quinta-feira, 15 de abril de 2021
quarta-feira, 14 de abril de 2021
COMPROMISSO é coisa séria!
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O |
COMPROMISSO é uma palavra hoje muito
importante porque representa um acordo mútuo entre partes que chegam a um
consenso e selam um COMPROMISSO.
Esta palavra COMPROMISSO é muito comum,
extremamente usada e difundida, mas muitos, muitos mesmos, estão esquecendo o
seu significado.
A Palavra COMPROMISSO vem do Latim compromissum que
significa com (mútuo, eu e você, as duas ou mais partes) + promissium (promessa),
no caso COMPROMISSO é uma promessa feita por ambas as partes com um intuito mútuo.
Se uma das pessoas envoltas no COMPROMISSO não aceitam os termos,
simplesmente não fazem o COMPROMISSO.
Mas o problema é que muitas vezes as pessoas aceitam os
termos, fazem o COMPROMISSO e não cumprem a sua palavra.
E pelo que podemos perceber, estamos em uma epidemia de falta
de COMPROMISSO…
Está tão comum à falta de COMPROMISSO que o
pessoal marca um COMPROMISSO e simplesmente não comparecem, e o pior de
tudo isso é que todos acham que é uma atitude normal. É tão epidêmica, que gera
um problema entre todas as partes.
A pessoa sabe que é muito pouco provável que possa de
fato cumprir o combinado, mesmo assim, se compromete com o que não pode cumprir.
O COMPROMISSO está em decadência, a cada dia perde
credibilidade, até porque ninguém quer arcar com as consequências provocadas
pela a ausência no COMPROMISSO assumido e não cumprido.
A FALTA DE COMPROMISSO está tão epidêmico que as
pessoas simplesmente assumem um COMPROMISSO só por assumir, sem certeza
alguma de comparecer ou talvez tenham vontade, mas qualquer problema os
desmotiva.
Exemplo...
Se tiver um jogo do seu time do coração, a pessoa simplesmente
não vai e nem avisa.
Se aparecer um convite para uma festa, a pessoa também não vai
e nem avisa.
Se aparecer um filme na TV que a pessoa gosta, ela simplesmente
vai assistir o filme e nem se lembra do COMPROMISSO.
E RESUMO: Se qualquer coisa
acontecer ou simplesmente atrapalhar um pouquinho à ida do cidadão até o tal COMPROMISSO,
ele simplesmente não vai.
Mas isso acontece devido ao fato de já ter virado um
costume não ir aos COMPROMISSOS. É normal NÃO COMPARECER, é
normal SÓ CONVERSAR MUITO E REALIZAR POUCO e este é um problema muito
sério. Tão sério que o COMPROMISSO é o que define o grau de
responsabilidade que a pessoa tem.
Ter COMPROMISSO não é dizer SIM a todo o
momento, ter COMPROMISSO não é ir a tudo que se pede, ter COMPROMISSO
é simplesmente falar NÃO quando não quer ou não puder… ter COMPROMISSO
é quando falar SIM, de fato concretizar.
TER COMPROMISSO É SONHAR MENOS E
CONCRETIZAR MAIS…
Porque são de fatos que construímos nossas vidas, e
conversas ao léu, ao vento, simplesmente não resolve nada. As palavras são
importantes para vislumbrar, mas as atitudes são importantes para concretizar.
Por isso, pense, repense…
Quantas vezes por dia, você assume um COMPROMISSO
e simplesmente o esquece, não o faz deixar sem concretizar?
Se forem muitas vezes, o que é normal nos dias de hoje…
pense e repense de novo e lembre-se que quem de fato é importante, é quem
assume e realiza seus COMPROMISSOS.
Pensem mais uma vez e reflitam sobre o tal do COMPROMISSO,
porque este tal de COMPROMISSO é muito mais importante do que vocês
imaginam e interfere de maneira impactante na vida e todos.
Lembre-se:
Ninguém é obrigado a assumir um COMPROMISSO, mas quando se compromete, é obrigado a cumprir o COMPROMISSO!
terça-feira, 13 de abril de 2021
segunda-feira, 12 de abril de 2021
domingo, 11 de abril de 2021
sábado, 10 de abril de 2021
ALBERTO SEXTAFEIRA PARTIU...
