segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
domingo, 18 de janeiro de 2026
sábado, 17 de janeiro de 2026
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 18/01/2026
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I |
niciamos o Tempo Comum com uma cena de profunda humildade. João Batista está no
auge de sua popularidade, mas, quando Jesus se aproxima, João não hesita: ele
diminui para que o Outro cresça. Seu papel é ser o “dedo que aponta”.
Em um mundo onde todos lutamos por visibilidade e
autoafirmação, João Batista nos ensina a virtude da referencialidade. Nossa
missão como Igreja e como batizados não é brilhar com luz própria, mas refletir
a “Luz das Nações” (Isaías 49).
O cristão autêntico é aquele que, ao falar, faz as
pessoas olharem para Jesus, e não para si mesmo.
João
utiliza um título estranho para um “libertador”: Cordeiro. Naquela época,
esperava-se um leão, um guerreiro. Mas Deus salva pela mansidão e pelo
sacrifício. Chamar Jesus de “Cordeiro que tira o pecado do mundo” é reconhecer
que o mal não se vence com mais violência, mas com o amor que se entrega.
Nos tempos atuais, diante de tantos conflitos globais
e polarizações que ainda ferem nossas comunidades, a liturgia nos pergunta: “estamos
dispostos a vencer o ódio com a mansidão do Cordeiro, ou ainda buscamos a força
das armas e das palavras agressivas?”
João Batista diz: “Eu vi o Espírito descer”. Este é o
diferencial de Jesus. Ele não apenas nos limpa no batismo de água; Ele nos
incendeia no batismo no Espírito.
A segunda leitura de hoje (1Cor 1,1-3) nos
lembra que somos “chamados a ser santos”. A santidade não é um isolamento do
mundo, mas uma imersão nele com o Espírito de Deus. Ser santo é ser “luz das
nações” no nosso trabalho, na nossa família e por onde estivermos. É
transformar o ambiente em que estamos porque o Espírito de Deus repousa sobre
nós, assim como repousou sobre Jesus no Jordão.
O Evangelho de hoje é um convite ao reconhecimento.
João Batista só pôde testemunhar porque “viu”. Nós só podemos ser cristãos
autênticos se tivermos uma experiência pessoal com Jesus.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
MESCE, um serviço vital na comunidade católica.
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O |
Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão
Eucarística exerce um ministério. É um servidor e deverá conscientizar-se de
que a sua preocupação deve estar voltada para uma relação intima entre o
ministério, Jesus e a comunidade, ou seja, a pessoa deve carregar consigo que o
ministério é estar a serviço de Jesus antes da comunidade, isto é, uma
intimidade de pura espiritualidade, tornando essa comunidade mais cristã, mais
missionária e ativa a caminho da salvação.
O Ministério requer a consciência do compromisso
assumido mediante Cristo e a comunidade para isso o Ministro extraordinário da
Sagrada Comunhão deve buscar conhecer melhor sua fé e o espírito de vivência
comunitária e que seja um promovedor e transformador da fraternidade. Portanto
todos os ministérios devem ser exercidos em um espírito de serviço fraterno e
dedicação à Igreja, em nome do Senhor.
Todo Ministério só é completamente fortalecido quando
nutrido pelo amor a Deus, ao irmão e ao serviço se fazendo comum união
verdadeira e perpetuando pela consciência da missão que se torna testemunho no
mundo promovendo a transformação que possa levar todos a salvação, lembrada
sempre que Jesus é o centro da vida e de todo Ministério.
MISSÃO
O Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística
tem por objetivo de suprir uma necessidade da Igreja atribuindo além de assumir
a identidade engajando-se mais profundamente na comunidade dando com maior
intensidade sua contribuição para a construção do Reino de Deus e desempenhando
com maior assiduidade sincrônica e harmoniosamente com os ministérios afins e
outras pastorais da Igreja algumas atividades.
1 – Conhecer as
necessidades da comunidade, seus apelos, as prioridades mais urgentes a serem
respondidas.
