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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

COMO A RELIGIOSIDADE TRANSFORMA O AMBIENTE DE TRABALHO

 

P

assamos a maior parte do nosso dia no ambiente de trabalho. Diante das cobranças por produtividade, prazos apertados e a constante busca por resultados, é comum que o estresse e o esgotamento tentem se instalar. No entanto, para o trabalhador cristão, o ambiente profissional não é apenas um lugar de deveres seculares, mas também um campo fértil para vivenciar os valores do Evangelho.

A expressão da fé no ambiente corporativo traz benefícios profundos, tanto para o indivíduo quanto para as organizações. A seguir, destacamos como a religiosidade atua como um farol de bem-estar e integridade no mercado de trabalho.

RESILIÊNCIA DIANTE DAS ADVERSIDADES

A vida profissional é repleta de desafios e frustrações. A fé oferece uma perspectiva eterna que ajuda a superar crises temporárias. O trabalhador que confia nos planos de Deus desenvolve uma paz interior que o guarda do desespero em momentos de pressão. Saber que o valor de um indivíduo não reside apenas em seu cargo ou salário, mas em sua identidade como filho de Deus, traz uma imunidade espiritual contra o esgotamento emocional (burnout).

ÉTICA E INTEGRIDADE INABALÁVEIS

Os princípios bíblicos são a base para uma conduta moral exemplar. Profissionais guiados pela fé praticam a honestidade, a transparência e a justiça, mesmo quando ninguém está olhando. Isso se traduz em menos conflitos de interesse, maior confiabilidade e um ambiente onde a palavra empenhada tem valor. A presença de colaboradores íntegros eleva o padrão ético de toda a equipe.

PROMOÇÃO DA EMPATIA E DO COMPANHEIRISMO

O mandamento de amar ao próximo transforma as relações interpessoais no escritório ou na fábrica. Onde há competição predatória, a fé introduz a cooperação, o perdão e o suporte mútuo. Profissionais religiosos tendem a ser mais acolhedores, ouvindo os colegas com atenção e estendendo a mão em momentos de dificuldade pessoal ou técnica, o que humaniza o ambiente corporativo.

O TRABALHO COMO PROPÓSITO E MISSÃO

Quando enxergamos nossas tarefas diárias como uma forma de servir a Deus e ao próximo, a monotonia desaparece. Como nos orienta a Palavra em Colossenses 3:23 "Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor". Essa visão transforma a rotina em um ato de adoração, gerando mais capricho, dedicação e excelência na entrega dos serviços.

CONCLUSÃO

    Levar a religiosidade para o trabalho não significa impor crenças, mas sim manifestar o perfume de Cristo através de atitudes. Um ambiente de trabalho que respeita e acolhe a fé de seus colaboradores colhe os frutos de uma atmosfera mais harmoniosa, produtiva e, acima de tudo, humana. Que possamos ser luz em nossos postos de trabalho, honrando a Deus em cada detalhe do nosso dia.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

PELA NOSSA FÉ, DEUS OPERA MILAGRES PELA INTERCESSÃO DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

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os momentos de maior aflição, o coração humano busca um porto seguro. Para milhões de católicos ao redor do mundo, esse refúgio de esperança e renovação espiritual se manifesta de forma concreta na devoção à Virgem Santíssima. Testemunhos diários em todo o mundo reforçam uma verdade que atravessa os séculos: “quando a comunidade se une em oração sincera, o Criador manifesta Seu poder e misericórdia, realizando prodígios por meio daquela que escolheu para ser a Mãe do Seu Filho Jesus”.

O canal da graça divina

    A doutrina cristã ensina que a Virgem Maria não realiza milagres por si mesma, mas atua como uma perfeita intercessora junto a Deus. Assim como nas bodas de Caná, onde ela percebeu a necessidade dos noivos e recorreu a Cristo, hoje ela continua atenta às dores da humanidade. Sob o título de Nossa Senhora das Graças, cuja devoção se propagou globalmente após as aparições a Santa Catarina Labouré em Paris, no ano de 1830, a promessa de amparo se mantém viva. As mãos estendidas da imagem, de onde partem raios de luz, simbolizam as bênçãos que Deus está sempre pronto a derramar sobre aqueles que pedem com confiança.

Testemunhos que renovam a esperança

    Por todo o mundo, não faltam relatos de fiéis que experimentaram o extraordinário em suas vidas após recorrerem à Medalha Milagrosa. São curas inexplicáveis de enfermidades graves, reconciliações familiares que pareciam impossíveis e portas de emprego que se abriram em tempos de severa crise financeira.

