sábado, 31 de janeiro de 2026

REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 4º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 01/02/2026

 

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 liturgia deste 4º Domingo do Tempo Comum nos coloca diante do "Sermão da Montanha", o coração do ensinamento de Jesus. Se o Evangelho fosse um corpo, as Bem-aventuranças seriam os seus batimentos cardíacos. Elas não são apenas belas palavras de consolo; são a "Proclamação do Reino" e o novo estatuto da felicidade cristã.

A primeira leitura, do profeta Sofonias, nos fala de um "resto de povo" que é humilde e pobre. Isso nos faz perguntar: em que colocamos nossa confiança? No dinheiro? No status? No controle que achamos ter sobre a vida? O profeta nos lembra que o único refúgio seguro é o Nome do Senhor. Ser "pobre em espírito" não é falta de bens, mas é a liberdade de quem não se deixa possuir pelas coisas, mas se deixa possuir por Deus.

São Paulo, na segunda leitura, dá um "choque de realidade" na comunidade de Corinto e em todos nós. Ele diz: Deus escolheu o que o mundo despreza. Isso é libertador! Significa que para Deus não conta o seu currículo, sua conta bancária ou sua influência social. O que conta é a sua abertura para a graça. Se você se sente fraco, pequeno ou inadequado, saiba que é exatamente você quem Deus deseja usar para manifestar a Sua glória. Nossa única glória é o Senhor.

Jesus sobe ao monte, senta-se e ensina. Ele inverte a lógica do mundo. O mundo diz: "Feliz quem tem poder"; Jesus diz: "Felizes os mansos". O mundo diz: "Feliz quem se diverte e não sofre"; Jesus diz: "Felizes os que choram". O mundo diz: "Feliz quem é forte e se impõe"; Jesus diz: "Felizes os misericordiosos e os puros de coração".

As Bem-aventuranças são o retrato fiel do próprio Jesus. Ele foi o pobre, o manso, o aflito, o faminto de justiça, o misericordioso e o perseguido. Segui-las não é buscar o sofrimento, mas entender que, mesmo nas dificuldades, se estivermos com Deus, somos profundamente felizes.

Nesta Eucaristia, peçamos a graça de um coração humilde. Que não tenhamos medo de ser "diferentes" neste mundo. Que a nossa busca não seja pela felicidade passageira que o consumo oferece, mas pela alegria eterna que nasce de viver o Evangelho. Sejamos o sal da terra e a luz do mundo, vivendo com a esperança de que o Reino dos Céus já começou aqui, entre nós.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!


Mensagem do dia... 31/01/2026


quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Na Igreja do Aldebaran, Missa da Graça, um encontro de Fé e Esperança.

 

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 Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças - Paróquia de Santa Catarina Labouré, no Aldebaran, em Maceió-AL, tem se tornado um ponto de encontro para fiéis que buscam renovar sua fé e fortalecer sua caminhada espiritual. Entre as celebrações mais marcantes da comunidade está a Missa da Graça, um momento especial de oração, louvor e bênçãos que tem transformado vidas e reacendido a esperança no coração dos participantes.

A Missa da Graça é celebrada com o propósito de aproximar os fiéis da presença divina, convidando cada pessoa a entregar suas intenções, agradecer pelas conquistas e pedir forças para enfrentar os desafios do cotidiano. Durante a celebração, a comunidade é conduzida a uma profunda experiência de fé, marcada por cânticos, orações e momentos de reflexão sobre a Palavra de Deus.

O ambiente acolhedor da Igreja do Aldebaran favorece a vivência espiritual, permitindo que cada fiel se sinta parte de uma grande família unida pela fé em Cristo. A celebração é conduzida com alegria e devoção, reforçando o sentido de comunhão e fraternidade entre todos.

A cada edição, novos fiéis se unem à celebração, movidos pelo desejo de experimentar a presença do Espírito Santo e de testemunhar as maravilhas que o Senhor realiza em meio ao seu povo.