2 – Conscientizar, a partir da realidade, dinamizando
as tarefas comunitárias, sob a luz da Palavra de Deus.
3 – Apoiar os
grupos da comunidade, ajudando-os a um trabalho participativo de comunhão.
Ministério é serviço na comunidade.
4 – Cristo é o Pão da vida. O Ministro não só
distribui o Pão Eucarístico, mas está comprometido com a “vida dos irmãos”.
5 – O Ministro
deverá estar ligado profundamente a Cristo, dinamizando e fermentando a
comunidade, promovendo a fraternidade.
6 – O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao
estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente
junto aos necessitados e doentes.
7 – É importante
que o Ministro cultive sua fé, o espírito comunitário, cresça na consciência do
anúncio do Reino de Deus e da denúncia daquilo que não constrói fraternidade.
Cresça no dom de si mesmo, na espiritualidade Eucarística, visando transformação.
Suas atividades são diárias e constantes, concentrados e, basicamente no
servir.
8 – A de “servir o altar”, junto ao sacerdote durante
as Missas, obedecendo a uma escala previamente elaborada no intuito de que haja
um justo revezamento para que todos tenham oportunidade de participar tanto das
Missas semanais, como nas dominicais.
9 – A visitação
aos doentes: onde é realizado deverá ser realizada uma preparação do doente
para receber o Sacramento despertando também os familiares para a consciência
do sacramento. Este trabalho pode ser feito em conjunto com a Pastoral da
Saúde, de tal maneira que, no mínimo uma vez por semana, esta seja efetuada
pelo Ministro da Comunhão acompanhado do agente visitador da Saúde, visando uma
perfeita integração em benefício do doente, realizando atividades que se
complementam. Ao conforto espiritual para o corpo, oferecido pelo visitador da
Pastoral da Saúde, acrescenta-se o “alimento da alma”, o Pão Vivo da
Eucaristia, oferecido ao enfermo no momento da comunhão que, nesta específica
ocasião somente ao Ministro caberá administrar.
10 – Irradiar sempre que oportuno, a mensagem da
Palavra de Deus por ocasião das visitas, ou no ambiente comunitário, de forma
evangelizadora.
11 – Formar a
comunidade cristã através da Palavra de Deus, despertar-lhe a fé e prepará-la
para celebração eucarística.
12 – Expor e repor o Santíssimo Sacramento, nos termos
do CAN 943.
13 – Participar
ativamente da festa de Corpus Christi.
14 – Zelar pela dignidade do culto eucarístico e de
tudo que lhe diz respeito.
15 – Dar resposta
ou tirar dúvidas com respostas concretas, senão buscar a resposta certa antes
de passá-la.
ATITUDES DO MESCE
- Considerando que a escala é passada com
antecedência, numa eventualidade de coincidência de compromisso o Ministro
é responsável por fazer a troca não deixando vaga a sua posição de servir.
- A preparação para o
cumprimento do serviço vem da total consciência e modo de cada um desde
que se faça sintonia com Jesus e demais membros em atividade (Padre,
equipe de liturgia, música e demais Ministros) a parte do Ministro não
deve e não pode ser isolado, um ministério alheio.
- Usar trajes adequados, que inspirem o respeito
que a ocasião requer, porém, asseados e sem formalismo. Na Paróquia o
Jaleco branco, calça preta e calçado preto.
- Apresentar-se com a
aparência (penteado, maquiagem e unhas cuidadas) mantendo devidos
cuidados que o lugar e a situação requerem;
- Não utilizar acessórios que possam atrapalhar ou
desviar a atenção;
- Evitar distribuir a
comunhão quando estiver com ferimentos, ataduras ou bandagens, sobretudo
nas mãos e nos dedos;
- Quando escalado o Ministro deve chegar ao mínimo
60 minutos antes do início da celebração.