    "Eu já não tinha mais forças para lutar contra aquela doença", relata uma paroquiana devota de Nossa Senhora das Graças. "Foi quando me agarrei à promessa de Nossa Senhora e pedi que ela levasse minha súplica ao Pai. O milagre não foi apenas a cura do meu corpo, documentada pelos médicos, mas a paz profunda que inundou minha alma durante o processo."

A importância da perseverança na oração

    O milagre exige uma contrapartida fundamental do fiel: “a disposição do coração”. A intercessão mariana não deve ser vista como um ato mágico, mas como um caminho de conversão e fortalecimento da fé pessoal. Ao recorrer à Mãe, o devoto é convidado a imitar suas virtudes, como a obediência à vontade divina, a humildade e a caridade fraterna.

    Diante dos desafios do mundo contemporâneo, a devoção a Nossa Senhora das Graças permanece como um farol de certeza absoluta de que nenhum filho fica desamparado. Que cada fiel possa, renovando sua consagração diária, abrir as portas do próprio lar (e coração) para que as bênçãos do Alto continuem a transformar realidades e a gerar vida nova.

Devoção viva em Maceió

    Em Maceió, na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças, no Aldebaran — pertencente à Paróquia de Santa Catarina Labouré —, acontece na última quarta-feira de cada mês a Missa da Graça. É um momento forte onde Maria é invocada como a Medianeira de todas as graças. Durante a celebração, os raios que saem das mãos de sua imagem ganham sentido prático nas bênçãos que Deus deseja derramar sobre os participantes, especialmente nos momentos de adoração e bênção do Santíssimo Sacramento, além da tradicional bênção dos óleos e dos objetos de devoção levados pelos fiéis.

    Com fé renovada e corações agradecidos, caminhemos sob a proteção da Mãe que nunca desampara seus filhos.
 

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Julho Chegou: Um Tempo de Reencontro no Lar e Renovação com a Graça Divina

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 sétimo mês do ano nos introduz na segunda metade de nossa caminhada anual. Na Sagrada Escritura, o número sete representa a perfeição e a totalidade da obra de Deus. Julho desponta como um tempo favorável para o descanso do corpo e o reabastecimento da alma, convocando cada fiel a olhar para dentro de si e para a sua comunidade com renovada esperança.

A IGREJA DOMÉSTICA EM FESTA

Com o início das férias escolares, as famílias ganham a oportunidade de desacelerar o ritmo cotidiano. Este tempo de repouso é um convite para fortalecer a "Igreja Doméstica". É o momento propício para reunir os filhos, rezar o Santo Terço em família e partilhar a mesa com mais tempo e gratidão, transformando o convívio em um autêntico testemunho de amor cristão.

TESTEMUNHAS DE FÉ E TRADIÇÃO

O mês de julho reserva datas profundas para a nossa devoção e comunhão eclesial:

  • Amizade em Cristo: No Dia do Amigo (20/07), somos chamados a celebrar os laços fraternos que nos aproximam do próximo, lembrando que o próprio Jesus nos chamou de amigos.
  • A Sabedoria dos Avós: No dia 26 de julho, a Igreja celebra a Memória de São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria e avós de Jesus. É o Dia dos Avós, uma oportunidade bendita para honrar e proteger a sabedoria daqueles que nos transmitiram as raízes da nossa fé.

SILÊNCIO, ORAÇÃO E PLANEJAMENTO

    O clima mais recolhido do inverno no Hemisfério Sul favorece a intimidade com o Senhor. Aproveite este período de transição para buscar o Sacramento da Reconciliação, fazer um balanço espiritual do primeiro semestre e colocar os projetos dos próximos meses sob a intercessão de Nossa Senhora. Que julho seja um tempo de graça, descanso e profunda oração.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

O CRISTÃO CATÓLICO E O NATAL DE JESUS!

 

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oje, dia do Natal de Jesus, milhões de católicos ao redor do mundo voltam seus olhares para a pequena cidade de Belém. Mas não se trata apenas de uma lembrança histórica de dois mil anos atrás; para a Igreja Católica, o Natal de 2025 reafirma que o "Verbo se fez carne" e continua a habitar entre nós, trazendo uma mensagem de renovação espiritual em tempos de desafios globais.

