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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

COMO A RELIGIOSIDADE TRANSFORMA O AMBIENTE DE TRABALHO

 

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assamos a maior parte do nosso dia no ambiente de trabalho. Diante das cobranças por produtividade, prazos apertados e a constante busca por resultados, é comum que o estresse e o esgotamento tentem se instalar. No entanto, para o trabalhador cristão, o ambiente profissional não é apenas um lugar de deveres seculares, mas também um campo fértil para vivenciar os valores do Evangelho.

A expressão da fé no ambiente corporativo traz benefícios profundos, tanto para o indivíduo quanto para as organizações. A seguir, destacamos como a religiosidade atua como um farol de bem-estar e integridade no mercado de trabalho.

RESILIÊNCIA DIANTE DAS ADVERSIDADES

A vida profissional é repleta de desafios e frustrações. A fé oferece uma perspectiva eterna que ajuda a superar crises temporárias. O trabalhador que confia nos planos de Deus desenvolve uma paz interior que o guarda do desespero em momentos de pressão. Saber que o valor de um indivíduo não reside apenas em seu cargo ou salário, mas em sua identidade como filho de Deus, traz uma imunidade espiritual contra o esgotamento emocional (burnout).

ÉTICA E INTEGRIDADE INABALÁVEIS

Os princípios bíblicos são a base para uma conduta moral exemplar. Profissionais guiados pela fé praticam a honestidade, a transparência e a justiça, mesmo quando ninguém está olhando. Isso se traduz em menos conflitos de interesse, maior confiabilidade e um ambiente onde a palavra empenhada tem valor. A presença de colaboradores íntegros eleva o padrão ético de toda a equipe.

PROMOÇÃO DA EMPATIA E DO COMPANHEIRISMO

O mandamento de amar ao próximo transforma as relações interpessoais no escritório ou na fábrica. Onde há competição predatória, a fé introduz a cooperação, o perdão e o suporte mútuo. Profissionais religiosos tendem a ser mais acolhedores, ouvindo os colegas com atenção e estendendo a mão em momentos de dificuldade pessoal ou técnica, o que humaniza o ambiente corporativo.

O TRABALHO COMO PROPÓSITO E MISSÃO

Quando enxergamos nossas tarefas diárias como uma forma de servir a Deus e ao próximo, a monotonia desaparece. Como nos orienta a Palavra em Colossenses 3:23 "Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor". Essa visão transforma a rotina em um ato de adoração, gerando mais capricho, dedicação e excelência na entrega dos serviços.

CONCLUSÃO

    Levar a religiosidade para o trabalho não significa impor crenças, mas sim manifestar o perfume de Cristo através de atitudes. Um ambiente de trabalho que respeita e acolhe a fé de seus colaboradores colhe os frutos de uma atmosfera mais harmoniosa, produtiva e, acima de tudo, humana. Que possamos ser luz em nossos postos de trabalho, honrando a Deus em cada detalhe do nosso dia.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

O DESAFIO DE COORDENAR EQUIPES NA IGREJA

 

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oordenar equipes em um ambiente de igreja traz desafios únicos que misturam gestão técnica com espiritualidade e voluntariado. Como não há remuneração financeira, a motivação deve vir da conexão com a visão e a missão da igreja.

        Diferente de uma empresa, você lida com pessoas que doam seu tempo por propósito, o que exige uma abordagem focada no cuidado, na escuta e no exemplo pessoal.

Trabalhar em uma Igreja não é apenas um ato de doação, mas também um exercício constante de paciência, escuta e diplomacia. Em muitas comunidades, um fenômeno comum se repete: o surgimento de figuras centralizadoras, carinhosamente (ou ironicamente) chamadas de "donos da igreja". Quando essa figura é o "braço direito" do pároco, o desafio de coordenar qualquer movimento ou pastoral ganha camadas extras de complexidade.

O CONFLITO DE AUTORIDADE

NO SERVIÇO

Seja no zelo pela Liturgia, na organização da Catequese, nas ações da Assistência Social ou nos eventos do Dízimo, a colaboração é a base. No entanto, quando uma única pessoa detém o histórico da paróquia e a confiança total do padre, as iniciativas dos coordenadores podem colidir com os "costumes" estabelecidos por quem sempre esteve ali.

O coordenador muitas vezes se sente um “figurante” no próprio serviço. Qualquer mudança ou projeto novo precisa passar pelo crivo da pessoa que “manda”, sob o risco de gerar um mal-estar que chega rapidamente aos ouvidos do pároco.