- Na chegada na
Igreja, antes de iniciar os serviços a visita ao santíssimo é
indispensável para a oração pessoal (colocar-se na presença a serviço
de Jesus).
- Contribuir sempre para arrumação que antecede a
celebração, ajudar a observar detalhes.
- Estar atento e em
sintonia ao acontecimento e a alguma necessidade extra ou fato inesperado.
- Ceder o lugar do serviço a outro, caso não
esteja em condição adequada ao momento.
- Ao final da missa ou
celebração guardar todos os vasos litúrgicos e alfaias.
COMUNHÃO AOS ENFERMOS:
- Onde há o Santíssimo: Os Ministros da comunhão
devem levar, semanalmente, a Eucaristia para os Enfermos.
- O Ministro, quando
for levar a Eucaristia para os Enfermos, deve estar devidamente trajado,
usando o jaleco e de calça preta e sapato.
- Deve verificar antes se o doente já passou pela
confissão junto ao sacerdote.
- Para levar a
comunhão, se faz necessário o uso da bolsa viático, teca, sanguíneo e o
corporal.
- Deve-se recomendar à família que prepare uma
mesinha com uma toalha branca, uma vela acesa, um crucifixo e um copo com
água.
- E que a família
esteja reunida esperando e preparados. O acompanhante do doente,
devidamente preparado, poderá receber a santa Comunhão. Neste caso, se o
acompanhante não tiver condições de participar da missa e celebração no
dia.
- Ao chegar, o Ministro deposita o Santíssimo na
mesinha e diz aos presentes algumas palavras a todos para participar da
alegria da visita e presença do Senhor Jesus.
NÃO É PERMITIDO DAR A COMUNHÃO NAS
SEGUINTES CIRCUNSTÂNCIAS:
- Dentro das doenças
estão: pessoas em coma, pessoas que não podem deglutir, pessoas com
constante respiração assistida, risco de vômito, febre alta que cause
alucinações etc.
- Adultos que tenham doenças mentais que privam do
uso de razão.
- Adolescentes e
idosos com sérias deficiências intelectuais.
ESPIRITUALIDADE
O aprimoramento espiritual dos Ministros
Extraordinários da Sagrada Comunhão deverá realizar-se dentro das seguintes
normas:
· Estudo e pesquisa dos documentos da Igreja com
avaliações.
· Retiros em grupo.
· Formação por meio de cursos promovidos em âmbito
regional ou paróquia.
· Permanente
atualização teológico – pastoral à luz da Eucaristia, buscando a santificação
própria e do outro, atendendo com dedicação aos serviços caritativos.
Cada Ministro, por ser perante o mundo, testemunho da
ressurreição e da vida do Senhor Jesus, e sinal do Deus vivo. Deve aprimorar-se
na oração, praticar a penitência, conhecer os documentos da Igreja e viver a
doutrina cristã.
O Ministro deverá estar ligado profundamente a Cristo,
dinamizando e fermentando a comunidade, promovendo a fraternidade.
O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao
estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente
junto aos necessitados e doentes.
É importante que o Ministro cultive sua fé, o espírito
comunitário, cresça na consciência do anúncio do Reino de Deus e da denúncia
daquilo que não constrói fraternidade. Cresça no dom de si mesmo, na
espiritualidade Eucarística, visando transformação.
O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística é um braço da Igreja que estende o cuidado pastoral e a presença eucarística de Jesus àqueles que mais necessitam, sendo um serviço vital na comunidade católica.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Sob a proteção divina, TJAL celebra Missa em Ação de Graças pelo início do ano de 2026
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| Foto: DICOM TJAL |
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N |
a
manhã desta segunda-feira (12), o Plenário principal do Tribunal de Justiça de
Alagoas foi palco de um momento de fé e união com a celebração da Missa em Ação
de Graças, marcando o início oficial das atividades do ano judiciário de 2026.