 Diferente da perspectiva puramente comercial, o Natal católico centra-se na Solenidade da Natividade do Senhor. De acordo com a doutrina, o nascimento de Jesus é o ponto alto da história da salvação: Deus assume a condição humana para resgatar a dignidade de cada pessoa.

"Celebrar o Natal é acolher a luz que não se apaga. Em um mundo muitas vezes marcado por divisões, a imagem do Menino Deus na manjedoura nos convida à humildade e à paz", explica um ministro extraordinário da sagrada comunhão eucarística.

 Neste ano de 2025, as paróquias da Igreja Católica registram uma busca intensa pelas celebrações presenciais. A tradicional Missa do Galo, celebrada à meia-noite (ou em horários antecipados nas vigílias), continua sendo o momento de maior comoção, onde o canto do "Glória" marca o anúncio oficial do nascimento.

    Outro símbolo central nas casas e templos é o Presépio, inspirada pela tradição iniciada por São Francisco de Assis, a representação da Sagrada Família serve como ferramenta de catequese, lembrando que Cristo escolheu a pobreza e a simplicidade para se manifestar ao mundo.

    Para o fiel católico, a celebração não termina quando os presentes são abertos. O Tempo do Natal no calendário litúrgico estende-se até a festa do Batismo do Senhor, em janeiro. Durante esse período, a Igreja convida os fiéis a:

  • Praticar a Caridade: O Natal é visto como o momento de partilha com os mais necessitados.
  • Fortalecer a Família: A "Igreja Doméstica" é o lugar onde a fé deve ser vivenciada através da oração e do perdão.
  • Refletir sobre a Paz: Em 2025, as intenções de oração por regiões em conflito ganham destaque nas homilias de Natal.

Na noite de Natal, o convite da Igreja é para que cada pessoa "prepare sua própria manjedoura"o coração — para acolher o Cristo que chega. Mais do que luzes e ceias fartas, o Natal de 2025 se define, para o católico, como o compromisso de levar a alegria do Evangelho aos que mais sofrem, transformando a fé em gestos concretos de amor ao próximo.

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

O PODER DA FÉ!

 

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 poder da fé reside em ser um dom sobrenatural de Deus e o fundamento da vida cristã, que permite ao ser humano aderir-se livre e totalmente a Deus, alcançando a salvação e a capacidade de realizar a Sua vontade. 

A fé é a virtude teologal pela qual se crê em Deus e em tudo o que Ele revelou, e que a Igreja propõe a crer, baseando-se na confiança de que Deus não erra e não pode enganar.

A fé é essencial para a salvação, pois é o meio pelo qual os crentes se unem a Cristo e acolhem a graça redentora. O próprio Senhor afirmou: "Quem acreditar e for batizado salvar-se-á, mas quem não acreditar será condenado" (Mc 16, 16).

A fé viva se manifesta pela caridade (amor) e motiva o crente a conhecer e fazer a vontade de Deus, seguindo o exemplo de Cristo. Ela oferece uma estrutura moral e espiritual para enfrentar os desafios da vida.

A fé tem o poder de transformar realidades e superar obstáculos. Pela fé, milagres podem acontecer, pois ela "desencadeia" a graça e abre a mente ao mistério de Deus. Como a Escritura afirma, se houver fé, será possível "fazer tudo quanto me parecer conveniente" (Morôni 7:33, citado em 1.1.6, 1.3.3).

Sendo um dom sobrenatural, a fé requer o auxílio interior do Espírito Santo para ser cultivada e fortalecida na vida do crente.

A fé não é apenas um ato individual, mas também um ato eclesial. A fé da Igreja (presente na Escritura, Tradição e Magistério) precede, gera e sustenta a fé pessoal, oferecendo uma âncora contra dúvidas.

A fé católica se baseia em um só Deus em três pessoas (a Santíssima Trindade), na crença em Jesus Cristo como Filho de Deus, que morreu e ressuscitou para a salvação da humanidade. Os católicos seguem os ensinamentos de Cristo, expressos nos mandamentos e no amor ao próximo, e a Igreja é vista como a continuação da comunidade cristã primitiva fundada por Ele. Os sacramentos, como o Batismo e a Eucaristia, são centrais, e a fé é guiada pela Sagrada Escritura, a Tradição e o Magistério da Igreja.

Os católicos vivem sua fé seguindo os ensinamentos de Cristo, expressos principalmente nos mandamentos e no mandamento novo do amor ao próximo.

  Fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, a Igreja Católica é a continuação da igreja primitiva e tem como missão a guarda e transmissão da fé.