ALÉM DAS VONTADES PESSOAIS

O grande segredo para superar esse impasse reside no foco na Missão. A pastoral não é um território de gostos pessoais ou de manutenção de poder, mas de serviço ao Reino de Deus. Quando o coordenador baseia suas ações nas diretrizes da Igreja e no Plano Pastoral da Diocese, ele retira a discussão do campo do "eu acho" e a leva para o campo do "o que a Igreja precisa".

Especialistas em gestão pastoral sugerem que o caminho para uma convivência pacífica passa por três pilares fundamentais:

1.                    Valorização da História: Reconhecer e validar a dedicação de quem serviu a paróquia por anos. Transformar o "adversário" em um consultor experiente pode desarmar conflitos.

2.                       Transparência e Comunicação: Manter o pároco sempre informado sobre o planejamento das pastorais. O diálogo direto evita que fofocas ou interpretações erradas criem ruídos entre a coordenação e a autoridade paroquial.

3.                       Profissionalismo na Caridade: Criar cronogramas, atas e planos de trabalho. A organização formal desencoraja interferências arbitrárias e baseadas em "humores" do momento.

O PAPEL DO PÁROCO

COMO MEDIADOR

O padre exerce o papel fundamental de pastor e mediador. Cabe a ele delegar funções com clareza, definindo os limites de atuação de cada um. Quando o pároco permite que uma só pessoa decida o rumo de todas as pastorais, corre-se o risco de "engessar" a paróquia e afastar novos voluntários que não se sentem ouvidos.

Servir à Igreja é, antes de tudo, um caminho de santificação. Aprender a coordenar sob pressão e conviver com figuras complexas pode ser a missão mais difícil (e necessária) para o crescimento de uma comunidade verdadeiramente unida em Cristo.

PARA REFLETIR

    A saúde de uma paróquia depende da vigilância de seu pároco. Quando uma influência negativa é tolerada, o perigo passa a corroer a base de dentro para fora. Ética, transparência e caridade na verdade são os antídotos para evitar que os grupos sejam prejudicados. Lembre-se: quando a vigilância falha, pequenas concessões abrem espaço para divisões e abusos.

quarta-feira, 4 de março de 2026

A REVOLUÇÃO DO PAPEL DOS LEIGOS NA IGREJA CATÓLICA

 

Mais do que colaboradores do clero, os leigos e leigas são hoje reconhecidos como a "linha de frente" da evangelização, ocupando espaços de liderança e transformando a sociedade a partir de seus ambientes cotidianos.

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urante décadas, a imagem comum da Igreja Católica era a de uma pirâmide: no topo, o Papa e o clero; na base, os fiéis, vistos muitas vezes apenas como destinatários de sacramentos. No entanto, sessenta anos após o Concílio Vaticano II, essa estrutura deu lugar a uma visão de "Igreja Povo de Deus", onde o protagonismo laical não é uma concessão do padre, mas um direito e dever pelo Batismo.

Diferente dos religiosos que se retiram para conventos ou padres que administram paróquias, a vocação do leigo é o que a Igreja chama de "índole secular". Seu campo de atuação é a política, a economia, a cultura e a família.

De acordo com o Documento 105 da CNBB, o cristão leigo é um "sujeito eclesial". Isso significa que ele tem a missão de santificar as estruturas do mundo. Quando um leigo age com ética na advocacia ou promove a justiça social em sua comunidade, ele está exercendo o seu "sacerdócio real".

O Papa Francisco foi um dos maiores críticos do clericalismo — a tendência de excessiva dependência dos leigos em relação aos padres. Em diversas ocasiões, o Pontífice reforçou que "não é preciso que o leigo imite o padre" para ser santo.

Essa mudança de mentalidade abriu portas para novas responsabilidades. Recentemente, a Igreja oficializou o Ministério de Catequista e permitiu que mulheres fossem instituídas como leitoras e acólitas, reconhecendo formalmente funções que já eram exercidas na prática, mas sem o devido amparo canônico.

Apesar dos avanços, o desafio da formação permanece. Para atuar na "arena pública" (política e social), o leigo precisa mais do que boa vontade; exige-se o conhecimento da Doutrina Social da Igreja.

"A missão do leigo não é apenas ajudar na limpeza da Igreja ou ler na missa", afirma o texto base da CNBB. A verdadeira missão é ser "sal da terra", impedindo que a sociedade se corrompa, e "luz do mundo", iluminando as decisões difíceis do dia a dia com a fé.

Atualmente, o conceito de Sinodalidade (caminhar juntos) domina as discussões no Vaticano. O objetivo é que leigos e clero compartilhem a responsabilidade pela Igreja. O leigo deixa de ser um "ajudante" para se tornar um corresponsável.

