segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
domingo, 1 de fevereiro de 2026
sábado, 31 de janeiro de 2026
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 4º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 01/02/2026
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A |
liturgia deste 4º Domingo do Tempo Comum nos
coloca diante do "Sermão da Montanha", o coração do ensinamento de
Jesus. Se o Evangelho fosse um corpo, as Bem-aventuranças seriam os seus
batimentos cardíacos. Elas não são apenas belas palavras de consolo; são a
"Proclamação do Reino" e o novo estatuto da felicidade cristã.
A primeira leitura, do profeta Sofonias, nos fala de
um "resto de povo" que é humilde e pobre. Isso nos faz perguntar: em
que colocamos nossa confiança? No dinheiro? No status? No controle que achamos
ter sobre a vida? O profeta nos lembra que o único refúgio seguro é o Nome
do Senhor. Ser "pobre em espírito" não é falta de bens, mas é a
liberdade de quem não se deixa possuir pelas coisas, mas se deixa possuir por
Deus.
São Paulo, na segunda leitura, dá um "choque de
realidade" na comunidade de Corinto e em todos nós. Ele diz: Deus
escolheu o que o mundo despreza. Isso é libertador! Significa que para Deus
não conta o seu currículo, sua conta bancária ou sua influência social. O que
conta é a sua abertura para a graça. Se você se sente fraco, pequeno ou
inadequado, saiba que é exatamente você quem Deus deseja usar para manifestar a
Sua glória. Nossa única glória é o Senhor.
Jesus sobe ao monte, senta-se e ensina. Ele inverte a
lógica do mundo. O mundo diz: "Feliz quem tem poder"; Jesus diz:
"Felizes os mansos". O mundo diz: "Feliz quem se diverte e não
sofre"; Jesus diz: "Felizes os que choram". O mundo diz:
"Feliz quem é forte e se impõe"; Jesus diz: "Felizes os
misericordiosos e os puros de coração".
As Bem-aventuranças são o retrato fiel do próprio
Jesus. Ele foi o pobre, o manso, o aflito, o faminto de justiça, o
misericordioso e o perseguido. Segui-las não é buscar o sofrimento, mas
entender que, mesmo nas dificuldades, se estivermos com Deus, somos
profundamente felizes.
Nesta Eucaristia, peçamos a graça de um coração
humilde. Que não tenhamos medo de ser "diferentes" neste mundo. Que a
nossa busca não seja pela felicidade passageira que o consumo oferece, mas pela
alegria eterna que nasce de viver o Evangelho. Sejamos o sal da terra e a luz
do mundo, vivendo com a esperança de que o Reino dos Céus já começou aqui,
entre nós.
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Na Igreja do Aldebaran, Missa da Graça, um encontro de Fé e Esperança.
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A |
Igreja Matriz
de Nossa Senhora das Graças - Paróquia de Santa Catarina Labouré, no Aldebaran,
em Maceió-AL, tem se tornado um ponto de encontro para fiéis que buscam renovar
sua fé e fortalecer sua caminhada espiritual. Entre as celebrações mais
marcantes da comunidade está a Missa da Graça, um momento
especial de oração, louvor e bênçãos que tem transformado vidas e reacendido a
esperança no coração dos participantes.
A Missa da Graça é celebrada com o propósito de
aproximar os fiéis da presença divina, convidando cada pessoa a entregar suas
intenções, agradecer pelas conquistas e pedir forças para enfrentar os desafios
do cotidiano. Durante a celebração, a comunidade é conduzida a uma
profunda experiência de fé, marcada por cânticos, orações e momentos de
reflexão sobre a Palavra de Deus.
O ambiente acolhedor da Igreja do Aldebaran favorece a
vivência espiritual, permitindo que cada fiel se sinta parte de uma grande
família unida pela fé em Cristo. A celebração é conduzida com alegria e
devoção, reforçando o sentido de comunhão e fraternidade entre todos.
A cada edição, novos fiéis se unem à celebração,
movidos pelo desejo de experimentar a presença do Espírito Santo e de
testemunhar as maravilhas que o Senhor realiza em meio ao seu povo.