A Missa da Graça acontece sempre às 19h30 da quarta quarta-feira do mês, reunindo pessoas de todas as idades e realidades. É um convite aberto a todos que desejam viver um momento de oração profunda, agradecer pelas bênçãos recebidas e pedir novas graças para suas vidas e famílias.

Além dos louvores a Nossa Senhora das Graças e Santa Catarina Labouré, em um momento da Celebração, o Santíssimo passeia entre os fiéis, promovendo momento de muita emoção.

A Missa da Graça na Igreja do Aldebaran é um verdadeiro testemunho de fé viva e atuante. Em cada celebração, a comunidade se fortalece, os corações se abrem e as bênçãos se multiplicam. É um tempo de graça, esperança e renovação espiritual que continua a inspirar e transformar vidas, reafirmando que, onde há fé, há sempre um novo começo.

    A Paróquia de Santa Catarina Labouré tem como pároco o padre Edvaldo Afrânio dos Santos.

Mensagem do dia... 28/01/2026

 

sábado, 24 de janeiro de 2026

REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 3º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 25/01/2026

 

A

s leituras deste 3º Domingo do Tempo Comum nos colocam diante de um movimento geográfico e espiritual: Jesus deixa a segurança de Nazaré para ir à "Galileia dos pagãos". Ele não vai para os centros de poder, mas para as periferias, para onde a vida estava envolta em sombras.

O profeta Isaías já anunciava: "O povo que andava nas trevas viu uma grande luz". Hoje, essa luz tem um nome: JESUS CRISTO. Percebam que Jesus não espera as pessoas estarem "prontas" em um templo; Ele as encontra no trabalho, à beira do mar, consertando redes. Isso nos ensina que a Palavra de Deus — que celebramos de modo especial hoje — não é algo para ficar guardado em prateleiras, mas uma luz para iluminar nossas decisões concretas, nossa fadiga e nossas esperanças.

No Evangelho de Mateus, vemos a vocação de Pedro, André, Tiago e João. O texto usa uma palavra forte: "Imediatamente". Ao ouvirem o convite para serem "pescadores de homens", eles deixam as redes. As redes representam nossas seguranças, nossos medos e, às vezes, os vícios que nos prendem ao passado. Seguir Jesus não é um plano para o futuro; é uma urgência do presente. O Reino de Deus "está próximo", está ao alcance de um "sim".

São Paulo, na segunda leitura, nos faz uma advertência necessária. De nada adianta sermos iluminados por Cristo se vivemos divididos. "Acaso Cristo está dividido?", pergunta ele aos Coríntios. Muitas vezes, em nossas comunidades e famílias, criamos partidos: "eu sou de tal grupo", "eu sigo tal líder". Paulo nos recorda que o centro é a Cruz de Cristo. A unidade não é uniformidade (todos iguais), mas sim a concórdia no essencial: o amor e o anúncio do Evangelho.

Neste domingo, Jesus passa novamente pelas margens de nossas vidas. Ele olha para nossas redes — nossas ocupações e preocupações — e nos chama pelo nome. Que não tenhamos medo de deixar o que nos pesa para segui-Lo. Que sejamos uma Igreja que, em vez de apontar as trevas do mundo, prefira acender a luz da esperança e da unidade.

Que a Palavra de Deus, que hoje saboreamos, cure nossas divisões e nos transforme em autênticos discípulos missionários.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

Mensagem do dia... 24/01/2026

 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

A DIFÍCIL E NOBRE MISSÃO DE SERVIR NA IGREJA CATÓLICA

 

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uem olha de fora, muitas vezes vê apenas o resultado: a liturgia bem celebrada, o evento beneficente organizado ou a catequese em dia. No entanto, quem está nos "bastidores" das paróquias e comunidades sabe que ser um colaborador da Igreja é uma missão que exige muito mais do que boa vontade; exige resiliência, equilíbrio e uma fé inabalável.