A celebração reuniu magistrados do primeiro e segundo
graus, servidores, prestadores de serviço e diversos integrantes do sistema de
justiça alagoano. O encontro serviu como um espaço de reflexão antes da
retomada plena do fluxo de processos e atendimentos ao público.
Com o tema “Sob o olhar de Deus, entregamos os
trabalhos e acolhemos as bênçãos de 2026”, a Santa Missa foi celebrada pelo
cônego Elison Silva. Em sua homilia, o celebrante destacou a importância da
ética, da compaixão e da justiça na condução dos trabalhos públicos, rogando
por proteção e sabedoria para os desafios que o novo ano reserva à Corte
Alagoana.
A cerimônia simboliza a entrega das metas
institucionais e do compromisso com a cidadania sob a proteção divina. Para os
presentes, o evento foi uma oportunidade de renovar os propósitos de servir à
sociedade com dedicação e integridade.
A realização da Missa no plenário do TJAL reafirma a tradição de iniciar o ciclo anual com um convite à harmonia e ao trabalho coletivo. Após a celebração, o Judiciário segue com seu cronograma de atividades voltado à celeridade processual e ao fortalecimento do Estado de Direito em Alagoas.
Com informações e foto do DICOM TJAL.
domingo, 11 de janeiro de 2026
sábado, 10 de janeiro de 2026
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA A FESTA DO BATISMO DO SENHOR – 11/01/2026
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A |
Festa do Batismo do Senhor encerra o Tempo do
Natal e abre o caminho para o Tempo Comum, convidando à contemplação do
início da vida pública de Jesus.
O Evangelho deste domingo apresenta o momento em que
Jesus, ao ser batizado por João no Jordão, é revelado como o Filho amado do
Pai, sobre quem repousa o Espírito Santo. É uma cena de profunda manifestação
trinitária e de revelação da missão redentora de Cristo.
O batismo de Jesus não é um gesto de purificação
pessoal, pois Ele é o Santo de Deus, mas um ato de solidariedade com a
humanidade pecadora.
Ao descer às águas, o Filho de Deus se identifica com
os homens e mulheres que buscam conversão, assumindo sobre si o peso do pecado
do mundo. Nesse gesto humilde, manifesta-se o amor divino que se faz próximo,
que desce até as profundezas da condição humana para elevá-la à comunhão com o
Pai.
A voz que ressoa do céu — “Tu és o meu Filho
amado, em ti ponho o meu bem-querer” — revela a identidade de Jesus e inaugura
sua missão. O Espírito Santo, que desce em forma de pomba, unge o Messias para
anunciar a Boa-Nova aos pobres, curar os corações feridos e libertar os oprimidos.
O batismo, portanto, é o ponto de partida da missão salvífica de Cristo e
o modelo para a vida cristã.
Para os batizados, esta solenidade é um convite à
renovação da própria identidade. Pelo batismo, cada cristão é incorporado a
Cristo, tornando-se filho no Filho e participante de sua missão profética,
sacerdotal e real. Ser batizado é viver como testemunha do amor de Deus no
mundo, deixando-se conduzir pelo Espírito e comprometendo-se com a justiça, a
paz e a fraternidade.
Celebrar o Batismo do Senhor é recordar o dom recebido
e renovar o compromisso de viver segundo o Evangelho. Assim como Jesus
saiu das águas do Jordão para iniciar sua missão, cada batizado é chamado a
sair das “águas” da celebração para transformar o cotidiano em espaço de
serviço, compaixão e anúncio do Reino.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO EMPOSSAS NOVAS COORDENAÇÕES EM ALAGOAS PARA O PRÓXIMO TRIÊNIO
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N |
a quarta-feira
(07/Jan), em uma solenidade marcada pela fé e pelo compromisso com os valores
cristãos, o Movimento Familiar Cristão (MFC) em Alagoas realizou a posse
oficial de suas novas lideranças.
A cerimônia ocorreu durante uma Missa de Ação de
Graças, presidida pelo Assessor Eclesiástico do MFC em Alagoas, Padre Adriano
Mendes, reunindo membros e famílias de diversas localidades.