   No Brasil, a Igreja Católica chegou com os portugueses em 1500 e desempenhou um papel central na evangelização e formação de instituições.

sábado, 29 de junho de 2024

SÃO PEDRO, UM HOMEM DE DEUS!

 

“Tu es Petrus et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam” (Mt 16, 18).

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oje, celebramos o dia de São Pedro, aquele sobre cuja rocha erguemos a nossa Igreja. São Pedro, um homem simples, um pescador, mas um homem de Deus, dedicou e entregou sua vida à caminhada de Jesus na Terra.

Por ser reto, extremamente dedicado, intempestivo, questionador e falível como ser humano, São Pedro foi o escolhido ideal para iniciar a evangelização do nome do Filho de Deus. Ele era um homem comum, e, justamente por isso, a pedra angular sobre a qual nossa fé foi edificada.

São Paulo veio logo depois. Embora não tenha conhecido Jesus pessoalmente, foi ele quem nos deu a imagem de um Jesus amável e caridoso que conhecemos hoje. No entanto, foi São Pedro quem suportou os momentos mais complicados e difíceis, estabelecendo o porto seguro que é a fé no Filho de Deus.

Que tenhamos um Santo e abençoado dia dedicado a SÃO PEDRO e SÃO PAULO.

Fonte: Rainey Marinho


quarta-feira, 12 de junho de 2024

A IMPORTÂNCIA DA FÉ NA VIDA DO CRISTÃO

 

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 fé é um dos pilares fundamentais da vida cristã. É através dela que nos conectamos com Deus, recebemos suas bênçãos e alcançamos a salvação. No entanto, muitas vezes, podemos nos deparar com momentos de falta de fé, onde questionamos e duvidamos do poder e da presença de Deus em nossas vidas.

A fé é definida como a confiança inabalável em Deus e em suas promessas. É a certeza de que Ele é fiel e cumprirá tudo o que prometeu. Através da fé, somos capazes de enxergar além das circunstâncias e confiar que Deus está no controle de todas as coisas.

Entretanto, a falta de fé pode surgir em momentos de dificuldades e provações. Quando enfrentamos desafios, podemos ser tentados a duvidar do amor e do cuidado de Deus. Essa falta de fé pode nos levar a questionar a existência de Deus e a perder a esperança em suas promessas.

Para combater a falta de fé, é essencial nos voltarmos para a Palavra de Deus. A Bíblia está repleta de versículos que nos encorajam a confiar em Deus e a depositar nossa fé Nele.

Um desses versículos está em Provérbios 3:5-6: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”.

Esse versículo nos lembra da importância de confiar em Deus em todas as áreas de nossa vida e não depender apenas de nossa própria compreensão.

Outro versículo poderoso está em Hebreus 11:1: “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”.

Essa passagem nos ensina que a fé não se baseia em evidências visíveis, mas sim na confiança absoluta em Deus e em suas promessas.

Além disso, é importante buscar o apoio e encorajamento de outros cristãos. A comunhão com irmãos de fé pode nos fortalecer e nos ajudar a superar momentos de dúvida e falta de fé. Através da oração e da comunhão, podemos compartilhar nossas lutas e receber encorajamento mútuo.

Aqueles que escolhem confiar em Deus e manter sua fé mesmo nos momentos mais difíceis são recompensados. A Bíblia nos ensina que Deus honra aqueles que o buscam e confiam Nele.

Em Hebreus 11:6, lemos: “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam”.

Esse versículo nos mostra que a fé é essencial para agradar a Deus e que Ele recompensa aqueles que o buscam com sinceridade.

Além disso, a fé nos dá a certeza da vida eterna. Em João 3:16, Jesus diz: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que tudo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. Através da fé em Jesus Cristo, recebemos o presente da salvação e a promessa de uma vida eterna ao lado de Deus.

A falta de fé pode ser um desafio para os cristãos, mas é possível superá-la através da busca constante pela presença de Deus, do estudo da Palavra e da comunhão com outros cristãos. A fé nos fortalece, nos sustenta e nos conduz para uma vida de esperança e confiança em Deus.

Portanto, que possamos sempre buscar fortalecer nossa fé e confiar em Deus, sabendo que Ele é fiel e cumprirá todas as suas promessas em nossas vidas.

quinta-feira, 6 de junho de 2024

O VERDADEIRO SIGNIFICADO E VALOR DE UMA SANTA MISSA

 

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uitos católicos ainda não sabem o verdadeiro significado e o valor de uma SANTA MISSA. Alguns vão apenas por um sentido de obrigação ou convenção social, talvez imposta pelos pais na infância. Grande parte deles acabam por abandonar a Igreja por acharem uma coisa repetitiva, desconhecendo o verdadeiro conteúdo de uma CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA.