Seja no trabalho, nas redes sociais ou nos conselhos paroquiais, o papel do leigo é ser o rosto da Igreja onde o clero não pode chegar. Como diz o ditado teológico: "A Igreja não tem uma missão; a missão tem uma Igreja", e essa missão é sustentada, em sua maioria, por mãos laicas.

O papel do leigo se fortalece através de Grupos, Movimentos e das Novas Comunidades, onde leigos e celibatários vivem em comum, mostrando que a vida consagrada não é exclusividade de quem usa batina ou hábito.

Ser leigo não é um "plano B" da santidade. É uma vocação específica e necessária. Se o mundo hoje parece escuro, é porque a Igreja precisa que seus leigos brilhem com mais intensidade em seus ambientes cotidianos.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

A DIFÍCIL E NOBRE MISSÃO DE SERVIR NA IGREJA CATÓLICA

 

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uem olha de fora, muitas vezes vê apenas o resultado: a liturgia bem celebrada, o evento beneficente organizado ou a catequese em dia. No entanto, quem está nos "bastidores" das paróquias e comunidades sabe que ser um colaborador da Igreja é uma missão que exige muito mais do que boa vontade; exige resiliência, equilíbrio e uma fé inabalável.

O PESO DA "MARTA" NA VIDA DE "MARIA"

O maior desafio do colaborador é o equilíbrio bíblico entre o fazer e o ser. Em um mundo onde as paróquias precisam lidar com burocracias complexas, redes sociais, gestão de dados e manutenção financeira, é fácil se perder no "ativismo pastoral". Muitas vezes, o voluntário entra para servir a Deus e acaba consumido por planilhas e conflitos administrativos.

O desafio aqui é não permitir que a estrutura abafe o Espírito. O trabalho operacional é necessário, mas ele deve ser o meio, nunca o fim.

A SOBRECARGA DOS MESMOS ROSTOS

Um fenômeno comum em nossas comunidades é a centralização. Geralmente, 10% dos paroquianos fazem 90% do trabalho. Isso gera o chamado burnout pastoral. O colaborador se sente cansado, sobrecarregado e, por vezes, solitário em sua missão.

Além disso, conciliar a vida profissional e familiar com as exigências da paróquia exige uma ginástica de tempo que poucos conseguem sustentar sem um apoio espiritual sólido.

LIDAR COM O HUMANO PARA CHEGAR AO DIVINO

A Igreja é feita de santos e pecadores. No dia a dia do serviço, surgem as divergências de opinião, os choques de gerações entre os mais tradicionais e os mais jovens, e a difícil tarefa de lidar com críticas. Ser colaborador é exercer a paciência cristã em grau máximo, entendendo que o próximo — mesmo aquele que discorda de você na reunião do conselho — também busca o mesmo céu.

COMO MANTER A CHAMA ACESA?

Para que a missão não se torne um fardo pesado demais, alguns passos são essenciais:

1.                       Formação Espiritual:Não se pode dar o que não se tem. O colaborador precisa de momentos de retiro e oração pessoal.

2.                       Saber Delegar: A missão é da Igreja, não é "sua". Aprender a partilhar tarefas é um ato de humildade e caridade.

3.                       Foco na Gratuidade: O serviço na Igreja não é um emprego, é uma resposta de amor. Quando o cansaço bater, é preciso voltar ao "primeiro amor" e lembrar por quem você começou a servir.

CONCLUSÃO

Ser colaborador na Igreja Católica hoje é, sim, uma missão difícil. Mas é também uma oportunidade única de ser "Igreja em saída”. Cada ação realizada, cada pessoa evangelizada e cada acolhida na porta da igreja é um tijolo na construção do Reino de Deus.

Se você serve na Igreja Católica, saiba: seu trabalho pode ser invisível para muitos, mas é fundamental para a vida da Igreja e, principalmente, para Deus. Não desanime.

Se você ainda não serve, procure o seu pároco e coloque-se à disposição. Servir a Deus não é uma obrigação, é um privilégio!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

MESCE, um serviço vital na comunidade católica.

 

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 Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística exerce um ministério. É um servidor e deverá conscientizar-se de que a sua preocupação deve estar voltada para uma relação intima entre o ministério, Jesus e a comunidade, ou seja, a pessoa deve carregar consigo que o ministério é estar a serviço de Jesus antes da comunidade, isto é, uma intimidade de pura espiritualidade, tornando essa comunidade mais cristã, mais missionária e ativa a caminho da salvação.

