domingo, 3 de novembro de 2024
sábado, 2 de novembro de 2024
COMEMORAÇÃO DOS FIÉIS DEFUNTOS
"Esta é a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o
Filho e nele crê tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia"
(Jo 6,37-40).
Vatican News
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o século
II, há indícios de que os cristãos rezavam e celebravam a Eucaristia pelos seus
defuntos. No início, eram recordados no terceiro dia do enterro e, depois, no
aniversário de morte. A seguir, no 7º e 30º dia. Tudo começou, porém, no ano
998, quando o Abade Odilo, de Cluny (994-1048), exigiu que o
então chamado “Dia de todas as almas”, hoje Dia de Finados, fosse celebrado em
2 de novembro, em todos os mosteiros sob a sua jurisdição. Em 1915, Bento XV
concedeu a faculdade a todos os sacerdotes de celebrar várias Missas neste dia,
desde que a intenção fosse feita apenas em uma Missa. Hoje, a liturgia propõe
várias Missas, nesta data, a fim de ressaltar o mistério pascal, a vitória de
Jesus sobre o pecado e a morte.
TEXTO (extraído da primeira Missa):
«Todo
aquele que o Pai me dá virá a mim, e o que vem a mim não o lançarei fora. Pois
desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me
enviou. Ora, esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não deixe perecer
nenhum daqueles que me deu, mas que os ressuscite no último dia. Esta é a
vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e nele crê tenha a vida
eterna; e eu o ressuscitarei no último dia» (Jo 6,37-40).
A VONTADE DE DEUS
A
mensagem revolucionária é que “todo aquele que vê o Filho e nele crê tenha a
vida eterna; e eu o ressuscitarei...”. Sabemos, por experiência, que o
corpo se decompõe: mas o corpo não representa todo o homem! O homem, como
pessoa, é parceiro do diálogo com Deus, que não o deixa cair, não o esquece,
porque Deus é fiel às suas promessas. Deus escreveu cada um de nós na palma da
sua mão e não se esquecido de ninguém, porque Ele é o Pai. Eis o ponto central
da mensagem que Jesus nos deixou. Por esta verdade, Jesus fez-se homem, morreu
na cruz e ressuscitou, para fazer-nos partícipes da alegria da ressurreição:
"Dai-lhes, Senhor, e a todos os que descansam em Cristo, a beatitude, a
luz e a paz", rezamos no cânone I da Missa, no momento de recordar os
fiéis defuntos.
DEIXAR-SE SURPREENDER
É
claro que sobreviveremos, disse Jesus! Porém, como isso acontecerá não sabemos,
podemos apenas intuir, mediante a escuta da Palavra evangélica. No entanto,
permanece a esperança de poder-nos surpreender com a bondade de Deus, com a sua
misericórdia. Temos os nossos parâmetros, para medir os acontecimentos da vida,
mas devemos deixar a Deus os seus parâmetros, que não são os nossos: será
precisamente este que nos surpreenderá, quando cruzarmos a Porta do Paraíso.
UM PASSO A MAIS
Morrer
não é desaparecer, mas viver de modo novo. É saber que, os que nos precederam,
deram um "passo a mais" no caminho da vida; atingiram o cume,
enquanto nós ainda estamos percorrendo as sendas da vida; ultrapassaram a curva
da vida, enquanto ainda estamos ao longo do retilíneo. Por isso, a morte não é
o fim de tudo, mas o início de uma vida nova, para a qual nos encaminhamos e
nos preparamos desde o início.
Logo,
a Comemoração dos Fiéis Defuntos não é apenas uma “recordação” dos que não
estão mais presentes entre nós, fisicamente, mas uma ponte, que nos aguarda no
fim da vida, que nos conduzirá à outra margem, à qual todos nós somos
destinados; é um meio para não nos deixarmos afogar por tantas mágoas,
esquecendo que tudo passa, mas Deus permanece.
IRMÃ MORTE
São
Francisco de Assis, após ter-se reconciliado com Deus, consigo mesmo e com a
criação, no final da sua vida conseguiu reconciliar-se até com a morte, tanto
que passou a chamá-la "irmã", sinal que, também para ele, se tratava
de um mistério a ser compreendido e aceito. Ao contrário da sociedade de hoje,
que tenta, com todos os meios, ocultar a realidade da morte, iludindo-se ser
eterna, São Francisco nos ensina a encará-la, compreendê-la, a considerá-la uma
"irmã", uma parte de nós. No fundo, é um acontecimento real e
existente: é um ato de honestidade intelectual, antes de ser espiritual. O
medo, diante da “irmã morte”, certamente, é ditado pela ignorância, por não
saber o que está além da “porta”. Por isso, suscita certo desconforto. Depois,
é inútil esconder que tememos o “peso” das nossas ações, pois, no final das
contas, todos acreditam, em seus corações e, no fim da vida, nos perguntaremos
como vivemos. Esta experiência leva-nos a rezar pelos que nos precederam, quase
querendo ajudá-los e protegê-los, ao invés de pedir sua ajuda e proteção.