Evangelizar também é ensinar o verdadeiro sentido dos sacramentos da Igreja e, portanto, aprenda você também a mostrar o sentido da Santa Missa aos seus parentes, familiares, amigos e vizinhos. EDUQUE SEUS FILHOS NA FÉ! FALE DE DEUS COM TODOS! NÃO TENHA MEDO NEM VERGONHA!

Entenda que Deus realmente está presente na Missa e fala diretamente conosco. É preciso tornar-se criança no sentido de inocência e humildade para participar bem e aproveitar todas as bênçãos que provém dos céus durante a missa. Ao entrar na Igreja deixe de lado seus problemas e preocupação com o mundo e se entregue totalmente nas mãos de Nosso Senhor.

POR QUE IR À IGREJA?

O individualismo não tem lugar no Evangelho, pois a Palavra de Deus nos ensina a viver fraternalmente. O próprio céu é visto como uma multidão em festa e não como indivíduos isolados. A Igreja é o povo de Deus. Com ela, Jesus fez a Nova e Eterna Aliança no seu Sangue. A palavra Igreja significa Assembleia. É um povo reunido na fé, no amor e na esperança pelo chamado de Jesus Cristo.

         A Missa foi sempre o centro da comunidade e o sinal da unidade, pois é celebrada por aqueles que receberam o mesmo batismo, vivem a mesma fé e se alimentam do mesmo Pão. Todos os fiéis formam um só "corpo". São Paulo disse aos cristãos: "Agora não há mais judeu nem grego, nem escravo, nem livre, nem homem, nem mulher. Pois todos vós sois um só em Cristo Jesus" (Gl 3,28).

O SACERDOTE

O Concílio Vaticano II diz que o padre age "in persona Christ", isto é, em lugar da pessoa de Jesus. O padre é presbítero e profeta. Como sacerdote, administra os sacramentos, preside o culto divino e cuida da santificação da comunidade, como profeta, anuncia o Reino de Deus e denuncia as injustiças e tudo o que é contra o Reino; como presbítero, o padre administra e governa a Igreja.

A MISSA É A MAIOR, A MAIS COMPLETA E A MAIS PODEROSA ORAÇÃO DA QUAL DISPÕE O CATÓLICO

Entretanto, se não conhecemos o seu valor e significado e repetimos as orações de maneira mecânica, não usufruiremos os imensos benefícios que a Missa traz.

        A Missa é o momento mais forte de demonstração e vivência de espiritualidade do católico. Juntamente com outros irmãos nós iniciamos um diálogo (…onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome...) com Deus em que pedimos perdão, damos glória, ouvimos o que ele tem a nos dizer, reconhecemos publicamente a nossa adoração, recebemos a comunhão, damos ação de graças… por isso a grande importância de frequentá-la e entendê-la.


quinta-feira, 12 de outubro de 2023

SALVE, NOSSA SENHORA APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL!


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m 1928, o Papa Pio XI batizou Nossa Senhora Conceição de Aparecida como Rainha e Padroeira do Brasil. Mas somente em 1954 que a Santa passou a ser homenageada, especificamente no dia 12 de outubro, dedicado a Ela.

COMO TUDO COMEÇOU

A devoção à Santa vem de longa data. Mais precisamente em 12 de outubro de 1717, quando três pescadores, Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves, após jogarem suas redes no rio Paraíba, pescaram a imagem da Santa, em madeira, com aproximadamente 40 centímetros. Um sinal para a farta pescaria que viria a seguir.

Felipe guardou a imagem em sua casa, onde recebeu várias pessoas que queriam ver Nossa Senhora e fazer orações e novenas. Cinco anos depois, ao se mudar para outro bairro, ele deu a imagem a seu filho Athanásio, e pediu que a guardasse.

Na casa de Athanásio, foi construído um altar de madeira onde todos os sábados ele e os vizinhos rezavam um terço em sua devoção. Neste altar, os fiéis acreditam que Nossa Senhora fez seu primeiro milagre, apagando duas velas no momento da reza. Os presentes ainda tentaram reacendê-las mas não conseguiram.