E |
m pleno sábado, dia
dedicado a Nossa Senhora, a Mãe de Jesus, nosso amigo ALBERTO JOSÉ MENDONÇA
CAVALCANTE, o “ALBERTO SEXTAFEIRA”, filho amado de Deus, concluiu com êxito sua
missão nesse plano e foi convocado para uma nova e importante missão no Reino
Celestial.
A dor que sentimos é confortada pela crença de que ALBERTO SEXTAFEIRA, homem de fé, dedicado a família, aos amigos, ao Movimento Familiar Cristão e a Igreja, compromissado em tudo que faz, foi acolhido por Deus Pai.
Jorge e Penha Maciel
GRUPO MÃOS DADAS - MFC
MACEIÓ
Reflexão para o Domingo da Misericórdia – 11/04/2021
Havia
a grandiosidade de “não considerar como próprias as coisas que possuía”, que
maturidade! O bem estar do outro está acima de meu providencial acúmulo de
bens. Confio em Deus, Ele será meu Provedor!
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E |
ntramos no Domingo da Oitava de Páscoa
ou Domingo da Misericórdia, como o chamava São João Paulo II.
A
primeira leitura, Atos 4, 32-35, nos mostra uma comunidade de ressuscitados
que, apesar de viverem a vida comum, principalmente porque ainda não tinham
morrido, mas permitem que o batismo lhes proporcione uma vida de ressuscitados,
ou seja, uma vida pautada pelos valores evangélicos, assim, viviam como se nada
possuíssem, apesar de possuírem bens, mas sabiam fazer a partilha e, outro
sinal de ressurreição: não havia necessitados entre eles! Logo, apesar de
estarem no mundo, viviam de modo tal que a partilha de bens funcionava e
proporcionava uma sociedade igualitária. Havia a grandiosidade de “não
considerar como próprias as coisas que possuía”, que maturidade! O bem
estar do outro está acima de meu providencial acúmulo de bens. Confio em Deus,
Ele será meu Provedor!
De
fato, viver assim, não é para qualquer um! É preciso ser maduro e ter vivido a
experiência de ressurreição. Uso as coisas que passam, como se não precisasse
delas. Deus e a própria Comunidade me socorrerão caso haja uma emergência! Até
onde em minha vida concreta vivo esse “já aí e ainda não?” Já
ressuscitados pela fé, pela crença num Deus Providente, mas ainda não,
enquanto, concretamente, não sei nada sobre o dia de amanhã, apesar de viver na
esperança e na confiança na Palavra de Deus!
Havia
um experimento dentro da formação da vida religiosa, em que o candidato deveria
sair da casa religiosa, sem dinheiro algum e passar um mês apenas confiando na
Providência, que saciaria suas necessidade, através da generosidade das pessoas.
Comer, beber, dormir, banhar-se, tudo no literal “ao Deus dará”! Muitos
nãos foram dados, muitos momentos constrangedores e muitas vezes tidos por
vagabundos, mas esse exercício, inclusive de receber nãos e até corridas, fazia
parte da formação de crer na Providência. Quantas pessoas generosas, bem
intencionadas, quantas partilhas de bens e de vida, quanta riqueza nessa
experiência de pobreza! Deus seja louvado!
Para
que tenhamos a consciência de que é preciso ter fé para crer na Palavra de
Deus, o Evangelho, extraído de João 20, 19-31 nos relata a aparição de Jesus
aos discípulos, menos a Tiago que estava fora, mais tarde ele diz não acreditar
na comunidade, até que Jesus, oito dias depois, aparece novamente e, aí, Tiago
presente! A conversão se realiza e ouvimos do Senhor a maravilhosa
bem-aventurança dirigida a nós, hoje: “Bem-aventurados os que creram sem
terem visto!” Do mesmo modo, bem-aventurados os que partilham, os que
confiam na Providência sem acumularem nada para si! Evidentemente, nossa situação
sócio econômica, nos leva a programar alguma reserva para nós e para nossos
dependentes. Assim é hoje a sociedade que fala em aposentadoria, em pensão,
recebimento de encargos, tudo para a manutenção da pessoa e a preservação de
sua dignidade; contudo, a Lei da Caridade deverá falar mais alto dentro de meus
interesses particulares.