O Ministério requer a consciência do compromisso assumido mediante Cristo e a comunidade para isso o Ministro extraordinário da Sagrada Comunhão deve buscar conhecer melhor sua fé e o espírito de vivência comunitária e que seja um promovedor e transformador da fraternidade. Portanto todos os ministérios devem ser exercidos em um espírito de serviço fraterno e dedicação à Igreja, em nome do Senhor.

Todo Ministério só é completamente fortalecido quando nutrido pelo amor a Deus, ao irmão e ao serviço se fazendo comum união verdadeira e perpetuando pela consciência da missão que se torna testemunho no mundo promovendo a transformação que possa levar todos a salvação, lembrada sempre que Jesus é o centro da vida e de todo Ministério.

MISSÃO

O Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística tem por objetivo de suprir uma necessidade da Igreja atribuindo além de assumir a identidade engajando-se mais profundamente na comunidade dando com maior intensidade sua contribuição para a construção do Reino de Deus e desempenhando com maior assiduidade sincrônica e harmoniosamente com os ministérios afins e outras pastorais da Igreja algumas atividades.

1 – Conhecer as necessidades da comunidade, seus apelos, as prioridades mais urgentes a serem respondidas.

2 – Conscientizar, a partir da realidade, dinamizando as tarefas comunitárias, sob a luz da Palavra de Deus.

3 – Apoiar os grupos da comunidade, ajudando-os a um trabalho participativo de comunhão. Ministério é serviço na comunidade.

4 – Cristo é o Pão da vida. O Ministro não só distribui o Pão Eucarístico, mas está comprometido com a “vida dos irmãos”.

5 – O Ministro deverá estar ligado profundamente a Cristo, dinamizando e fermentando a comunidade, promovendo a fraternidade.

6 – O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente junto aos necessitados e doentes.

7 – É importante que o Ministro cultive sua fé, o espírito comunitário, cresça na consciência do anúncio do Reino de Deus e da denúncia daquilo que não constrói fraternidade. Cresça no dom de si mesmo, na espiritualidade Eucarística, visando transformação. Suas atividades são diárias e constantes, concentrados e, basicamente no servir.

8 – A de “servir o altar”, junto ao sacerdote durante as Missas, obedecendo a uma escala previamente elaborada no intuito de que haja um justo revezamento para que todos tenham oportunidade de participar tanto das Missas semanais, como nas dominicais.

9 – A visitação aos doentes: onde é realizado deverá ser realizada uma preparação do doente para receber o Sacramento despertando também os familiares para a consciência do sacramento. Este trabalho pode ser feito em conjunto com a Pastoral da Saúde, de tal maneira que, no mínimo uma vez por semana, esta seja efetuada pelo Ministro da Comunhão acompanhado do agente visitador da Saúde, visando uma perfeita integração em benefício do doente, realizando atividades que se complementam. Ao conforto espiritual para o corpo, oferecido pelo visitador da Pastoral da Saúde, acrescenta-se o “alimento da alma”, o Pão Vivo da Eucaristia, oferecido ao enfermo no momento da comunhão que, nesta específica ocasião somente ao Ministro caberá administrar.

10 – Irradiar sempre que oportuno, a mensagem da Palavra de Deus por ocasião das visitas, ou no ambiente comunitário, de forma evangelizadora.

11 – Formar a comunidade cristã através da Palavra de Deus, despertar-lhe a fé e prepará-la para celebração eucarística.

12 – Expor e repor o Santíssimo Sacramento, nos termos do CAN 943.

13 – Participar ativamente da festa de Corpus Christi.

14 – Zelar pela dignidade do culto eucarístico e de tudo que lhe diz respeito.

15 – Dar resposta ou tirar dúvidas com respostas concretas, senão buscar a resposta certa antes de passá-la.

ATITUDES DO MESCE

  • Considerando que a escala é passada com antecedência, numa eventualidade de coincidência de compromisso o Ministro é responsável por fazer a troca não deixando vaga a sua posição de servir.
  • A preparação para o cumprimento do serviço vem da total consciência e modo de cada um desde que se faça sintonia com Jesus e demais membros em atividade (Padre, equipe de liturgia, música e demais Ministros) a parte do Ministro não deve e não pode ser isolado, um ministério alheio.
  • Usar trajes adequados, que inspirem o respeito que a ocasião requer, porém, asseados e sem formalismo. Na Paróquia o Jaleco branco, calça preta e calçado preto.
  • Apresentar-se com a aparência (penteado, maquiagem e unhas cuidadas) mantendo devidos cuidados que o lugar e a situação requerem;
  • Não utilizar acessórios que possam atrapalhar ou desviar a atenção;
  • Evitar distribuir a comunhão quando estiver com ferimentos, ataduras ou bandagens, sobretudo nas mãos e nos dedos;
  • Quando escalado o Ministro deve chegar ao mínimo 60 minutos antes do início da celebração.
  • Na chegada na Igreja, antes de iniciar os serviços a visita ao santíssimo é indispensável para a oração pessoal (colocar-se na presença a serviço de Jesus).
  • Contribuir sempre para arrumação que antecede a celebração, ajudar a observar detalhes.
  • Estar atento e em sintonia ao acontecimento e a alguma necessidade extra ou fato inesperado.
  • Ceder o lugar do serviço a outro, caso não esteja em condição adequada ao momento.
  • Ao final da missa ou celebração guardar todos os vasos litúrgicos e alfaias.