O SANTUÁRIO

Em 1735, o vigário da cidade de Guaratinguetá construiu uma capela no Morro dos Coqueiros aberta à visitação pública. Mas o número de fiéis aumentava ano após ano, o que exigiu a construção de um basílica, batizada de Basílica Velha, localizada na cidade de Aparecida, em São Paulo.

A necessidade de uma basílica maior fez com que fosse construído o Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida, na mesma cidade, em 1955. Em tamanho, só perde para a de São Pedro, no Vaticano.

Abrigando a imagem encontrada no rio Paraíba, a basílica nova recebe romeiros o ano todo, aumentando quando se aproxima 12 de outubro e tem capacidade para receber milhares de pessoas vindas de todas as regiões do Brasil e do exterior.

A devoção foi crescendo e com o passar do tempo a imagem foi sendo chamada pelo povo de Senhora da Conceição Aparecida. Seu escultor foi, com grande probabilidade, Frei Agostinho de Jesus OSB por volta de 1650, em Sant’Ana do Parnaíba. Supõe-se que alguém, por estar a imagem quebrada, lançou-a às águas do rio.

A IMPORTÂNCIA DE MARIA

A importância da figura de Maria na Igreja, prende-se à importância do papel que ela teve na história da salvação, particularmente importante no mistério da encarnação junto ao Messias: Mãe. Discreta durante o nascimento do Redentor, foi também uma presença discretíssima durante a vida pública de Jesus. Quantos fatos ela apenas “guardava em seu coração”!

E finalmente nos é dada como Mãe, pelas palavras do próprio Salvador. Maria, repleta dos dons do Espírito Santo, Mãe da Igreja, prolonga sua preciosa presença até o fim dos tempos, derramando sobre os membros de Cristo as graças que possui em plenitude.

A presença de Maria é um fio de ouro encontrado no tecido da história da salvação. Daí os cristãos, desde o início da Igreja reconhecerem a grandiosidade desta figura e prestarem culto a Deus através dos mais importantes momentos da vida de Maria e suplicarem sem cessar sua intercessão.

terça-feira, 6 de junho de 2023

CORPUS CHRISTI! Adoramos, agradecemos, louvamos e nos alegramos no Senhor.

TÃO SUBLIME SACRAMENTO!

Reflexão do Cardeal Odilo Scherer

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 solenidade de CORPUS CHRISTI que acontece nesta quinta-feira, 08, nos coloca diante do grande tesouro da Igreja, a Eucaristia. Todos os domingos celebramos, e também todos os dias; desta vez, porém, nossa atenção concentra-se sobre o próprio Mistério da Eucaristia; acolhendo mais uma vez este dom inefável, adoramos, agradecemos, louvamos e nos alegramos no Senhor.

Os textos da liturgia de Corpus Christi fazem menção a diversos significados e percepções da fé da Igreja na Eucaristia. É “memorial” da paixão, instituída por Cristo na última ceia, pouco antes de padecer a cruz. As palavras de Jesus dão significado ao gesto da entrega do pão e do vinho aos apóstolos: “é meu corpo entregue por vós; é meu sangue, derramado por vós”.

Jesus refere-se àquilo que aconteceria logo em seguida: ele se entregou “por” nós sobre a cruz, em nosso favor; seu sangue derramado é redentor, como para os hebreus, no Egito, foi o sangue dos cordeiros pascais, untado nos umbrais das portas. A última ceia de Jesus com os apóstolos era a ceia da Páscoa judaica, na qual se comia o cordeiro pascal. Jesus lhe dá novo significado, como “ceia da nova e eterna aliança”, selada no seu próprio sangue.

A Liturgia faz constantes referências a este aspecto “sacrifical” da Eucaristia, ceia pascal dos cristãos. Antes da comunhão, a Eucaristia é apresentada ao povo com estas palavras: “eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Na cruz, Jesus é o “cordeiro imolado” entregue inteiramente pela nossa redenção, “para que não pereça todo aquele que nele crê”. Por esta “entrega por nós”, alcançamos misericórdia, perdão e vida sem fim.

A Eucaristia é também “sinal de unidade e vínculo da caridade” (S. Agostinho). Chamando a atenção da comunidade de Corinto para a dignidade da celebração Eucarística, Paulo recorda que “o pão que partimos é comunhão com o corpo e o sangue de Cristo” e, portanto, “nós todos somos um só corpo”, em Cristo (cf 1Cor 10,16-17).