A Missa da Graça acontece sempre às 19h30 da
quarta quarta-feira do mês, reunindo pessoas de todas as idades e realidades. É
um convite aberto a todos que desejam viver um momento de oração profunda,
agradecer pelas bênçãos recebidas e pedir novas graças para suas vidas e
famílias.
Além dos louvores a Nossa Senhora das Graças e Santa
Catarina Labouré, em um momento da Celebração, o Santíssimo passeia entre os
fiéis, promovendo momento de muita emoção.
A Missa da Graça na Igreja do Aldebaran é um
verdadeiro testemunho de fé viva e atuante. Em cada celebração, a comunidade se
fortalece, os corações se abrem e as bênçãos se multiplicam. É um tempo de
graça, esperança e renovação espiritual que continua a inspirar e transformar
vidas, reafirmando que, onde há fé, há sempre um novo começo.
A Paróquia de Santa Catarina Labouré tem como pároco o padre Edvaldo Afrânio dos Santos.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
domingo, 25 de janeiro de 2026
sábado, 24 de janeiro de 2026
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 3º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 25/01/2026
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A |
s
leituras deste 3º Domingo do Tempo Comum nos colocam diante de um movimento
geográfico e espiritual: Jesus deixa a segurança de Nazaré para ir à
"Galileia dos pagãos". Ele não vai para os centros de poder, mas para
as periferias, para onde a vida estava envolta em sombras.
O profeta Isaías já anunciava: "O povo
que andava nas trevas viu uma grande luz". Hoje, essa luz tem um nome:
JESUS CRISTO. Percebam que Jesus não espera as pessoas estarem
"prontas" em um templo; Ele as encontra no trabalho, à beira do mar,
consertando redes. Isso nos ensina que a Palavra de Deus — que celebramos de
modo especial hoje — não é algo para ficar guardado em prateleiras, mas uma luz
para iluminar nossas decisões concretas, nossa fadiga e nossas esperanças.
No Evangelho de Mateus, vemos a vocação de Pedro,
André, Tiago e João. O texto usa uma palavra forte: "Imediatamente".
Ao ouvirem o convite para serem "pescadores de homens", eles deixam
as redes. As redes representam nossas seguranças, nossos medos e, às vezes, os
vícios que nos prendem ao passado. Seguir Jesus não é um plano para o futuro; é
uma urgência do presente. O Reino de Deus "está próximo", está ao
alcance de um "sim".
São Paulo, na segunda leitura, nos faz uma advertência
necessária. De nada adianta sermos iluminados por Cristo se vivemos
divididos. "Acaso Cristo está dividido?", pergunta ele
aos Coríntios. Muitas vezes, em nossas comunidades e famílias, criamos
partidos: "eu sou de tal grupo", "eu sigo tal líder". Paulo
nos recorda que o centro é a Cruz de Cristo. A unidade não é uniformidade (todos
iguais), mas sim a concórdia no essencial: o amor e o anúncio do Evangelho.
Neste domingo, Jesus passa novamente pelas margens de
nossas vidas. Ele olha para nossas redes — nossas ocupações e preocupações — e
nos chama pelo nome. Que não tenhamos medo de deixar o que nos pesa para
segui-Lo. Que sejamos uma Igreja que, em vez de apontar as trevas do mundo,
prefira acender a luz da esperança e da unidade.
Que a Palavra de Deus, que hoje saboreamos, cure
nossas divisões e nos transforme em autênticos discípulos missionários.
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
A DIFÍCIL E NOBRE MISSÃO DE SERVIR NA IGREJA CATÓLICA
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Q |
uem
olha de fora, muitas vezes vê apenas o resultado: a liturgia bem celebrada, o
evento beneficente organizado ou a catequese em dia. No entanto, quem está nos
"bastidores" das paróquias e comunidades sabe que ser um colaborador
da Igreja é uma missão que exige muito mais do que boa vontade; exige
resiliência, equilíbrio e uma fé inabalável.