COMUNHÃO AOS ENFERMOS:

  • Onde há o Santíssimo: Os Ministros da comunhão devem levar, semanalmente, a Eucaristia para os Enfermos.
  • O Ministro, quando for levar a Eucaristia para os Enfermos, deve estar devidamente trajado, usando o jaleco e de calça preta e sapato.
  • Deve verificar antes se o doente já passou pela confissão junto ao sacerdote.
  • Para levar a comunhão, se faz necessário o uso da bolsa viático, teca, sanguíneo e o corporal.
  • Deve-se recomendar à família que prepare uma mesinha com uma toalha branca, uma vela acesa, um crucifixo e um copo com água.
  • E que a família esteja reunida esperando e preparados. O acompanhante do doente, devidamente preparado, poderá receber a santa Comunhão. Neste caso, se o acompanhante não tiver condições de participar da missa e celebração no dia.
  • Ao chegar, o Ministro deposita o Santíssimo na mesinha e diz aos presentes algumas palavras a todos para participar da alegria da visita e presença do Senhor Jesus.

NÃO É PERMITIDO DAR A COMUNHÃO NAS SEGUINTES CIRCUNSTÂNCIAS:

  • Dentro das doenças estão: pessoas em coma, pessoas que não podem deglutir, pessoas com constante respiração assistida, risco de vômito, febre alta que cause alucinações etc.
  • Adultos que tenham doenças mentais que privam do uso de razão.
  • Adolescentes e idosos com sérias deficiências intelectuais.

ESPIRITUALIDADE

O aprimoramento espiritual dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão deverá realizar-se dentro das seguintes normas:

·      Estudo e pesquisa dos documentos da Igreja com avaliações.

·      Retiros em grupo.

·      Formação por meio de cursos promovidos em âmbito regional ou paróquia.

·      Permanente atualização teológico – pastoral à luz da Eucaristia, buscando a santificação própria e do outro, atendendo com dedicação aos serviços caritativos.

Cada Ministro, por ser perante o mundo, testemunho da ressurreição e da vida do Senhor Jesus, e sinal do Deus vivo. Deve aprimorar-se na oração, praticar a penitência, conhecer os documentos da Igreja e viver a doutrina cristã.

O Ministro deverá estar ligado profundamente a Cristo, dinamizando e fermentando a comunidade, promovendo a fraternidade.

O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente junto aos necessitados e doentes.

  É importante que o Ministro cultive sua fé, o espírito comunitário, cresça na consciência do anúncio do Reino de Deus e da denúncia daquilo que não constrói fraternidade. Cresça no dom de si mesmo, na espiritualidade Eucarística, visando transformação.

   O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística é um braço da Igreja que estende o cuidado pastoral e a presença eucarística de Jesus àqueles que mais necessitam, sendo um serviço vital na comunidade católica.

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

A MISSÃO DO CASAL CRISTÃO

 

“A ação apostólica dos fieis leigos consiste; antes de qualquer coisa, em tornar a família consciente da sua identidade de primeiro núcleo fundamental da sociedade".

“A família cristã é a primeira e mais básica comunidade eclesial. Nela se vivem e se transmitem os valores fundamentais da vida cristã. Ela se chama "IGREJA DOMÉSTICA". Aí, os pais desempenham o papel de primeiros transmissores da fé a seus filhos, ensinando-lhes através do exemplo e da palavra, a serem verdadeiros discípulos missionários." (Documento de Aparecida 204)