O PESO DA "MARTA" NA VIDA DE "MARIA"

O maior desafio do colaborador é o equilíbrio bíblico entre o fazer e o ser. Em um mundo onde as paróquias precisam lidar com burocracias complexas, redes sociais, gestão de dados e manutenção financeira, é fácil se perder no "ativismo pastoral". Muitas vezes, o voluntário entra para servir a Deus e acaba consumido por planilhas e conflitos administrativos.

O desafio aqui é não permitir que a estrutura abafe o Espírito. O trabalho operacional é necessário, mas ele deve ser o meio, nunca o fim.

A SOBRECARGA DOS MESMOS ROSTOS

Um fenômeno comum em nossas comunidades é a centralização. Geralmente, 10% dos paroquianos fazem 90% do trabalho. Isso gera o chamado burnout pastoral. O colaborador se sente cansado, sobrecarregado e, por vezes, solitário em sua missão.

Além disso, conciliar a vida profissional e familiar com as exigências da paróquia exige uma ginástica de tempo que poucos conseguem sustentar sem um apoio espiritual sólido.

LIDAR COM O HUMANO PARA CHEGAR AO DIVINO

A Igreja é feita de santos e pecadores. No dia a dia do serviço, surgem as divergências de opinião, os choques de gerações entre os mais tradicionais e os mais jovens, e a difícil tarefa de lidar com críticas. Ser colaborador é exercer a paciência cristã em grau máximo, entendendo que o próximo — mesmo aquele que discorda de você na reunião do conselho — também busca o mesmo céu.

COMO MANTER A CHAMA ACESA?

Para que a missão não se torne um fardo pesado demais, alguns passos são essenciais:

1.                       Formação Espiritual:Não se pode dar o que não se tem. O colaborador precisa de momentos de retiro e oração pessoal.

2.                       Saber Delegar: A missão é da Igreja, não é "sua". Aprender a partilhar tarefas é um ato de humildade e caridade.

3.                       Foco na Gratuidade: O serviço na Igreja não é um emprego, é uma resposta de amor. Quando o cansaço bater, é preciso voltar ao "primeiro amor" e lembrar por quem você começou a servir.

CONCLUSÃO

Ser colaborador na Igreja Católica hoje é, sim, uma missão difícil. Mas é também uma oportunidade única de ser "Igreja em saída”. Cada ação realizada, cada pessoa evangelizada e cada acolhida na porta da igreja é um tijolo na construção do Reino de Deus.

Se você serve na Igreja Católica, saiba: seu trabalho pode ser invisível para muitos, mas é fundamental para a vida da Igreja e, principalmente, para Deus. Não desanime.

Se você ainda não serve, procure o seu pároco e coloque-se à disposição. Servir a Deus não é uma obrigação, é um privilégio!

Mensagem do dia... 21/01/2026

 

sábado, 17 de janeiro de 2026

REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 18/01/2026

 

I

niciamos o Tempo Comum com uma cena de profunda humildade. João Batista está no auge de sua popularidade, mas, quando Jesus se aproxima, João não hesita: ele diminui para que o Outro cresça. Seu papel é ser o “dedo que aponta”.

Em um mundo onde todos lutamos por visibilidade e autoafirmação, João Batista nos ensina a virtude da referencialidade. Nossa missão como Igreja e como batizados não é brilhar com luz própria, mas refletir a “Luz das Nações” (Isaías 49).

O cristão autêntico é aquele que, ao falar, faz as pessoas olharem para Jesus, e não para si mesmo.

  João utiliza um título estranho para um “libertador”: Cordeiro. Naquela época, esperava-se um leão, um guerreiro. Mas Deus salva pela mansidão e pelo sacrifício. Chamar Jesus de “Cordeiro que tira o pecado do mundo” é reconhecer que o mal não se vence com mais violência, mas com o amor que se entrega.