Uma
coisa é certa: vemos a morte à luz da ressurreição de Jesus. Eis a nossa força
e serenidade. Ele nos abriu o Caminho que conduz, com a Verdade, à Vida. O
próprio Jesus recordou-nos que somos feitos para a eternidade: mil anos para
nós são como um sopro diante de Deus; este tempo tão curto e passageiro da
vida, não tem sentido se não for projetado para uma experiência mais
verdadeira, como o próprio Jesus disse: “Quem vê o Filho e nele crê terá a
vida eterna”.
Enfim, uma última coisa: Jesus fez-se o homem para nos ajudar a viver "por Deus"; ele morreu, foi sepultado e desceu ao ínfero para que ninguém se sentisse excluído da sua ação salvadora. Para que eu não tenha medo e não me sinta só e abandonado, à mercê dos meus temores, Jesus quis "viver" todos os lugares, até nos mais baixos, para me fazer “companhia" naquele momento. Não há “espaço”, na vida e na morte, que ele não tenha visitado. Isso me dá a certeza de que ele vai me receber, de braços abertos, em qualquer situação em que me “encontrar”: tanto hoje, no pecado, quanto amanhã, na morte, Ele sempre estará ao meu lado. Porque Ele venceu o pecado e a morte e me preparou um lugar na Casa do Pai. Isto me é suficiente para percorrer o caminho da vida, com confiança e esperança: "Mesmo se eu tivesse que caminhar em um vale escuro" (Sl 23), Ele estará sempre comigo!
sexta-feira, 1 de novembro de 2024
quinta-feira, 31 de outubro de 2024
Palácio dos Pobres: o maior abrigo a vulneráveis do Nordeste brasileiro
Rafaella Ramos -
Vatican News
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E |
m Maceió, capital de Alagoas, a Casa de
Ranquines, instituição vinculada à Arquidiocese de Maceió, inaugurou o “Palácio
dos Pobres”, um novo espaço de acolhimento destinado às pessoas em situação de
rua, localizado no Centro da capital alagoana e em funcionamento desde agosto
deste ano.
Situado na antiga
sede da Cúria Metropolitana, o edifício histórico, agora restaurado, passou a
acolher até quatrocentas pessoas, oferecendo não apenas abrigo, mas também dignidade e
cuidados integrais àqueles em condições de vulnerabilidade social.
A inauguração contou
com uma missa presidida pelo arcebispo dom Carlos Alberto Breis Pereira, O.F.M., onde
religiosos e membros da comunidade celebraram a reabertura do espaço, vendo-o
como um compromisso cristão de acolhimento aos mais necessitados.
“Essa casa, que já
foi residência dos arcebispos, será agora um refúgio para aqueles que carecem
de amor e respeito”, ressaltou dom Beto Breis durante sua homilia, expressando sua
emoção diante da nova função social do local.
Além da missa, o
evento incluiu a bênção do espaço e um almoço compartilhado entre o clero, os
acolhidos e a comunidade.
O local almeja mais
do que a provisão de abrigo e alimentação; sua missão é promover a reintegração
social e incentivar o desenvolvimento pessoal dos atendidos. A instituição
oferece cerca de duas mil refeições diárias, além de kits de higiene,
atendimento psicológico, consultas com assistentes sociais e acolhimento vinte
e quatro horas.
Frei João, diretor da
Casa, destacou que cada ação representa um gesto de solidariedade e cuidado,
reafirmando o compromisso com a transformação de vidas. “Nossa missão aqui é
oferecer dignidade e esperança, para que cada pessoa que nos procura possa reescrever
sua história”, afirmou.
O contínuo trabalho
de assistência e reintegração social realizado pela Casa de Ranquines responde
aos desafios da desigualdade em Alagoas, onde muitas pessoas ainda vivem em
situação de extrema pobreza.
quarta-feira, 30 de outubro de 2024
terça-feira, 29 de outubro de 2024
CCJ da Câmara dos Deputados discute PEC que muda regras de aposentadoria de servidores públicos
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A |
Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da
Câmara dos Deputados discute a PEC 66 que pretende retomar parte da discussão da
Reforma da Previdência de 2019, obrigando estados e municípios a adotarem as
mesmas condições do regime próprio dos servidores da União.
Conforme prevê a PEC,
os regimes próprios de previdência social (RPPS) dos entes federativos deverão
seguir as regras da União, a menos que adotem “regras mais rigorosas quanto ao
equilíbrio financeiro e atuarial”.
O projeto concede um
prazo de 18 meses para que os governos regionais façam as alterações
necessárias, do contrário, passam a valer imediatamente as regras federais para
os benefícios.