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hamados ao matrimônio o casal cristão abraça livremente a vocação de seguir a Cristo e de se por ao serviço do reino de Deus todos os dons decorrentes da graça matrimonial.
    O matrimônio é para os cônjuges uma profissão de fé feita dentro da Igreja e com a Igreja, comunidade dos que professam o cristianismo.
     Esta profissão de fé exige o seu prolongamento no decurso da vida dos esposos e da família.
  No matrimônio Deus continua a chamá-los dentro dos fatos e através dos fatos, dos problemas, das dificuldades, dos acontecimentos da existência de todos os dias.
  A família cristã, sobretudo hoje, tem uma especial vocação para ser testemunha da aliança pascal de Cristo, mediante a irradiação da alegria do amor e da certeza da esperança; da qual deve tornar-se um reflexo.
   A Igreja doméstica é chamada a ser um sinal luminoso da presença de Cristo e do seu amor neste mundo, mesmo para os "afastados", para as famílias que ainda não creem e para aquelas que já não vivem em coerência com a fé recebida: é chamada com o exemplo e com o testemunho a iluminar aqueles que procuram a verdade.
    Vejamos o que disse Paulo VI:
“A família, como a igreja, deve ser um lugar onde se transmite o Evangelho e donde o Evangelho irradia”.
"O ministério de evangelização e de catequese da Igreja doméstica deve permanecer em comunhão íntima e deve harmonizar-se responsavelmente com todos os serviços de evangelização e de catequese presentes e operantes na comunidade eclesial, quer diocesana quer paroquial."
    A Igreja por sua parte sabe que o futuro da humanidade e da própria Igreja passa através da família.
SITUAÇÃO E MISSÃO DA FAMÍLIA
  A salvação da pessoa humana está estreitamente ligada ao bem estar da comunidade conjugal e familiar. Este bem estar por vezes está ameaçado pelo egoísmo, pelo hedonismo (tudo está condicionado ao prazer próprio) e por práticas ilícitas contra a geração. De resto, as condições econômicas, sociopsicológicas e civis de hoje em dia acarretam não leves perturbações na família.
    As mudanças de conceitos, preconceitos; a globalização interfere cada vez mais na educação dos filhos. Muitas vezes com ideias alheias ao senso cristão.
    A situação de degradação que se encontram várias famílias de hoje coloca em risco não só a saúde da igreja (por deixar de cumprir seu papel profético), Mas também de toda a sociedade humana. A Igreja olha com preocupação e procura meios para sanar as adversidades que se levantam contra a família nos tempos atuais.
    A 5ª Conferência do Episcopado Latino Americano, no Caribe, teve como tema: "Discípulos e missionários de Jesus Cristo para que Nele nossos povos tenham vida". "Eu sou o caminho, a verdade e a vida".     Vejamos o que diz Jo 14,6: Um pequeno fragmento do Documento de Aparecida. "Ser cristão não é uma carga, mas um dom”.
    A alegria do discípulo não é um sentimento de bem-estar egoísta, mas uma certeza que brota da fé, que serena o coração e capacita para anunciar a boa nova do amor de Deus.
    Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra é nossa alegria. (Documento de Aparecida 28 e 29)

Fonte: Jornal Atuação Nº 161 - Pag. 5 - Movimento Familiar Cristão (MFC).

quarta-feira, 7 de agosto de 2024

AGOSTO: MÊS VOCACIONAL... MÊS DAS VOCAÇÕES!

 

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 Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, instituiu em sua 19ª Assembleia Geral, em 1981, que agosto seria o Mês Vocacional no Brasil. Desde então, católicos em todo o território nacional olham para esta época como uma chance de refletir sobre suas missões e chamados.

Nossa primeira vocação é o chamado à vida, a sermos cristãos e honrarmos a Deus todos os dias, em cada atividade e atitude que praticamos. Cada pessoa é criatura de Deus, amada e convidada por ele ao banquete da vida. A vida é, assim, o primeiro chamado de Deus, a primeira vocação.

Durante este mês de agosto, celebramos esta primeira vocação. Refletimos sobre o presente divino que é viver, e todos os frutos que Deus nos dá diariamente. Depois, celebramos ainda todas as outras: chamados à vida religiosa, ao matrimônio, ao voluntariado, ao sacerdócio, por exemplo.

Por isso, o Mês Vocacional é importante: durante 30 dias, as orações são focadas para que Deus prepare bons cristãos para aceitar e cumprir seu chamado na Terra, impactando positivamente a vida das pessoas ao seu redor, e também nossa sociedade de maneira geral.

O mês de agosto é tempo de esperança e de reflexões profundas sobre o que Jesus Cristo pretende para a vida de cada um de nós. A Igreja Católica determina uma estrutura para que ele seja celebrado da melhor maneira.