Nos tempos atuais, diante de tantos conflitos globais e polarizações que ainda ferem nossas comunidades, a liturgia nos pergunta: “estamos dispostos a vencer o ódio com a mansidão do Cordeiro, ou ainda buscamos a força das armas e das palavras agressivas?”

João Batista diz: “Eu vi o Espírito descer”. Este é o diferencial de Jesus. Ele não apenas nos limpa no batismo de água; Ele nos incendeia no batismo no Espírito.

A segunda leitura de hoje (1Cor 1,1-3) nos lembra que somos “chamados a ser santos”. A santidade não é um isolamento do mundo, mas uma imersão nele com o Espírito de Deus. Ser santo é ser “luz das nações” no nosso trabalho, na nossa família e por onde estivermos. É transformar o ambiente em que estamos porque o Espírito de Deus repousa sobre nós, assim como repousou sobre Jesus no Jordão.

O Evangelho de hoje é um convite ao reconhecimento. João Batista só pôde testemunhar porque “viu”. Nós só podemos ser cristãos autênticos se tivermos uma experiência pessoal com Jesus.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Mensagem do dia... 17/01/2026

 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

MESCE, um serviço vital na comunidade católica.

 

O

 Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística exerce um ministério. É um servidor e deverá conscientizar-se de que a sua preocupação deve estar voltada para uma relação intima entre o ministério, Jesus e a comunidade, ou seja, a pessoa deve carregar consigo que o ministério é estar a serviço de Jesus antes da comunidade, isto é, uma intimidade de pura espiritualidade, tornando essa comunidade mais cristã, mais missionária e ativa a caminho da salvação.

O Ministério requer a consciência do compromisso assumido mediante Cristo e a comunidade para isso o Ministro extraordinário da Sagrada Comunhão deve buscar conhecer melhor sua fé e o espírito de vivência comunitária e que seja um promovedor e transformador da fraternidade. Portanto todos os ministérios devem ser exercidos em um espírito de serviço fraterno e dedicação à Igreja, em nome do Senhor.

Todo Ministério só é completamente fortalecido quando nutrido pelo amor a Deus, ao irmão e ao serviço se fazendo comum união verdadeira e perpetuando pela consciência da missão que se torna testemunho no mundo promovendo a transformação que possa levar todos a salvação, lembrada sempre que Jesus é o centro da vida e de todo Ministério.

MISSÃO

O Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística tem por objetivo de suprir uma necessidade da Igreja atribuindo além de assumir a identidade engajando-se mais profundamente na comunidade dando com maior intensidade sua contribuição para a construção do Reino de Deus e desempenhando com maior assiduidade sincrônica e harmoniosamente com os ministérios afins e outras pastorais da Igreja algumas atividades.

1 – Conhecer as necessidades da comunidade, seus apelos, as prioridades mais urgentes a serem respondidas.

2 – Conscientizar, a partir da realidade, dinamizando as tarefas comunitárias, sob a luz da Palavra de Deus.

3 – Apoiar os grupos da comunidade, ajudando-os a um trabalho participativo de comunhão. Ministério é serviço na comunidade.

4 – Cristo é o Pão da vida. O Ministro não só distribui o Pão Eucarístico, mas está comprometido com a “vida dos irmãos”.

5 – O Ministro deverá estar ligado profundamente a Cristo, dinamizando e fermentando a comunidade, promovendo a fraternidade.

6 – O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente junto aos necessitados e doentes.

7 – É importante que o Ministro cultive sua fé, o espírito comunitário, cresça na consciência do anúncio do Reino de Deus e da denúncia daquilo que não constrói fraternidade. Cresça no dom de si mesmo, na espiritualidade Eucarística, visando transformação. Suas atividades são diárias e constantes, concentrados e, basicamente no servir.

8 – A de “servir o altar”, junto ao sacerdote durante as Missas, obedecendo a uma escala previamente elaborada no intuito de que haja um justo revezamento para que todos tenham oportunidade de participar tanto das Missas semanais, como nas dominicais.

