputada Mariana
Carvalho (PSDB-RO), esse agente responderá administrativamente, quando
comprovada a sua má-fé.
A
deputada argumenta que muitos dos recursos contra multas protocolados nos
departamentos estaduais de trânsito (Detrans) não são aceitos. Ela cita a multa
pela falta do uso de cinto como um caso que se repete com frequência e tem como
prova apenas a palavra do agente de trânsito.
“No embate entre a palavra do condutor e a do funcionário
público, a tendência é aceitar a versão deste último, restando ao motorista
provar sua inocência. Os funcionários públicos, porém, são passíveis de erro,
além de cometerem atos comprovados de má-fé”, argumenta Mariana
Carvalho.
A
proposta acrescenta a medida à Lei da Improbidade Administrativa (8.429/92).
O
projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de
Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de
Cidadania.
Reportagem – Noéli
Nobre
Edição – Pierre Triboli
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