O PESO DA
"MARTA" NA VIDA DE "MARIA"
O maior desafio do colaborador é o equilíbrio bíblico
entre o fazer e o ser. Em um mundo onde as paróquias precisam lidar com
burocracias complexas, redes sociais, gestão de dados e manutenção financeira,
é fácil se perder no "ativismo pastoral". Muitas vezes, o voluntário
entra para servir a Deus e acaba consumido por planilhas e conflitos
administrativos.
O desafio aqui é não permitir que a estrutura abafe o
Espírito. O trabalho operacional é necessário, mas ele deve ser o meio,
nunca o fim.
A SOBRECARGA
DOS MESMOS ROSTOS
Um fenômeno comum em nossas comunidades é a
centralização. Geralmente, 10% dos paroquianos fazem 90% do trabalho. Isso gera
o chamado burnout pastoral. O colaborador se sente cansado,
sobrecarregado e, por vezes, solitário em sua missão.
Além disso, conciliar a vida profissional e familiar
com as exigências da paróquia exige uma ginástica de tempo que poucos conseguem
sustentar sem um apoio espiritual sólido.
LIDAR COM O
HUMANO PARA CHEGAR AO DIVINO
A Igreja é feita de santos e pecadores. No dia a dia
do serviço, surgem as divergências de opinião, os choques de gerações entre os
mais tradicionais e os mais jovens, e a difícil tarefa de lidar com críticas.
Ser colaborador é exercer a paciência cristã em grau máximo, entendendo que o
próximo — mesmo aquele que discorda de você na reunião do conselho — também
busca o mesmo céu.
COMO MANTER
A CHAMA ACESA?
Para que a missão não se torne um fardo pesado demais,
alguns passos são essenciais:
1.
Formação
Espiritual:Não se pode dar o que não se tem. O colaborador
precisa de momentos de retiro e oração pessoal.
2.
Saber
Delegar: A missão é da Igreja, não é "sua". Aprender
a partilhar tarefas é um ato de humildade e caridade.
3.
Foco
na Gratuidade: O serviço na Igreja não é um emprego, é uma resposta
de amor. Quando o cansaço bater, é preciso voltar ao "primeiro amor"
e lembrar por quem você começou a servir.
CONCLUSÃO
Ser colaborador na Igreja Católica hoje é, sim, uma
missão difícil. Mas é também uma oportunidade única de ser "Igreja em
saída”. Cada ação realizada, cada pessoa evangelizada e cada acolhida na porta da
igreja é um tijolo na construção do Reino de Deus.
Se você serve na Igreja Católica, saiba: seu trabalho
pode ser invisível para muitos, mas é fundamental para a vida da Igreja e,
principalmente, para Deus. Não desanime.
Se você ainda não serve, procure o seu pároco e coloque-se à disposição. Servir a Deus não é uma obrigação, é um privilégio!
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
domingo, 18 de janeiro de 2026
sábado, 17 de janeiro de 2026
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 18/01/2026
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I |
niciamos o Tempo Comum com uma cena de profunda humildade. João Batista está no
auge de sua popularidade, mas, quando Jesus se aproxima, João não hesita: ele
diminui para que o Outro cresça. Seu papel é ser o “dedo que aponta”.
Em um mundo onde todos lutamos por visibilidade e
autoafirmação, João Batista nos ensina a virtude da referencialidade. Nossa
missão como Igreja e como batizados não é brilhar com luz própria, mas refletir
a “Luz das Nações” (Isaías 49).
O cristão autêntico é aquele que, ao falar, faz as
pessoas olharem para Jesus, e não para si mesmo.
João
utiliza um título estranho para um “libertador”: Cordeiro. Naquela época,
esperava-se um leão, um guerreiro. Mas Deus salva pela mansidão e pelo
sacrifício. Chamar Jesus de “Cordeiro que tira o pecado do mundo” é reconhecer
que o mal não se vence com mais violência, mas com o amor que se entrega.