9 – A visitação aos doentes: onde é realizado deverá ser realizada uma preparação do doente para receber o Sacramento despertando também os familiares para a consciência do sacramento. Este trabalho pode ser feito em conjunto com a Pastoral da Saúde, de tal maneira que, no mínimo uma vez por semana, esta seja efetuada pelo Ministro da Comunhão acompanhado do agente visitador da Saúde, visando uma perfeita integração em benefício do doente, realizando atividades que se complementam. Ao conforto espiritual para o corpo, oferecido pelo visitador da Pastoral da Saúde, acrescenta-se o “alimento da alma”, o Pão Vivo da Eucaristia, oferecido ao enfermo no momento da comunhão que, nesta específica ocasião somente ao Ministro caberá administrar.

10 – Irradiar sempre que oportuno, a mensagem da Palavra de Deus por ocasião das visitas, ou no ambiente comunitário, de forma evangelizadora.

11 – Formar a comunidade cristã através da Palavra de Deus, despertar-lhe a fé e prepará-la para celebração eucarística.

12 – Expor e repor o Santíssimo Sacramento, nos termos do CAN 943.

13 – Participar ativamente da festa de Corpus Christi.

14 – Zelar pela dignidade do culto eucarístico e de tudo que lhe diz respeito.

15 – Dar resposta ou tirar dúvidas com respostas concretas, senão buscar a resposta certa antes de passá-la.

ATITUDES DO MESCE

  • Considerando que a escala é passada com antecedência, numa eventualidade de coincidência de compromisso o Ministro é responsável por fazer a troca não deixando vaga a sua posição de servir.
  • A preparação para o cumprimento do serviço vem da total consciência e modo de cada um desde que se faça sintonia com Jesus e demais membros em atividade (Padre, equipe de liturgia, música e demais Ministros) a parte do Ministro não deve e não pode ser isolado, um ministério alheio.
  • Usar trajes adequados, que inspirem o respeito que a ocasião requer, porém, asseados e sem formalismo. Na Paróquia o Jaleco branco, calça preta e calçado preto.
  • Apresentar-se com a aparência (penteado, maquiagem e unhas cuidadas) mantendo devidos cuidados que o lugar e a situação requerem;
  • Não utilizar acessórios que possam atrapalhar ou desviar a atenção;
  • Evitar distribuir a comunhão quando estiver com ferimentos, ataduras ou bandagens, sobretudo nas mãos e nos dedos;
  • Quando escalado o Ministro deve chegar ao mínimo 60 minutos antes do início da celebração.
  • Na chegada na Igreja, antes de iniciar os serviços a visita ao santíssimo é indispensável para a oração pessoal (colocar-se na presença a serviço de Jesus).
  • Contribuir sempre para arrumação que antecede a celebração, ajudar a observar detalhes.
  • Estar atento e em sintonia ao acontecimento e a alguma necessidade extra ou fato inesperado.
  • Ceder o lugar do serviço a outro, caso não esteja em condição adequada ao momento.
  • Ao final da missa ou celebração guardar todos os vasos litúrgicos e alfaias.

COMUNHÃO AOS ENFERMOS:

  • Onde há o Santíssimo: Os Ministros da comunhão devem levar, semanalmente, a Eucaristia para os Enfermos.
  • O Ministro, quando for levar a Eucaristia para os Enfermos, deve estar devidamente trajado, usando o jaleco e de calça preta e sapato.
  • Deve verificar antes se o doente já passou pela confissão junto ao sacerdote.
  • Para levar a comunhão, se faz necessário o uso da bolsa viático, teca, sanguíneo e o corporal.
  • Deve-se recomendar à família que prepare uma mesinha com uma toalha branca, uma vela acesa, um crucifixo e um copo com água.
  • E que a família esteja reunida esperando e preparados. O acompanhante do doente, devidamente preparado, poderá receber a santa Comunhão. Neste caso, se o acompanhante não tiver condições de participar da missa e celebração no dia.
  • Ao chegar, o Ministro deposita o Santíssimo na mesinha e diz aos presentes algumas palavras a todos para participar da alegria da visita e presença do Senhor Jesus.