O evento celebrou a renovação do compromisso
missionário do MFC, oficializando os novos responsáveis pela Coordenação
Regional Nordeste, pela Coordenação Estadual de Alagoas, além das Coordenações
das Cidades e dos Grupos de Base.
Durante a celebração, o Padre Adriano Mendes destacou
a importância do protagonismo leigo na Igreja e o papel fundamental do MFC na
proteção e orientação das famílias. "O movimento é um farol que guia as
famílias no caminho da solidariedade e da espiritualidade", afirmou o
sacerdote.
As novas coordenações assumem o desafio de dar
continuidade aos projetos de formação, assistência social e engajamento
comunitário que o MFC desenvolve no estado. A estrutura do
movimento — que vai desde a instância regional até os grupos de base — permite uma atuação direta na realidade das famílias alagoanas.
Com décadas de atuação no Brasil, o Movimento Familiar
Cristão é uma organização que busca a justiça social e a vivência dos valores
humanos e cristãos. Através de reuniões de estudo, oração e ação, os mfcistas trabalham para que a família seja, de fato, a base de uma sociedade mais
fraterna.
Para as pessoas e famílias interessadas em conhecer o trabalho ou participar dos grupos de base, o movimento disponibiliza informações através de suas redes sociais no Instagram e pelo site oficial do MFC Brasil – www.mfc.org.br
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
Padre Edvaldo Afrânio celebra 28 anos de ordenação sacerdotal
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A |
Paróquia de Santa Catarina Labouré, localizada
no Aldebaran, em Maceió-AL, celebra nesta terça-feira (06/Jan), com
alegria e gratidão os 28 anos de ordenação sacerdotal do seu pároco, Padre
Edvaldo Afrânio dos Santos.
A data marca uma trajetória de fé, dedicação e serviço
à Igreja e ao povo de Deus, construída com amor e compromisso pastoral.
Ordenado sacerdote em 1998, Padre Edvaldo tem se
destacado por sua atuação firme e acolhedora, conduzindo comunidades com
zelo e espiritualidade. Ao longo de quase três décadas de ministério, tem
sido instrumento de evangelização, promovendo a vivência dos sacramentos, o
fortalecimento da fé e o engajamento dos fiéis nas diversas pastorais e
movimentos da Igreja.
Na Paróquia de Santa Catarina Labouré, Padre Edvaldo é
reconhecido por sua presença próxima aos paroquianos, pela atenção às
famílias e pelo incentivo constante à formação cristã. Sua missão pastoral é
marcada pela simplicidade, pela escuta e pela busca de uma Igreja viva,
participativa e comprometida com o Evangelho.
Durante a celebração do Batismo do Senhor, na Missa do domingo, às 11h, antecedendo as
festividades em ação de graças pelos 28 anos de sacerdócio, a comunidade
paroquial expressou gratidão a Deus pela vida e vocação do padre, que
tem sido sinal de esperança e fé para tantos. O momento foi de emoção e
reconhecimento pela caminhada sacerdotal dedicada ao serviço do Reino de Deus.
A comemoração reforça o testemunho de Padre Edvaldo
como pastor que, inspirado no exemplo de Cristo, Bom Pastor, continua a
conduzir o rebanho com sabedoria, humildade e amor. Que sua vocação siga
sendo abençoada e frutífera, e que sua vida sacerdotal continue iluminando o
caminho de todos que com ele partilham a fé.
“Dai-nos, Senhor, sacerdotes segundo o vosso coração.”
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
domingo, 4 de janeiro de 2026
sábado, 3 de janeiro de 2026
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA A SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR – 04/01/2026
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A |
Solenidade da Epifania do Senhor celebra a
manifestação de Jesus como luz para todos os povos. Os Magos, vindos do
Oriente, representam a humanidade inteira em busca da verdade e da salvação.
Eles seguem uma estrela, símbolo da fé que guia os corações sinceros até o
encontro com Deus.