Na
perícope do Evangelho de hoje temos a efusão do Espírito Santo para o perdão
dos pecados. Essa efusão é feita sobre toda a Comunidade presente e não apenas
sobre os líderes. Aqui, mais uma vez, repousa nossa responsabilidade em relação
ao mais frágil, desta vez, frágil em relação aos deveres morais e espirituais.
Devo perdoar, sempre! Dentro da aparição de Cristo ressuscitado, ele me confia
a missão de perdoar os pecados de todos os meus irmãos. É algo exigente, é
verdade, mas o Senhor assim mandou, e mandou logo após nos desejar e dar a paz.
Portanto, recebemos o Espírito Santo para sermos os mensageiros do perdão e da
paz! Por isso São João Paulo II, denominou este domingo como o “DOMINGO DA
MISERICÓRDIA”! Ser possuidor de paz e perdoar é também sinal de ser
ressuscitado.
Concluindo,
vamos transcrever algumas frases da segunda leitura, tirada da 1ª Carta de João
5, 1-6. “Pois isto é amar a Deus: observar os seus mandamentos. E os seus
mandamentos não são pesados, pois todo o que nasceu de Deus vence o mundo”.
Vencer
o mundo, já aí viver como ressuscitado, apesar de ainda não o estar.
sexta-feira, 9 de abril de 2021
quinta-feira, 8 de abril de 2021
quarta-feira, 7 de abril de 2021
terça-feira, 6 de abril de 2021
segunda-feira, 5 de abril de 2021
domingo, 4 de abril de 2021
Reflexão para o Domingo de Páscoa – 04/04/2021
Padre Cesar Augusto,
SJ - Vatican News
“Cristo, a Vida, venceu a morte e ressuscitou e, todos nós fomos redimidos e ganhamos a vida plena e feliz, para sempre!”
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C |
hegamos ao ponto mais alto da vida
litúrgica e espiritual. Cristo, a Vida, venceu a morte e ressuscitou e, todos
nós fomos redimidos e ganhamos a vida plena e feliz, para sempre!
Para
muitas pessoas, a paixão, o sofrimento e a morte dizem mais que a celebração da
Vida, haja vista o numeroso público presente em nossas igrejas na sexta-feira
santa e a ausência na noite em que celebramos a Ressurreição e no dia seguinte,
Domingo de Páscoa. O mesmo podemos dizer da presença forte nos funerais e a
ausência nos casamentos e missas em ação de graças. Infelizmente o sofrimento e
a morte, o luto, falam mais forte e mais alto que a celebração da Vida, que a
alegria e o júbilo. Não deveria ser assim, se cremos que nosso Deus é o Deus da
Vida, que venceu e destruiu a morte e que Jesus é a nossa alegria! Maria foi a senhora das Dores, mas hoje ela é
a senhora da Glória. Mesmo no momento mais duro, mais dolorido de sua vida, aos
pés da cruz, vendo seu filho ser supliciado injustamente como um bandido, Maria
não caiu, não desmaiou, mas permaneceu firme, porque acreditava nas palavras
Dele, de que ressuscitaria.
A
primeira leitura deste domingo, retirada do Livro dos Atos dos Apóstolos 10,
34.37-43, conclui relatando a fala de Pedro: “Todo aquele que crê em Jesus
recebe, em seu nome, o perdão dos pecados.” Esse é o legado do Senhor, nossa
redenção, nossa filiação divina, o perdão de nossos pecados, a Vida Eterna.
A
segunda, Colossenses 3, 1-4, nos incentiva a “alcançarmos as coisas do alto,
onde está Cristo, sentado à direita de Deus” e a promessa de que nos
revestiremos de glória quando Cristo, nossa vida, aparecer em seu triunfo.
Finalmente,
o Evangelho, extraído de João 20, 1-9, nos relata a nova criação. “No primeiro dia da semana...” João relata
a criação redimida, o primeiro dia, agora denominado “dies dominica”, dia do
Senhor, domingo, marcado não pelo descanso do Senhor como está em Gênesis 2,
1-3, o sétimo dia, mas como o primeiro Gen 1, 1-3 onde Ele separa a luz das
trevas, acabando com o caos e agora, inicia a nova criação, dando ao homem a
imortalidade e a felicidade sem fim.