NÃO É PERMITIDO DAR A COMUNHÃO NAS SEGUINTES CIRCUNSTÂNCIAS:

  • Dentro das doenças estão: pessoas em coma, pessoas que não podem deglutir, pessoas com constante respiração assistida, risco de vômito, febre alta que cause alucinações etc.
  • Adultos que tenham doenças mentais que privam do uso de razão.
  • Adolescentes e idosos com sérias deficiências intelectuais.

ESPIRITUALIDADE

O aprimoramento espiritual dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão deverá realizar-se dentro das seguintes normas:

·      Estudo e pesquisa dos documentos da Igreja com avaliações.

·      Retiros em grupo.

·      Formação por meio de cursos promovidos em âmbito regional ou paróquia.

·      Permanente atualização teológico – pastoral à luz da Eucaristia, buscando a santificação própria e do outro, atendendo com dedicação aos serviços caritativos.

Cada Ministro, por ser perante o mundo, testemunho da ressurreição e da vida do Senhor Jesus, e sinal do Deus vivo. Deve aprimorar-se na oração, praticar a penitência, conhecer os documentos da Igreja e viver a doutrina cristã.

O Ministro deverá estar ligado profundamente a Cristo, dinamizando e fermentando a comunidade, promovendo a fraternidade.

O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente junto aos necessitados e doentes.

  É importante que o Ministro cultive sua fé, o espírito comunitário, cresça na consciência do anúncio do Reino de Deus e da denúncia daquilo que não constrói fraternidade. Cresça no dom de si mesmo, na espiritualidade Eucarística, visando transformação.

   O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística é um braço da Igreja que estende o cuidado pastoral e a presença eucarística de Jesus àqueles que mais necessitam, sendo um serviço vital na comunidade católica.

Mensagem do dia... 14/01/2026

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Sob a proteção divina, TJAL celebra Missa em Ação de Graças pelo início do ano de 2026

Foto: DICOM TJAL

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a manhã desta segunda-feira (12), o Plenário principal do Tribunal de Justiça de Alagoas foi palco de um momento de fé e união com a celebração da Missa em Ação de Graças, marcando o início oficial das atividades do ano judiciário de 2026.

 A celebração reuniu magistrados do primeiro e segundo graus, servidores, prestadores de serviço e diversos integrantes do sistema de justiça alagoano. O encontro serviu como um espaço de reflexão antes da retomada plena do fluxo de processos e atendimentos ao público.

Com o tema “Sob o olhar de Deus, entregamos os trabalhos e acolhemos as bênçãos de 2026”, a Santa Missa foi celebrada pelo cônego Elison Silva. Em sua homilia, o celebrante destacou a importância da ética, da compaixão e da justiça na condução dos trabalhos públicos, rogando por proteção e sabedoria para os desafios que o novo ano reserva à Corte Alagoana.

 A cerimônia simboliza a entrega das metas institucionais e do compromisso com a cidadania sob a proteção divina. Para os presentes, o evento foi uma oportunidade de renovar os propósitos de servir à sociedade com dedicação e integridade.

    A realização da Missa no plenário do TJAL reafirma a tradição de iniciar o ciclo anual com um convite à harmonia e ao trabalho coletivo. Após a celebração, o Judiciário segue com seu cronograma de atividades voltado à celeridade processual e ao fortalecimento do Estado de Direito em Alagoas.

Com informações e foto do DICOM TJAL.

Mensagem do dia... 12/01/2026

 

sábado, 10 de janeiro de 2026

REFLEXÃO LITÚRGICA PARA A FESTA DO BATISMO DO SENHOR – 11/01/2026

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 Festa do Batismo do Senhor encerra o Tempo do Natal e abre o caminho para o Tempo Comum, convidando à contemplação do início da vida pública de Jesus.