Entre as mudanças da
Reforma da Previdência de 2019 estão o aumento da idade mínima para
aposentadoria e o tempo de contribuição e, atualmente, os servidores devem ter
65 anos (homens) e 62 anos (mulheres), com 25 anos de
contribuição, sendo dez no serviço público e cinco no último cargo.
Em 2019, a reforma
apenas obrigou estados e municípios a criar regimes de Previdência complementar
e ajustar as alíquotas de contribuição e, com a PEC 66 busca-se retornar às
condições vigentes antes da reforma, época em que os servidores dos três níveis
governamentais seguiam regras similares, exceto das alíquotas de contribuição.
A PEC 66 causa
insatisfação entre os servidores dos estados e municípios e o Fórum das
Carreiras de Estado (Fonacate) já manifestou preocupação com a obrigatoriedade
de novas mudanças, mesmo nos entes que já fizeram ajustes. Segundo o Fonacate, a
proposta viola o pacto federativo e a autonomia dos estados e municípios.
Por que um estado ou
município, que está com as contas em dia, tem que aumentar sua contribuição?,
questionou a secretária-geral do Fonacate, Rivana Ricarte.
A PEC 66 também
propõe o parcelamento de dívidas previdenciárias em até 25 anos, bem como
limites para pagamentos de precatórios, que variam de 1% a 5% da receita
corrente líquida (RCL).
Com informações dos Sites O Globo e Contábeis.
segunda-feira, 28 de outubro de 2024
domingo, 27 de outubro de 2024
sábado, 26 de outubro de 2024
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 30º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 27/10/2024
Padre
Cesar Augusto, SJ - Vatican News
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O |
Evangelho deste 30º Domingo do Tempo Comum nos
relata a cura do cego Bartimeu. Ele se encontrava à beira do caminho dependendo
da compaixão dos transeuntes.
Em
certa ocasião ouviu falar de Jesus, de suas palavras e ações e ficou atento. Um
dia ao saber da aproximação do Senhor, começou a gritar implorando-lhe a cura.
Os que passavam corrigiam lhe para que se calasse. Ele não os escutou e gritava
com voz mais forte. O Senhor o mandou chamar até onde estava. Ele, em uma
atitude rápida, deixou seu manto e se aproximou de Jesus.
Vemos
nesse relato, alguém que cansou de viver à margem da vida e soube que aquele
que era a própria Vida estava passando e se avizinhava. Ele grita, coloca para
fora de seu ser cansado o desejo de libertar-se dessa escravidão. Pessoas que
lhe são próximas o mandam calar, pois julgam melhor que tudo continue como
está, optam pela acomodação. Mas ele está decidido e quer ser liberto de tudo o
que o marginaliza. Ele não se cala. Jesus, conhecendo tal opção, pede que as
pessoas que estão ao lado, tragam-no até ele.
Os
intermediários cumprem seu papel e dizem que o Senhor o chama. O cego larga o
manto, ou seja, larga a vida de dependência – já que era no manto, estendido à
sua frente, que as pessoas depositavam as esmolas - e salta para a
vida nova, de liberdade.
Este
episódio nos ajuda a purificar nossa vontade e nos dar aquela coragem de que
tanto gostaríamos possuir. Reclamar, queixar-se, fazer corpo mole, colocar a
responsabilidade na vida ou nos outros, é algo que deparamos dentro de nós.
Sair do acomodamento, ter de fato uma vontade firme e decidida é algo custoso
que nos mantém na escravidão e na dependência das pessoas.
Aprendamos
com Bartimeu a dar um basta a tudo aquilo que nos marginaliza, nos diminui a
dignidade, nos torna comodamente dependentes. Um cristão deve ser ágil em sua
opção pela vida e por uma vida digna. O cego não teve dúvidas, gritou por Jesus
e não deu atenção aos que o queriam calar.
Quais são as pessoas, situações ou sistemas que nos desejam manter na escravidão? Quais são as pessoas ou situações enviadas por Deus que nos levam à libertação, à independência? Examinemos quais são nossas dependências, nossas acomodações e tenhamos coragem para eliminá-las!
sexta-feira, 25 de outubro de 2024
quinta-feira, 24 de outubro de 2024
quarta-feira, 23 de outubro de 2024
terça-feira, 22 de outubro de 2024
segunda-feira, 21 de outubro de 2024
domingo, 20 de outubro de 2024
sábado, 19 de outubro de 2024
Reflexão Litúrgica para o 29º Domingo do Tempo Comum - 20/10/2024
Pe. Paulo Sérgio Silva
Diocese de Crato – CE.
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A |
liturgia deste 29º Domingo do Tempo Comum,
continuando a catequese que visa formar os discípulos nos valores do Reino de
Deus, reafirma que o serviço e a doação de si mesmo são a essência da missão de
Jesus e que por isto são também exigências e urgências indispensáveis para os
cristãos de todos os tempos.