Nos tempos atuais, diante de tantos conflitos globais
e polarizações que ainda ferem nossas comunidades, a liturgia nos pergunta: “estamos
dispostos a vencer o ódio com a mansidão do Cordeiro, ou ainda buscamos a força
das armas e das palavras agressivas?”
João Batista diz: “Eu vi o Espírito descer”. Este é o
diferencial de Jesus. Ele não apenas nos limpa no batismo de água; Ele nos
incendeia no batismo no Espírito.
A segunda leitura de hoje (1Cor 1,1-3) nos
lembra que somos “chamados a ser santos”. A santidade não é um isolamento do
mundo, mas uma imersão nele com o Espírito de Deus. Ser santo é ser “luz das
nações” no nosso trabalho, na nossa família e por onde estivermos. É
transformar o ambiente em que estamos porque o Espírito de Deus repousa sobre
nós, assim como repousou sobre Jesus no Jordão.
O Evangelho de hoje é um convite ao reconhecimento.
João Batista só pôde testemunhar porque “viu”. Nós só podemos ser cristãos
autênticos se tivermos uma experiência pessoal com Jesus.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
MESCE, um serviço vital na comunidade católica.
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O |
Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão
Eucarística exerce um ministério. É um servidor e deverá conscientizar-se de
que a sua preocupação deve estar voltada para uma relação intima entre o
ministério, Jesus e a comunidade, ou seja, a pessoa deve carregar consigo que o
ministério é estar a serviço de Jesus antes da comunidade, isto é, uma
intimidade de pura espiritualidade, tornando essa comunidade mais cristã, mais
missionária e ativa a caminho da salvação.
O Ministério requer a consciência do compromisso
assumido mediante Cristo e a comunidade para isso o Ministro extraordinário da
Sagrada Comunhão deve buscar conhecer melhor sua fé e o espírito de vivência
comunitária e que seja um promovedor e transformador da fraternidade. Portanto
todos os ministérios devem ser exercidos em um espírito de serviço fraterno e
dedicação à Igreja, em nome do Senhor.
Todo Ministério só é completamente fortalecido quando
nutrido pelo amor a Deus, ao irmão e ao serviço se fazendo comum união
verdadeira e perpetuando pela consciência da missão que se torna testemunho no
mundo promovendo a transformação que possa levar todos a salvação, lembrada
sempre que Jesus é o centro da vida e de todo Ministério.
MISSÃO
O Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística
tem por objetivo de suprir uma necessidade da Igreja atribuindo além de assumir
a identidade engajando-se mais profundamente na comunidade dando com maior
intensidade sua contribuição para a construção do Reino de Deus e desempenhando
com maior assiduidade sincrônica e harmoniosamente com os ministérios afins e
outras pastorais da Igreja algumas atividades.
1 – Conhecer as
necessidades da comunidade, seus apelos, as prioridades mais urgentes a serem
respondidas.
2 – Conscientizar, a partir da realidade, dinamizando
as tarefas comunitárias, sob a luz da Palavra de Deus.
3 – Apoiar os
grupos da comunidade, ajudando-os a um trabalho participativo de comunhão.
Ministério é serviço na comunidade.
4 – Cristo é o Pão da vida. O Ministro não só
distribui o Pão Eucarístico, mas está comprometido com a “vida dos irmãos”.
5 – O Ministro
deverá estar ligado profundamente a Cristo, dinamizando e fermentando a
comunidade, promovendo a fraternidade.
6 – O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao
estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente
junto aos necessitados e doentes.
7 – É importante
que o Ministro cultive sua fé, o espírito comunitário, cresça na consciência do
anúncio do Reino de Deus e da denúncia daquilo que não constrói fraternidade.
Cresça no dom de si mesmo, na espiritualidade Eucarística, visando transformação.
Suas atividades são diárias e constantes, concentrados e, basicamente no
servir.
8 – A de “servir o altar”, junto ao sacerdote durante
as Missas, obedecendo a uma escala previamente elaborada no intuito de que haja
um justo revezamento para que todos tenham oportunidade de participar tanto das
Missas semanais, como nas dominicais.