O Evangelho deste domingo apresenta o momento em que Jesus, ao ser batizado por João no Jordão, é revelado como o Filho amado do Pai, sobre quem repousa o Espírito Santo. É uma cena de profunda manifestação trinitária e de revelação da missão redentora de Cristo.

O batismo de Jesus não é um gesto de purificação pessoal, pois Ele é o Santo de Deus, mas um ato de solidariedade com a humanidade pecadora.

Ao descer às águas, o Filho de Deus se identifica com os homens e mulheres que buscam conversão, assumindo sobre si o peso do pecado do mundo. Nesse gesto humilde, manifesta-se o amor divino que se faz próximo, que desce até as profundezas da condição humana para elevá-la à comunhão com o Pai.

A voz que ressoa do céu — “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu bem-querer” — revela a identidade de Jesus e inaugura sua missão. O Espírito Santo, que desce em forma de pomba, unge o Messias para anunciar a Boa-Nova aos pobres, curar os corações feridos e libertar os oprimidos. O batismo, portanto, é o ponto de partida da missão salvífica de Cristo e o modelo para a vida cristã.

Para os batizados, esta solenidade é um convite à renovação da própria identidade. Pelo batismo, cada cristão é incorporado a Cristo, tornando-se filho no Filho e participante de sua missão profética, sacerdotal e real. Ser batizado é viver como testemunha do amor de Deus no mundo, deixando-se conduzir pelo Espírito e comprometendo-se com a justiça, a paz e a fraternidade.

Celebrar o Batismo do Senhor é recordar o dom recebido e renovar o compromisso de viver segundo o Evangelho. Assim como Jesus saiu das águas do Jordão para iniciar sua missão, cada batizado é chamado a sair das “águas” da celebração para transformar o cotidiano em espaço de serviço, compaixão e anúncio do Reino.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Mensagem do dia... 10/01/2026


quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO EMPOSSA NOVAS COORDENAÇÕES EM ALAGOAS PARA O PRÓXIMO TRIÊNIO

 

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a quarta-feira (07/Jan), em uma solenidade marcada pela fé e pelo compromisso com os valores cristãos, o Movimento Familiar Cristão (MFC) em Alagoas realizou a posse oficial de suas novas lideranças.

A cerimônia ocorreu durante uma Missa de Ação de Graças, presidida pelo Assessor Eclesiástico do MFC em Alagoas, Padre Adriano Mendes, reunindo membros e famílias de diversas localidades.

O evento celebrou a renovação do compromisso missionário do MFC, oficializando os novos responsáveis pela Coordenação Regional Nordeste, pela Coordenação Estadual de Alagoas, além das Coordenações das Cidades e dos Grupos de Base.

Durante a celebração, o Padre Adriano Mendes destacou a importância do protagonismo leigo na Igreja e o papel fundamental do MFC na proteção e orientação das famílias. "O movimento é um farol que guia as famílias no caminho da solidariedade e da espiritualidade", afirmou o sacerdote.

As novas coordenações assumem o desafio de dar continuidade aos projetos de formação, assistência social e engajamento comunitário que o MFC desenvolve no estado. A estrutura do movimento — que vai desde a instância regional até os grupos de base — permite uma atuação direta na realidade das famílias alagoanas.

Com décadas de atuação no Brasil, o Movimento Familiar Cristão é uma organização que busca a justiça social e a vivência dos valores humanos e cristãos. Através de reuniões de estudo, oração e ação, os mfcistas trabalham para que a família seja, de fato, a base de uma sociedade mais fraterna.

Para as pessoas e famílias interessadas em conhecer o trabalho ou participar dos grupos de base, o movimento disponibiliza informações através de suas redes sociais no Instagram e pelo site oficial do MFC Brasil – www.mfc.org.br    

Mensagem do dia... 08/01/2026

 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Padre Edvaldo Afrânio celebra 28 anos de ordenação sacerdotal

 

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 Paróquia de Santa Catarina Labouré, localizada no Aldebaran, em Maceió-AL, celebra nesta terça-feira (06/Jan), com alegria e gratidão os 28 anos de ordenação sacerdotal do seu pároco, Padre Edvaldo Afrânio dos Santos.