A divisão acontece por domingos, na Santa Missa:

Primeiro Domingo de Agosto – Vocações Sacerdotais – Dia do Padre

Segundo Domingo de Agosto – Vocação Familiar – Dia dos Pais

Terceiro Domingo de Agosto –  Vocações Religiosas – Dia da Vida Religiosa

Quarto Domingo de Agosto – Vocações Leigas – Dia dos Ministérios Leigos

Quando há um quinto domingo no mês de Agosto, acontece a celebração do catequista, em homenagem àqueles que dedicam a vida a ensinar aos outros sobre o amor e o caminho de Cristo.


sexta-feira, 24 de maio de 2024

Orientações para Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão

ORAÇÃO DO MINISTRO

Senhor Jesus, Tu me destes a graça de ser Ministro e servo de Teu Corpo abençoado.

Quantas vezes levo o calor de Tua visita aos doentes da minha comunidade e distribuo Teu Corpo aos homens e mulheres famintos na hora da Celebração da Missa.

Tenho muita alegria em ser Teu servidor e poder encontrar pessoas simples, pobres, doentes e idosas esperando a visita reconfortadora de Teu amor.

Que eu seja digno servidor, que eu possa ter sempre na minha vida esta atitude de serviço e de dom que transpareceram tão belamente em Tua trajetória humana.

Hoje ainda, na glória, no mistério do sinal do pão, Tu Te entregas aos homens e Te serves de minhas mãos e de minha vida para fazer-Te oferenda.

1 – MINISTRO EXTRAORDINÁRIO DA SAGRADA COMUNHÃO

O Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão exerce um ministério. É um servidor e deverá conscientizar-se de que a sua preocupação deve estar voltada para uma relação intima entre o ministério, Jesus e a comunidade, ou seja, a pessoa deve carregar consigo que o ministério é estar a serviço de Jesus antes da comunidade, isto é, uma intimidade de pura espiritualidade, tornando essa comunidade mais cristã, mais missionária e ativa a caminho da salvação.

O Ministério requer a consciência do compromisso assumido mediante Cristo e a comunidade para isso o Ministro extraordinário da Sagrada Comunhão deve buscar conhecer melhor sua fé e o espírito de vivência comunitária e que seja um promovedor e transformador da fraternidade. Portanto todos os ministérios devem ser exercidos em um espírito de serviço fraterno e dedicação à Igreja, em nome do Senhor.

Todo Ministério só é completamente fortalecido quando nutrido pelo amor a Deus, ao irmão e ao serviço se fazendo comum união verdadeira e perpetuando pela consciência da missão que se torna testemunho no mundo promovendo a transformação que possa levar todos a salvação, lembrada sempre que Jesus é o centro da vida e de todo Ministério.

O Santíssimo Sacramento nas Comunidades

A presença do Santíssimo Sacramento nas Comunidades seja devidamente valorizada. Enquanto possível, deixem-se as Igrejas abertas em horário favorável à visita de pessoas, para oração. Procure-se ter na Igreja um local silencioso que favoreça o recolhimento e a oração.

Para que seja entronizado e conservado o Santíssimo Sacramento em capelas e centros comunitários, exigem-se as seguintes condições:

  • Que haja uma Comunidade suficientemente formada;
  • Que a Celebração da Palavra de Deus aconteça semanalmente, nos finais de semana;
  • Que haja pelo menos mais um encontro comunitário de culto eucarístico, com frequência semanal;
  • Ter ministros que cuidem com zelo da Reserva Eucarística;
  • Que a comunidade tenha uma capela ou edifício que ofereçam segurança e dignidade ao Santíssimo Sacramento;
  • Que a comunidade promova entre os fiéis, ambiente de respeito e de espiritualidade eucarística.

Missão

O Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão tem por objetivo de suprir uma necessidade da Igreja atribuindo além de assumir a identidade engajando-se mais profundamente na comunidade dando com maior intensidade sua contribuição para a construção do Reino de Deus e desempenhando com maior assiduidade sincrônica e harmoniosamente com os ministérios afins e outras pastorais da Igreja algumas atividades.

1 – Conhecer as necessidades da comunidade, seus apelos, as prioridades mais urgentes a serem respondidas.

2 – Conscientizar, a partir da realidade, dinamizando as tarefas comunitárias, sob a luz da Palavra de Deus.

3 – Apoiar os grupos da comunidade, ajudando-os a um trabalho participativo de comunhão. Ministério é serviço na comunidade.

4 – Cristo é o Pão da vida. O Ministro não só distribui o Pão Eucarístico, mas está comprometido com a “vida dos irmãos”.

5 – O Ministro deverá estar ligado profundamente a Cristo, dinamizando e fermentando a comunidade, promovendo a fraternidade.

6 – O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente junto aos necessitados e doentes.