9 – A visitação
aos doentes: onde é realizado deverá ser realizada uma preparação do doente
para receber o Sacramento despertando também os familiares para a consciência
do sacramento. Este trabalho pode ser feito em conjunto com a Pastoral da
Saúde, de tal maneira que, no mínimo uma vez por semana, esta seja efetuada
pelo Ministro da Comunhão acompanhado do agente visitador da Saúde, visando uma
perfeita integração em benefício do doente, realizando atividades que se
complementam. Ao conforto espiritual para o corpo, oferecido pelo visitador da
Pastoral da Saúde, acrescenta-se o “alimento da alma”, o Pão Vivo da
Eucaristia, oferecido ao enfermo no momento da comunhão que, nesta específica
ocasião somente ao Ministro caberá administrar.
10 – Irradiar sempre que oportuno, a mensagem da
Palavra de Deus por ocasião das visitas, ou no ambiente comunitário, de forma
evangelizadora.
11 – Formar a
comunidade cristã através da Palavra de Deus, despertar-lhe a fé e prepará-la
para celebração eucarística.
12 – Expor e repor o Santíssimo Sacramento, nos termos
do CAN 943.
13 – Participar
ativamente da festa de Corpus Christi.
14 – Zelar pela dignidade do culto eucarístico e de
tudo que lhe diz respeito.
15 – Dar resposta
ou tirar dúvidas com respostas concretas, senão buscar a resposta certa antes
de passá-la.
ATITUDES DO MESCE
- Considerando que a escala é passada com
antecedência, numa eventualidade de coincidência de compromisso o Ministro
é responsável por fazer a troca não deixando vaga a sua posição de servir.
- A preparação para o
cumprimento do serviço vem da total consciência e modo de cada um desde
que se faça sintonia com Jesus e demais membros em atividade (Padre,
equipe de liturgia, música e demais Ministros) a parte do Ministro não
deve e não pode ser isolado, um ministério alheio.
- Usar trajes adequados, que inspirem o respeito
que a ocasião requer, porém, asseados e sem formalismo. Na Paróquia o
Jaleco branco, calça preta e calçado preto.
- Apresentar-se com a
aparência (penteado, maquiagem e unhas cuidadas) mantendo devidos
cuidados que o lugar e a situação requerem;
- Não utilizar acessórios que possam atrapalhar ou
desviar a atenção;
- Evitar distribuir a
comunhão quando estiver com ferimentos, ataduras ou bandagens, sobretudo
nas mãos e nos dedos;
- Quando escalado o Ministro deve chegar ao mínimo
60 minutos antes do início da celebração.
- Na chegada na
Igreja, antes de iniciar os serviços a visita ao santíssimo é
indispensável para a oração pessoal (colocar-se na presença a serviço
de Jesus).
- Contribuir sempre para arrumação que antecede a
celebração, ajudar a observar detalhes.
- Estar atento e em
sintonia ao acontecimento e a alguma necessidade extra ou fato inesperado.
- Ceder o lugar do serviço a outro, caso não
esteja em condição adequada ao momento.
- Ao final da missa ou
celebração guardar todos os vasos litúrgicos e alfaias.
COMUNHÃO AOS ENFERMOS:
- Onde há o Santíssimo: Os Ministros da comunhão
devem levar, semanalmente, a Eucaristia para os Enfermos.
- O Ministro, quando
for levar a Eucaristia para os Enfermos, deve estar devidamente trajado,
usando o jaleco e de calça preta e sapato.
- Deve verificar antes se o doente já passou pela
confissão junto ao sacerdote.
- Para levar a
comunhão, se faz necessário o uso da bolsa viático, teca, sanguíneo e o
corporal.
- Deve-se recomendar à família que prepare uma
mesinha com uma toalha branca, uma vela acesa, um crucifixo e um copo com
água.
- E que a família
esteja reunida esperando e preparados. O acompanhante do doente,
devidamente preparado, poderá receber a santa Comunhão. Neste caso, se o
acompanhante não tiver condições de participar da missa e celebração no
dia.