O Evangelho mostra dois caminhos diante da presença de
Cristo: o de Herodes, marcado pelo medo e pela resistência, e o dos Magos,
marcado pela abertura e pela adoração. Herodes teme perder o poder e tenta
eliminar a novidade que o Messias representa. Já os Magos deixam-se conduzir
pela esperança e, ao encontrarem o Menino, prostram-se e O adoram, oferecendo
ouro, incenso e mirra — sinais de realeza, divindade e humanidade.
A Epifania convida a reconhecer que Deus se manifesta
não apenas aos que pertencem a um povo ou tradição, mas a todos os que O buscam
com coração sincero. A luz de Cristo rompe as fronteiras e ilumina cada pessoa
que se deixa guiar pela fé.
Hoje, a estrela continua a brilhar nas pequenas
manifestações do amor de Deus - na solidariedade, na justiça, na partilha e na
paz. A verdadeira adoração nasce quando o coração se abre para acolher o Cristo
presente nos irmãos e irmãs, especialmente nos mais necessitados.
Que esta celebração renove o compromisso de ser sinal
da luz de Cristo no mundo. Assim como os Magos voltaram por outro caminho, quem
encontra o Senhor não pode mais seguir o mesmo rumo: a fé transforma, renova e
envia em missão.
ORAÇÃO:
Senhor Jesus, luz que ilumina todos os povos,
fazei brilhar em cada coração a estrela da fé. Que, guiados por tua presença,
sejamos testemunhas do teu amor no mundo. Amém.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
REFLEXÃO LITÚRGICA DA SOLENIDADE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS – 1º/01/2026
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I |
niciamos o ano de 2026 sob o olhar materno de Maria. A Igreja, em sua sabedoria, não começa o ano civil celebrando uma ideia abstrata, mas uma pessoa e uma relação: Maria, dogmaticamente definido... “Mãe de Deus”.
A primeira leitura nos apresenta a bênção mais antiga da Bíblia. No primeiro dia do ano, Deus quer que Seu nome seja invocado sobre nós. "O Senhor te abençoe e te guarde". Começar o ano não é um ato de sorte, mas de proteção divina. Ao dizer que Deus "faz brilhar Sua face sobre ti", a liturgia nos lembra que não caminharemos no escuro em 2026; a luz de Cristo, refletida em Maria, guiará nossos passos.
O Evangelho nos mostra os pastores correndo, maravilhados com o que viram. Mas, em meio à agitação e à euforia, o texto destaca uma atitude fundamental de Maria: "Ela guardava todas estas coisas, meditando-as no seu coração".
Neste início de ano, Maria nos ensina a virtude da interioridade. Vivemos em um mundo de ruídos, pressas e respostas imediatas. Maria nos ensina que a vida não deve ser apenas "gasta", mas "meditada". Guardar no coração significa ligar os pontos, ver a mão de Deus nos acontecimentos felizes e nos difíceis. Que em 2026 possamos diminuir o barulho das redes sociais para ouvir o silêncio do coração, onde Deus habita.
São Paulo nos recorda que Deus enviou seu Filho "nascido de uma mulher". Isso muda nossa identidade. Não entramos em 2026 como escravos do destino, do medo ou da economia. Entramos como filhos e herdeiros. Se somos filhos, o tempo não é nosso inimigo, mas o espaço onde Deus realiza Sua vontade. Maria é a garantia de que Deus assumiu nossa humanidade para que pudéssemos assumir Sua vida divina.
Neste primeiro dia do ano novo, também celebramos o Dia Mundial da Paz. A paz não é apenas ausência de guerra, mas o fruto da justiça e do acolhimento do outro. Ao olharmos para o presépio, vemos que a paz começou na fragilidade de uma criança. A paz de 2026 depende de como acolheremos os "pequenos" em nossos caminhos, assim como Maria acolheu o Menino Jesus.