Na
primeira leitura (Is. 53,10-11), o profeta Isaías apresenta, ao povo
escravizado no exílio, um misterioso “Servo de Deus”. Trata-se de alguém
considerado insignificante e rejeitado, mas cuja vida e sofrimento revelam-se
como a salvação de Deus. Aqui não se trata de fazer apologia ao sofrimento em
si. Mas sim nos fazer entender que sofrer pelos outros, carregando seus
aflições e angústias, é exemplo de serviço e doação, como percebemos na própria
vida de Jesus. Dirá, São Paulo, séculos depois: “o que, porém, para o mundo é
loucura, Deus o escolheu para envergonhar os sábios; e o que para o mundo é
fraqueza, Deus o escolheu para envergonhar o que é forte.” (1Cor. 1,27)
Por isto, este “Servo” se tornou o anúncio da vida e a missão de Cristo.
Na
segunda leitura (Hb. 4,14-16), a Carta aos Hebreus fala-nos de um Deus
íntimo a humanidade e que, por isso, rebaixa-se partilhando nossa frágil
condição para nos fazer participar da sua condição divina. Dirá são Paulo:
“Jesus Cristo, sendo rico, se fez pobre por vós, a fim de vos enriquecer por
sua pobreza” (2Cor. 8, 9). Ele não ostenta seu poder e sua omnipotência,
pelo contrário, tendo assumido a condição humana em plenitude, passou pelo
sofrimento e pela morte, tornando-se a expressão de serviço, doação,
misericórdia e compaixão. Mediante a sua vida, Jesus Cristo, que é ao mesmo
tempo Sacerdote, Altar e Cordeiro sacrifical, constitui os seus discípulos, a
comunidade cristã de todas as eras, em um Povo Sacerdotal enquanto permanece
nos convidando a fazer da própria vida, analogamente a sua, um contínuo
sacrifício de louvor, de entrega e de amor.
No
Evangelho (Mc. 10,35-45), continuamos a percorrer, com Jesus e os
discípulos, o caminho em direção a Jerusalém. João e Tiago reivindicam para si
um privilégio que desperta a raiva dos demais discípulos porque provavelmente
estes queriam pedir a mesma regalia. Todos os discípulos demonstram que ainda
não compreenderam o coração do Mestre, não aceitam um Messias sofredor e
alimentam uma visão imperialista do Reino de Deus com expectativas de um
Messias glorioso, violento e autoritário. Jesus os convida a não usar o Reino
de Deus como objeto para alcançar seus sonhos e planos pessoais de ambição, de
grandeza, de poder e dominação, mas a converter suas vidas em serviço e doação
de amor. Ao mencionar o batismo como início da missão, e o cálice como símbolo
da paixão/conclusão da missão, Ele nos faz compreender que para permanecer com
o messias glorioso na ressurreição é necessário acompanhá-lo em todos os
momentos de sua missão, inclusive na doação da própria vida na Cruz.
O
desejo de grandeza gera ambição, causa rivalidade e divisão da comunidade.
Quando colocamos nossos projetos pessoais acima dos planos de Deus, a unidade
deixa de existir. Em um mundo cada vez mais contaminado por uma falsa teologia
da prosperidade, os cristãos precisam reaprender que a decisão de acolher o
discipulado de Jesus e assumir suas consequências não pode depender de
promessas de recompensas. Os lugares na glória futura são um dom gratuito de
Deus Pai e não fruto da conquista pessoal.
Embora
reprovemos, automática e veementemente, as atitudes de João, Tiago e dos demais
discípulos neste episódio, esquecemos quão semelhantes são as nossas próprias
condutas. Isto porque facilmente
esquecemos que para o Reino em nada frutifica as nossas vãs e risíveis guerras
pelo poder ou pelo protagonismo, a nossa insaciável sede por honras e títulos,
as nossas ambições mesquinhas que nos levam a querer impor nossa mediocridade
sobre os outros.
O
modelo de vida a ser seguida será sempre a do próprio Jesus Cristo. Nele, com
Ele e por Ele nasce uma comunidade de “irmãos/servos”, não um império de
generais e reis. Somos convidados a repensar a forma como vivemos diante da
família, na escola, no trabalho e na sociedade como um todo. É preciso vigiar e
orar para não transformarmos nossa missão em uma corrida onde usamos o
Evangelho para alcançar poder e domínio sobre aqueles a quem nós devemos
servir. É no amor e na entrega de quem serve humildemente aos irmãos que Deus
oferece a vida eterna e verdadeira.
Somos discípulos de Jesus Cristo e, portanto, testemunhas e semente de
um novo mundo “onde habitará a justiça.” (2Pd. 3,13)
Fonte: Site da Diocese
de Crato - Ceará



