- Ao chegar, o Ministro deposita o Santíssimo na
mesinha e diz aos presentes algumas palavras a todos para participar da
alegria da visita e presença do Senhor Jesus.
NÃO É PERMITIDO DAR A COMUNHÃO NAS
SEGUINTES CIRCUNSTÂNCIAS:
- Dentro das doenças
estão: pessoas em coma, pessoas que não podem deglutir, pessoas com
constante respiração assistida, risco de vômito, febre alta que cause
alucinações etc.
- Adultos que tenham doenças mentais que privam do
uso de razão.
- Adolescentes e
idosos com sérias deficiências intelectuais.
ESPIRITUALIDADE
O aprimoramento espiritual dos Ministros
Extraordinários da Sagrada Comunhão deverá realizar-se dentro das seguintes
normas:
· Estudo e pesquisa dos documentos da Igreja com
avaliações.
· Retiros em grupo.
· Formação por meio de cursos promovidos em âmbito
regional ou paróquia.
· Permanente
atualização teológico – pastoral à luz da Eucaristia, buscando a santificação
própria e do outro, atendendo com dedicação aos serviços caritativos.
Cada Ministro, por ser perante o mundo, testemunho da
ressurreição e da vida do Senhor Jesus, e sinal do Deus vivo. Deve aprimorar-se
na oração, praticar a penitência, conhecer os documentos da Igreja e viver a
doutrina cristã.
O Ministro deverá estar ligado profundamente a Cristo,
dinamizando e fermentando a comunidade, promovendo a fraternidade.
O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao
estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente
junto aos necessitados e doentes.
É importante que o Ministro cultive sua fé, o espírito
comunitário, cresça na consciência do anúncio do Reino de Deus e da denúncia
daquilo que não constrói fraternidade. Cresça no dom de si mesmo, na
espiritualidade Eucarística, visando transformação.
O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística é um braço da Igreja que estende o cuidado pastoral e a presença eucarística de Jesus àqueles que mais necessitam, sendo um serviço vital na comunidade católica.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Sob a proteção divina, TJAL celebra Missa em Ação de Graças pelo início do ano de 2026
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| Foto: DICOM TJAL |
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N |
a
manhã desta segunda-feira (12), o Plenário principal do Tribunal de Justiça de
Alagoas foi palco de um momento de fé e união com a celebração da Missa em Ação
de Graças, marcando o início oficial das atividades do ano judiciário de 2026.
A celebração reuniu magistrados do primeiro e segundo
graus, servidores, prestadores de serviço e diversos integrantes do sistema de
justiça alagoano. O encontro serviu como um espaço de reflexão antes da
retomada plena do fluxo de processos e atendimentos ao público.
Com o tema “Sob o olhar de Deus, entregamos os
trabalhos e acolhemos as bênçãos de 2026”, a Santa Missa foi celebrada pelo
cônego Elison Silva. Em sua homilia, o celebrante destacou a importância da
ética, da compaixão e da justiça na condução dos trabalhos públicos, rogando
por proteção e sabedoria para os desafios que o novo ano reserva à Corte
Alagoana.
A cerimônia simboliza a entrega das metas
institucionais e do compromisso com a cidadania sob a proteção divina. Para os
presentes, o evento foi uma oportunidade de renovar os propósitos de servir à
sociedade com dedicação e integridade.
A realização da Missa no plenário do TJAL reafirma a tradição de iniciar o ciclo anual com um convite à harmonia e ao trabalho coletivo. Após a celebração, o Judiciário segue com seu cronograma de atividades voltado à celeridade processual e ao fortalecimento do Estado de Direito em Alagoas.
Com informações e foto do DICOM TJAL.
domingo, 11 de janeiro de 2026
sábado, 10 de janeiro de 2026
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA A FESTA DO BATISMO DO SENHOR – 11/01/2026
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A |
Festa do Batismo do Senhor encerra o Tempo do
Natal e abre o caminho para o Tempo Comum, convidando à contemplação do
início da vida pública de Jesus.