Ao atravessarmos o limiar deste novo ano, peçamos a intercessão da Mãe de Deus. Que ela nos ensine a ser pacientes com os processos de Deus, a guardar a esperança mesmo nas provações e a caminhar com a certeza de que, se temos Maria por Mãe, nunca estaremos órfãos.
Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós neste ano que se inicia! Amém.
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
domingo, 28 de dezembro de 2025
sábado, 27 de dezembro de 2025
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA A FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ – ANO A - 28/12/2025
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A |
liturgia deste
domingo convida à contemplação da Sagrada Família de Nazaré como modelo de fé,
amor e obediência à vontade de Deus. No Evangelho (Mt 2,13-15.19-23),
José é novamente apresentado como o homem justo e obediente, que escuta a voz
de Deus e age prontamente para proteger o Menino e sua Mãe. A fuga para o Egito
revela que a presença de Deus na história humana não elimina as dificuldades,
mas transforma-as em caminho de salvação.
A Sagrada
Família viveu a experiência do exílio, da insegurança e da pobreza. No entanto,
permaneceu unida pela confiança em Deus. Essa união é o coração da mensagem
desta festa: a família é chamada a ser lugar de acolhida, de fé e de amor,
mesmo em meio às provações. Maria e José não compreenderam plenamente os
desígnios divinos, mas confiaram. Essa confiança silenciosa e perseverante é o
que sustenta toda família cristã.
A
primeira leitura (Eclo 3,3-7.14-17a) recorda o valor do respeito e da
obediência aos pais, virtudes que geram bênção e prolongam a vida. O amor
familiar, quando vivido com paciência e ternura, torna-se expressão concreta do
amor de Deus.
A segunda
leitura (Cl 3,12-21) apresenta o ideal da vida cristã em comunidade e em
família: revestir-se de misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência.
O amor é o vínculo da perfeição, e o perdão é o caminho para a paz.
Celebrar
a Sagrada Família é redescobrir a vocação de cada lar como “igreja doméstica”,
onde se aprende a fé, o perdão e o serviço. Em um mundo marcado por rupturas e
individualismo, a família cristã é chamada a testemunhar a fidelidade, a
solidariedade e a esperança.
Que a
Sagrada Família de Nazaré inspire todas as famílias a viverem com simplicidade,
confiança e amor, tornando-se reflexo da presença de Deus no cotidiano. Que
cada lar seja um espaço de comunhão, onde Cristo seja acolhido e amado.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
O CRISTÃO CATÓLICO E O NATAL DE JESUS!
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H |
oje, dia do Natal de Jesus, milhões de católicos ao redor do mundo voltam seus olhares para a pequena
cidade de Belém. Mas não se trata apenas de uma lembrança histórica de dois mil
anos atrás; para a Igreja Católica, o Natal de 2025 reafirma que o "Verbo
se fez carne" e continua a habitar entre nós, trazendo uma mensagem de
renovação espiritual em tempos de desafios globais.
Diferente da perspectiva puramente comercial, o Natal católico
centra-se na Solenidade da Natividade do Senhor. De acordo com a doutrina,
o nascimento de Jesus é o ponto alto da história da salvação: Deus assume a
condição humana para resgatar a dignidade de cada pessoa.
"Celebrar o Natal é acolher a luz que não se
apaga. Em um mundo muitas vezes marcado por divisões, a imagem do Menino Deus
na manjedoura nos convida à humildade e à paz", explica um ministro extraordinário da sagrada
comunhão eucarística.
Neste ano de 2025, as paróquias da Igreja Católica registram uma busca
intensa pelas celebrações presenciais. A tradicional Missa do Galo,
celebrada à meia-noite (ou em horários antecipados nas vigílias),
continua sendo o momento de maior comoção, onde o canto do "Glória"
marca o anúncio oficial do nascimento.
Outro símbolo central nas casas e templos é o Presépio, inspirada pela tradição iniciada por São Francisco de Assis, a representação da Sagrada Família serve como ferramenta de catequese, lembrando que Cristo escolheu a pobreza e a simplicidade para se manifestar ao mundo.