A data marca uma trajetória de fé, dedicação e serviço à Igreja e ao povo de Deus, construída com amor e compromisso pastoral.

Ordenado sacerdote em 1998, Padre Edvaldo tem se destacado por sua atuação firme e acolhedora, conduzindo comunidades com zelo e espiritualidade. Ao longo de quase três décadas de ministério, tem sido instrumento de evangelização, promovendo a vivência dos sacramentos, o fortalecimento da fé e o engajamento dos fiéis nas diversas pastorais e movimentos da Igreja.

Na Paróquia de Santa Catarina Labouré, Padre Edvaldo é reconhecido por sua presença próxima aos paroquianos, pela atenção às famílias e pelo incentivo constante à formação cristã. Sua missão pastoral é marcada pela simplicidade, pela escuta e pela busca de uma Igreja viva, participativa e comprometida com o Evangelho.

Durante a celebração do Batismo do Senhor, na Missa  do domingo, às 11h, antecedendo as festividades em ação de graças pelos 28 anos de sacerdócio, a comunidade paroquial expressou gratidão a Deus pela vida e vocação do padre, que tem sido sinal de esperança e fé para tantos. O momento foi de emoção e reconhecimento pela caminhada sacerdotal dedicada ao serviço do Reino de Deus.

A comemoração reforça o testemunho de Padre Edvaldo como pastor que, inspirado no exemplo de Cristo, Bom Pastor, continua a conduzir o rebanho com sabedoria, humildade e amor. Que sua vocação siga sendo abençoada e frutífera, e que sua vida sacerdotal continue iluminando o caminho de todos que com ele partilham a fé.

“Dai-nos, Senhor, sacerdotes segundo o vosso coração.”

Mensagem do dia... 06/01/2026


sábado, 3 de janeiro de 2026

REFLEXÃO LITÚRGICA PARA A SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR – 04/01/2026

 

A

 Solenidade da Epifania do Senhor celebra a manifestação de Jesus como luz para todos os povos. Os Magos, vindos do Oriente, representam a humanidade inteira em busca da verdade e da salvação. Eles seguem uma estrela, símbolo da fé que guia os corações sinceros até o encontro com Deus.

O Evangelho mostra dois caminhos diante da presença de Cristo: o de Herodes, marcado pelo medo e pela resistência, e o dos Magos, marcado pela abertura e pela adoração. Herodes teme perder o poder e tenta eliminar a novidade que o Messias representa. Já os Magos deixam-se conduzir pela esperança e, ao encontrarem o Menino, prostram-se e O adoram, oferecendo ouro, incenso e mirra — sinais de realeza, divindade e humanidade.

A Epifania convida a reconhecer que Deus se manifesta não apenas aos que pertencem a um povo ou tradição, mas a todos os que O buscam com coração sincero. A luz de Cristo rompe as fronteiras e ilumina cada pessoa que se deixa guiar pela fé.

Hoje, a estrela continua a brilhar nas pequenas manifestações do amor de Deus - na solidariedade, na justiça, na partilha e na paz. A verdadeira adoração nasce quando o coração se abre para acolher o Cristo presente nos irmãos e irmãs, especialmente nos mais necessitados.

Que esta celebração renove o compromisso de ser sinal da luz de Cristo no mundo. Assim como os Magos voltaram por outro caminho, quem encontra o Senhor não pode mais seguir o mesmo rumo: a fé transforma, renova e envia em missão.

ORAÇÃO:
Senhor Jesus, luz que ilumina todos os povos, fazei brilhar em cada coração a estrela da fé. Que, guiados por tua presença, sejamos testemunhas do teu amor no mundo. Amém.