O Evangelho deste domingo apresenta o momento em que
Jesus, ao ser batizado por João no Jordão, é revelado como o Filho amado do
Pai, sobre quem repousa o Espírito Santo. É uma cena de profunda manifestação
trinitária e de revelação da missão redentora de Cristo.
O batismo de Jesus não é um gesto de purificação
pessoal, pois Ele é o Santo de Deus, mas um ato de solidariedade com a
humanidade pecadora.
Ao descer às águas, o Filho de Deus se identifica com
os homens e mulheres que buscam conversão, assumindo sobre si o peso do pecado
do mundo. Nesse gesto humilde, manifesta-se o amor divino que se faz próximo,
que desce até as profundezas da condição humana para elevá-la à comunhão com o
Pai.
A voz que ressoa do céu — “Tu és o meu Filho
amado, em ti ponho o meu bem-querer” — revela a identidade de Jesus e inaugura
sua missão. O Espírito Santo, que desce em forma de pomba, unge o Messias para
anunciar a Boa-Nova aos pobres, curar os corações feridos e libertar os oprimidos.
O batismo, portanto, é o ponto de partida da missão salvífica de Cristo e
o modelo para a vida cristã.
Para os batizados, esta solenidade é um convite à
renovação da própria identidade. Pelo batismo, cada cristão é incorporado a
Cristo, tornando-se filho no Filho e participante de sua missão profética,
sacerdotal e real. Ser batizado é viver como testemunha do amor de Deus no
mundo, deixando-se conduzir pelo Espírito e comprometendo-se com a justiça, a
paz e a fraternidade.
Celebrar o Batismo do Senhor é recordar o dom recebido
e renovar o compromisso de viver segundo o Evangelho. Assim como Jesus
saiu das águas do Jordão para iniciar sua missão, cada batizado é chamado a
sair das “águas” da celebração para transformar o cotidiano em espaço de
serviço, compaixão e anúncio do Reino.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO EMPOSSA NOVAS COORDENAÇÕES EM ALAGOAS PARA O PRÓXIMO TRIÊNIO
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N |
a quarta-feira
(07/Jan), em uma solenidade marcada pela fé e pelo compromisso com os valores
cristãos, o Movimento Familiar Cristão (MFC) em Alagoas realizou a posse
oficial de suas novas lideranças.
A cerimônia ocorreu durante uma Missa de Ação de
Graças, presidida pelo Assessor Eclesiástico do MFC em Alagoas, Padre Adriano
Mendes, reunindo membros e famílias de diversas localidades.
O evento celebrou a renovação do compromisso
missionário do MFC, oficializando os novos responsáveis pela Coordenação
Regional Nordeste, pela Coordenação Estadual de Alagoas, além das Coordenações
das Cidades e dos Grupos de Base.
Durante a celebração, o Padre Adriano Mendes destacou
a importância do protagonismo leigo na Igreja e o papel fundamental do MFC na
proteção e orientação das famílias. "O movimento é um farol que guia as
famílias no caminho da solidariedade e da espiritualidade", afirmou o
sacerdote.
As novas coordenações assumem o desafio de dar
continuidade aos projetos de formação, assistência social e engajamento
comunitário que o MFC desenvolve no estado. A estrutura do
movimento — que vai desde a instância regional até os grupos de base — permite uma atuação direta na realidade das famílias alagoanas.
Com décadas de atuação no Brasil, o Movimento Familiar
Cristão é uma organização que busca a justiça social e a vivência dos valores
humanos e cristãos. Através de reuniões de estudo, oração e ação, os mfcistas trabalham para que a família seja, de fato, a base de uma sociedade mais
fraterna.