No Prefácio da Santa Eucaristia, o celebrante proclama: “fazeis de todos nós um só coração, iluminais os povos com a luz da mesma fé e congregais os cristãos numa mesma caridade”. A Eucaristia é banquete de irmãos à mesma mesa, unidos todos numa só família, “em Cristo”. Nela, nossa comunhão no amor de Cristo e na mesma fé da Igreja é significada e realizada. Por isso, o dissenso da fé eclesial e a orientação individualista e egoísta da vida são atitudes contrárias à participação neste sacramento.

A Eucaristia é também “pão da vida eterna”. Após o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus convida as pessoas a procurarem “o pão vivo descido do céu”, que é ele próprio: “eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo” (Jo. 6,51). Cristo quer continuar a ser o alimento da nossa fé. E quem dele se nutre, “viverá para sempre” (cf Jo.6,58).

A Eucaristia é celebrada aqui na terra “até que Ele venha”. Por isso, ela também é sinal e anúncio profético da grande esperança que vem da nossa fé: aquilo que acolhemos na penumbra da fé e celebramos por sinais na terra, é o mesmo que ainda esperamos e se tornará plenamente manifesto na vida eterna: “anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!”.

Quanta riqueza, na Eucaristia! Não é sem razão que, em Corpus Christi, a Igreja adora e aclama este “sublime Sacramento” – “Sacramento de Jesus Cristo e da sua Igreja”! Vinde, todos, adoremos e rendamos graças ao Senhor!

sábado, 24 de dezembro de 2022

NATAL: Momento de renascer e deixar que Deus penetre em nossas almas!

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o período natalino somos motivados a dar melhores rumos aos nossos atos; principalmente quando recebemos mensagens nos lembrando a importância do amor em todas as manifestações dos seres humanos. É um momento especial de nossas vidas, no qual vivemos a oportunidade de congraçarmos com as pessoas com as quais cruzamos, sejam nossos parentes, nossos amigos, nossos companheiros de trabalho ou quem nos presta ou aos quais prestamos serviços. O significado do Natal, muitas vezes esquecido, é o nascimento de Jesus Cristo e sua comemoração acontece, há mais de 2.000 anos, no dia 25 de dezembro.

O Papa Francisco, disse: “O Natal costuma ser sempre uma ruidosa festa; entretanto se faz necessário o silêncio, para que se consiga ouvir a voz do Amor”.

Natal são todos nós, quando se dispomos a renascer e deixar que Deus penetre em nossas almas. O pinheiro de Natal são todos nós, quando com nossa força, resistimos aos ventos e dificuldades da vida. Somos todos a decoração de Natal, quando nossas virtudes são cores que enfeitam nossas vidas.

Somos o sino de Natal, quando chamamos, congregamos, reunimos. A luz de Natal são todos nós, quando com uma vida de bondade, paciência, alegria e generosidade conseguimos ser luz a iluminar o caminho dos outros.

Somos todos nós, os anjos do Natal quando conseguimos entoar e cantar Sua mensagem de paz, justiça e de amor. A estrela-guia do Natal somos todos nós, quando conseguimos levar alguém, ao encontro do Senhor.

Todos nós somos os Reis Magos, quando conseguimos dar, de presente, o melhor de nós, indistintamente, a todos. A música de Natal somos todos nós, quando conseguimos também Sua harmonia interior.

O presente de Natal são todos nós, quando conseguimos comportar-se como verdadeiros amigos e irmãos de qualquer ser humano. O cartão de Natal somos nós, quando a bondade está escrita no gesto de amor de nossas mãos.

Todos nós seremos "votos de Feliz Natal" quando perdoarmos, restabelecendo de novo a paz, mesmo a custo de nosso próprio sacrifício. A ceia de Natal somos todos nós, quando saciamos de pão e esperança, qualquer carente ao nosso lado.

O Natal, enfim, somos eu, você e todos que acreditamos no aniversariante do próximo dia 25, Jesus Cristo; Aquele que deu sua vida para a humanidade e sempre praticou sua pregação; o filho de Deus vindo à terra para redimi-la de seus pecados e de seus erros.

Cabe-nos louvá-lo, amá-lo e proclamar, ainda uma vez, aquela frase tão difundida: "Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade". De boa vontade e de amor ao próximo, o mundo e as pessoas estão carentes. Daí a importância de levarmos para o nosso cotidiano, em meio às dificuldades inerentes, o espírito de Natal. Do Natal todo dia.

 

(Autor desconhecido)

domingo, 19 de julho de 2020

DOM HENRIQUE SOARES DA COSTA, SUA FÉ ILUMINAVA O BRASIL!