Para o fiel católico, a celebração não termina quando os presentes são abertos. O Tempo do Natal no calendário litúrgico estende-se até a festa do Batismo do Senhor, em janeiro. Durante esse período, a Igreja convida os fiéis a:
- Praticar a
Caridade: O Natal é visto
como o momento de partilha com os mais necessitados.
- Fortalecer a
Família: A "Igreja
Doméstica" é o lugar onde a fé deve ser vivenciada através da oração
e do perdão.
- Refletir sobre a
Paz: Em 2025, as intenções
de oração por regiões em conflito ganham destaque nas homilias de Natal.
Na noite de Natal, o convite da Igreja é para que cada pessoa "prepare sua própria manjedoura" — o coração — para acolher o Cristo que chega. Mais do que luzes e ceias fartas, o Natal de 2025 se define, para o católico, como o compromisso de levar a alegria do Evangelho aos que mais sofrem, transformando a fé em gestos concretos de amor ao próximo.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
domingo, 21 de dezembro de 2025
sábado, 20 de dezembro de 2025
REFLEXÃO LITÚRGICA PARA O 4º DOMINGO DO ADVENTO – ANO A – 21/12/2025
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O |
quarto Domingo do Advento nos coloca diante do
mistério da Encarnação, quando o Verbo eterno de Deus assume a nossa
humanidade. As leituras deste domingo revelam a fidelidade de Deus às suas
promessas e a resposta humana de fé e obediência.
Na primeira leitura, o profeta Isaías anuncia um sinal
extraordinário: “A virgem conceberá e dará à luz um filho, e lhe porá o
nome de Emanuel”. Este anúncio, feito em meio à insegurança e ao medo
do rei Acaz, revela que Deus não abandona o seu povo, mesmo quando este hesita
em confiar. O sinal de Deus não vem pela força ou pelo poder, mas pela
simplicidade de uma mulher que acolhe a vida.
O Evangelho de Mateus mostra o cumprimento dessa
promessa. José, homem justo, é convidado a participar do plano divino. Diante
da gravidez de Maria, ele vive o drama da dúvida e da decisão. Mas, ao ouvir a
voz do anjo, José escolhe a fé. Ele acolhe Maria e o Filho que nela foi gerado
pelo Espírito Santo. Sua obediência silenciosa e confiante torna-se exemplo de
escuta e disponibilidade à vontade de Deus.
A segunda leitura, da carta aos Romanos, recorda que
Jesus Cristo é o cumprimento das promessas feitas pelos profetas. Ele é o Filho
de Deus, descendente de Davi segundo a carne, e Salvador de todos os povos.
Paulo nos convida a reconhecer que a fé em Cristo nos torna participantes dessa
graça e missão.
Neste último domingo antes do Natal, a liturgia nos
chama a preparar o coração para acolher o Emanuel — Deus conosco. O Advento
chega ao seu ponto culminante: não se trata apenas de esperar o nascimento de
Jesus em Belém, mas de permitir que Ele nasça em cada vida, em cada lar, em
cada gesto de amor e reconciliação.
Como José, é preciso escutar a voz de Deus que fala no
silêncio, nas surpresas e nas incertezas. A fé verdadeira se manifesta na
confiança e na obediência, mesmo quando os caminhos parecem obscuros. O “sim”
de José e o “sim” de Maria tornam-se o modelo de toda resposta humana ao amor
divino.
O Emanuel está próximo. Deus vem habitar entre os
seus, não em templos de pedra, mas no coração dos que creem. Que este domingo
desperte a esperança e a alegria de quem se prepara para acolher o Salvador.
Que cada gesto de fé e de amor seja um espaço onde Deus possa nascer e
permanecer.
Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!









































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