Para as pessoas e famílias interessadas em conhecer o trabalho ou participar dos grupos de base, o movimento disponibiliza informações através de suas redes sociais no Instagram e pelo site oficial do MFC Brasil – www.mfc.org.br
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Padre Edvaldo Afrânio celebra 28 anos de ordenação sacerdotal
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A |
Paróquia de Santa Catarina Labouré, localizada
no Aldebaran, em Maceió-AL, celebra nesta terça-feira (06/Jan), com
alegria e gratidão os 28 anos de ordenação sacerdotal do seu pároco, Padre
Edvaldo Afrânio dos Santos.
A data marca uma trajetória de fé, dedicação e serviço
à Igreja e ao povo de Deus, construída com amor e compromisso pastoral.
Ordenado sacerdote em 1998, Padre Edvaldo tem se
destacado por sua atuação firme e acolhedora, conduzindo comunidades com
zelo e espiritualidade. Ao longo de quase três décadas de ministério, tem
sido instrumento de evangelização, promovendo a vivência dos sacramentos, o
fortalecimento da fé e o engajamento dos fiéis nas diversas pastorais e
movimentos da Igreja.
Na Paróquia de Santa Catarina Labouré, Padre Edvaldo é
reconhecido por sua presença próxima aos paroquianos, pela atenção às
famílias e pelo incentivo constante à formação cristã. Sua missão pastoral é
marcada pela simplicidade, pela escuta e pela busca de uma Igreja viva,
participativa e comprometida com o Evangelho.
Durante a celebração do Batismo do Senhor, na Missa do domingo, às 11h, antecedendo as
festividades em ação de graças pelos 28 anos de sacerdócio, a comunidade
paroquial expressou gratidão a Deus pela vida e vocação do padre, que
tem sido sinal de esperança e fé para tantos. O momento foi de emoção e
reconhecimento pela caminhada sacerdotal dedicada ao serviço do Reino de Deus.
A comemoração reforça o testemunho de Padre Edvaldo
como pastor que, inspirado no exemplo de Cristo, Bom Pastor, continua a
conduzir o rebanho com sabedoria, humildade e amor. Que sua vocação siga
sendo abençoada e frutífera, e que sua vida sacerdotal continue iluminando o
caminho de todos que com ele partilham a fé.
“Dai-nos, Senhor, sacerdotes segundo o vosso coração.”
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
domingo, 4 de janeiro de 2026
sábado, 3 de janeiro de 2026
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA A SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR – 04/01/2026
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Solenidade da Epifania do Senhor celebra a
manifestação de Jesus como luz para todos os povos. Os Magos, vindos do
Oriente, representam a humanidade inteira em busca da verdade e da salvação.
Eles seguem uma estrela, símbolo da fé que guia os corações sinceros até o
encontro com Deus.
O Evangelho mostra dois caminhos diante da presença de
Cristo: o de Herodes, marcado pelo medo e pela resistência, e o dos Magos,
marcado pela abertura e pela adoração. Herodes teme perder o poder e tenta
eliminar a novidade que o Messias representa. Já os Magos deixam-se conduzir
pela esperança e, ao encontrarem o Menino, prostram-se e O adoram, oferecendo
ouro, incenso e mirra — sinais de realeza, divindade e humanidade.
A Epifania convida a reconhecer que Deus se manifesta
não apenas aos que pertencem a um povo ou tradição, mas a todos os que O buscam
com coração sincero. A luz de Cristo rompe as fronteiras e ilumina cada pessoa
que se deixa guiar pela fé.
Hoje, a estrela continua a brilhar nas pequenas
manifestações do amor de Deus - na solidariedade, na justiça, na partilha e na
paz. A verdadeira adoração nasce quando o coração se abre para acolher o Cristo
presente nos irmãos e irmãs, especialmente nos mais necessitados.
Que esta celebração renove o compromisso de ser sinal
da luz de Cristo no mundo. Assim como os Magos voltaram por outro caminho, quem
encontra o Senhor não pode mais seguir o mesmo rumo: a fé transforma, renova e
envia em missão.
ORAÇÃO:
Senhor Jesus, luz que ilumina todos os povos,
fazei brilhar em cada coração a estrela da fé. Que, guiados por tua presença,
sejamos testemunhas do teu amor no mundo. Amém.


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