 
Dom Henrique Soares da Costa
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uando falece um servo do Deus Altíssimo e, dele, os seus fiéis se recordam com carinho e gratidão, é sinal de que ele pode dizer, diante do Justo Juiz, ter combatido o bom combate e terminado a sua carreira guardando a Fé.

Deus tem agora o retorno de DOM HENRIQUE SOARES DA COSTA, um anjo, sob a forma humana, que esteve neste mundo para espalhar a Palavra do Senhor. Não é momento de tristeza, mas de alegria - com a conclusão terrena de uma vida dedicada aos homens e a oração. Agora, o céu está radiante de alegria com a chegada de Dom Henrique, que está junto ao Pai Celestial intercedendo por todos nós.

Dom Henrique deixou um legado de luz, esperança, paz e harmonia. Só fez o bem, sorriu, emocionou e principalmente pregou dignamente a palavra de Deus. Um homem bondoso, culto e amoroso, que Deus levou para uma nova missão no Reino Celestial.

Mesmo sabendo que nossa permanência neste plano é limitada e que um dia partiremos, sua morte foi uma surpresa para todos nós, e sua ausência será sentida por toda comunidade católica brasileira, que o queria tão bem. Dom Henrique tinha muita lucidez, serenidade, catolicidade, quem o ouvia pregar, ficava encantado pela sua sabedoria em transmitir, de uma forma objetiva, a Palavra de Deus.

Apaixonado pela Virgem Santíssima, Dom Henrique morreu no sábado (18/07/2020), dia mariano por excelência, dia de Nossa Senhora, com a firmeza da sua fé, espiritualmente bem, nas mãos de Cristo.

Dai-lhe, Senhor, o descanso eterno. E que a luz perpétua o ilumine!

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Reflexão Litúrgica do 5º Domingo do Tempo Comum - SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO




Dom Sergio da Rocha
Cardeal Arcebispo de Brasília

P
ara falar da presença dos seus discípulos no mundo, Jesus recorre às sugestivas imagens do sal e da luz, cuja importância era bastante conhecida pelas pessoas que o ouviam. O sal, apreciado por dar sabor e preservar os alimentos, e a luz, por iluminar a casa ou o caminho durante a noite e por aquecer no frio.

A presença do sal nos alimentos ou da luz na escuridão é percebida facilmente, porém, não de modo ostensivo. O sal não se mostra como tal nos alimentos, sendo sentido apenas o seu sabor. A luz se espalha pelos ambientes. A presença discreta, mas facilmente perceptível, do sal e da luz expressa como o cristão deve agir no mundo: com vigor e humildade, com o testemunho corajoso e a simplicidade de vida.

O testemunho de São Paulo, recordado na segunda leitura, é um precioso exemplo disso ao afirmar que o anúncio do Evangelho não depende da “linguagem elevada ou do prestígio da sabedoria humana” (1Cor 2,1). A força e a sabedoria de Deus são manifestadas muitas vezes na pequenez e na fragilidade experimentada pelos discípulos de Cristo, como “demonstração do poder do Espírito”. Não é por si mesmos, mas pela graça de Deus, que os discípulos se tornam “sal da terra” e “luz do mundo”. Eles recebem de Deus o sabor que dá sentido à vida e a luz para iluminar o mundo. Eles podem ser luz somente na medida em que são iluminados; apenas podem dar sabor, na medida em que o receberem de Cristo. Esta perspectiva se expressa também nas palavras conclusivas do Evangelho proclamado: “para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus” (Mt 5,16), afirma Jesus. O testemunho cristão deve levar a glorificar a Deus e não ser motivo de vaidade.

O profeta Isaías anuncia as condições para que a “luz” possa brilhar “como a aurora” ou como “o meio dia”: a vivência da caridade e da misericórdia para com os famintos, os pobres e os peregrinos; a superação da violência e da maldade. O Salmo 111, hoje meditado, afirma que é “feliz o homem caridoso e prestativo” e que “o bem praticado pelo justo permanece para sempre”.

Sal e luz não são apenas para dias de festa, mas também na vida cotidiana, a começar da própria casa, assim como, a luz “ilumina os que estão na casa”. Apesar das muitas dificuldades para a vivência cristã em família, sentida por tantas pessoas, ninguém está dispensado de fazer o máximo possível. A chama da fé em Cristo, simbolizada pela vela recebida no Batismo, possa brilhar em casa, no trabalho, na escola e em toda parte, alimentada sempre mais pela oração, pela Palavra e pela Eucaristia.