Maria
Madalena vai ao túmulo ainda quando está escuro, não apenas no tempo, mas
também dentro dela, pois seu senhor, seu amado estava morto, assim ela
acreditava. Ela encontra o túmulo aberto, sem o corpo de Jesus e o clima
interno piora. Diz Jo 20, 11-18 que ela não se cansava de olhar para baixo,
para o túmulo vazio e não enxergava mais nada até que homens com vestes
brilhantes a questionaram por que chorava tanto e ela fala do desaparecimento
do corpo do Senhor. Maria ouve a voz do Senhor, mas crê que seja o jardineiro.
Ele havia ressuscitado como prometera. Também nós, enquanto ficarmos com nossos
olhares e coração voltados para os sinais de morte e procurando o corpo do
Senhor e não Ele ressuscitado, estaremos ‘pra baixo’ tomados pelo desânimo e
pela dor. É necessário fazer um pequeno esforço e olhar para o alto, crermos na
vitória da Vida.
Mas
voltemos para a perícope escolhida para este domingo. Ela, a Madalena vai
avisar Pedro e João, do sumiço do corpo de Jesus. Eles chegam ao túmulo,
entram, veem as faixas de linho jogadas ao chão e o pano que cobrira a cabeça
do Senhor, dobrado e colocado à parte. Diz o versículo 8, que João viu e
acreditou. A notícia da ressurreição é tão extraordinária, que apesar de Jesus
sempre falar nela, no momento propício para acreditar, todos ficam perplexos e
com dificuldade para crer no que estão vendo, até que pela tarde, e com tudo
fechado, Jesus aparece a eles, em Jo 20, 19-23. E nós, apesar de sabermos que
por trás das nuvens escuras existe um céu azul com um sol brilhante, custamos a
acreditar em nossa inteligência e ficamos presos aos nossos sentidos?
Neste
tempo de pandemia, tempo longo, mais longo do que imaginávamos, cremos na ação
de Deus através da ciência, já que foi Ele que a criou e nos deu o mandamento
de dominar e transformar as coisas criadas para o bem nosso e de toda a
Criação? A pandemia terá fim e será, não através de atos mágicos e de
crendices, mas através da aliança fé e ciência, juntas para a maior glória de
Deus e bem de toda a Humanidade!
Como
saio após situações difíceis, doloridas?
O mesmo, ou melhorado?
Como
sairá a Humanidade depois desta pandemia? A mesma, com suas crenças e
perversões ou melhorada, mais fraterna, solícita e colhedora?
sábado, 3 de abril de 2021
Reflexão de Dom Mário Spaki para o Sábado Santo
SÁBADO
SANTO
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S |
ábado Santo, dia
do grande silêncio, pois o Rei do Universo dorme. É o dia de Maria, a Mãe das
Dores. Ela, que guardava tudo em seu coração, eterniza em si o mistério vivido
aos pés da cruz, naquele dilacerante mar de angústia. Ela é a expressão mais
alta, numa criatura humana, de alguém que ama, que confia, mesmo sem entender o
que está acontecendo. Ela é a mansa por excelência, a dócil, a pobre, pois
perdeu tudo: o seu tudo era Jesus. Ela é a mulher que não se lamenta de ser
despojada daquilo que lhe pertence por eleição.
Maria em seu sofrimento é a Santa por
excelência, que todos podem contemplar para aprender o que é a mortificação
ensinada há séculos pela Igreja e que os santos, com notas diversas, ecoaram em
todos os tempos.
Maria, na sua desolação nos ensina a
cobrir-nos de humildade e paciência, de prudência e de perseverança, de
simplicidade e de silêncio, para que em nossa própria noite brilhe a luz de
Deus, a ressurreição divina.
Se um dia os sofrimentos atingirem o ápice em que tudo em nós dá impressão de se rebelar e quando parece que tudo nos foi tirado, agarramo-nos em Maria. Esse gelo interior encostará a nossa alma na alma dela. E se reunindo todas as forças interiores, conseguirmos revestir nossos sentimentos de Maria, seremos com ela um vaso transbordante de alegria e deixamos atrás de nós um rastro de luz. (Conforme intuições de Chiara Lubich).


