7 – É importante que o Ministro cultive sua fé, o espírito comunitário, cresça na consciência do anúncio do Reino de Deus e da denúncia daquilo que não constrói fraternidade. Cresça no dom de si mesmo, na espiritualidade Eucarística, visando transformação. Suas atividades são diárias e constantes, concentrados e, basicamente no servir.

8 – A de “servir o altar”, junto ao sacerdote durante as Missas, obedecendo a uma escala previamente elaborada no intuito de que haja um justo revezamento para que todos tenham oportunidade de participar tanto das Missas semanais, como nas dominicais.

9 – A visitação aos doentes: onde é realizado deverá ser realizada uma preparação do doente para receber o Sacramento despertando também os familiares para a consciência do sacramento. Este trabalho pode ser feito em conjunto com a Pastoral da Saúde, de tal maneira que, no mínimo uma vez por semana, esta seja efetuada pelo Ministro da Comunhão acompanhado do agente visitador da Saúde, visando uma perfeita integração em benefício do doente, realizando atividades que se complementam. Ao conforto espiritual para o corpo, oferecido pelo visitador da Pastoral da Saúde, acrescenta-se o “alimento da alma”, o Pão Vivo da Eucaristia, oferecido ao enfermo no momento da comunhão que, nesta específica ocasião somente ao Ministro caberá administrar.

10 – Irradiar sempre que oportuno, a mensagem da Palavra de Deus por ocasião das visitas, ou no ambiente comunitário, de forma evangelizadora.

11 – Formar a comunidade cristã através da Palavra de Deus, despertar-lhe a fé e prepará-la para celebração eucarística.

12 – Expor e repor o Santíssimo Sacramento, nos termos do CAN 943.

13 – Participar ativamente da festa de Corpus Christi.

14 – Zelar pela dignidade do culto eucarístico e de tudo que lhe diz respeito.

15 – Dar resposta ou tirar dúvidas com respostas concretas, senão buscar a resposta certa antes de passá-la.

Atitudes do Ministro

  • Considerando que a escala é passada com antecedência, numa eventualidade de coincidência de compromisso o Ministro é responsável por fazer a troca não deixando vaga a sua posição de servir.
  • A preparação para o cumprimento do serviço vem da total consciência e modo de cada um desde que se faça sintonia com Jesus e demais membros em atividade (Padre, equipe de liturgia, música e demais Ministros) a parte do Ministro não deve e não pode ser isolado, um ministério alheio.
  • Usar trajes adequados, que inspirem o respeito que a ocasião requer, porém, asseados e sem formalismo. Na Paróquia o Jaleco branco e a calça preta.
  • Apresentar-se com a aparência (penteado, maquiagem e unhas cuidadas) mantendo devidos cuidados que o lugar e a situação requerem;
  • Não utilizar acessórios que possam atrapalhar ou desviar a atenção;
  • Evitar distribuir a comunhão quando estiver com ferimentos, ataduras ou bandagens, sobretudo nas mãos e nos dedos;
  • Quando escalado o Ministro deve chegar ao mínimo 60 minutos antes do inicio da celebração.
  • Na chegada na Igreja, antes de iniciar os serviços a visita ao santíssimo é indispensável para a oração pessoal (colocar-se na presença a serviço de Jesus).
  • Contribuir sempre para arrumação que antecede a celebração, ajudar a observar detalhes.
  • Estar atento e em sintonia ao acontecimento e a alguma necessidade extra ou fato inesperado.
  • Ceder o lugar do serviço a outro, caso não esteja em condição adequada ao momento.
  • Ao final da missa ou celebração guardar todos os vasos litúrgicos e alfaias.
  • COMUNHÃO AOS ENFERMOS:
  • Onde há o Santíssimo: Os Ministros da comunhão devem levar, semanalmente, a Eucaristia para os Enfermos.
  • O Ministro, quando for levar a Eucaristia para os Enfermos, deve estar devidamente trajado, usando o jaleco e de calça preta e sapato.
  • Deve verificar antes se o doente já passou pela confissão junto ao sacerdote.
  • Para levar a comunhão, se faz necessário o uso da BOLSA VIÁTICO, TECA, SANGUINEO E O CORPORAL.
  • Deve-se recomendar à família que prepare uma mesinha com uma toalha branca, uma vela acesa, um crucifixo e um copo com água.
  • E que a família esteja reunida esperando e preparados. O acompanhante do doente, devidamente preparado, poderá receber a santa Comunhão. Neste caso, se o acompanhante não tem condições de participar da missa e celebração no dia.
  • Ao chegar, o Ministro deposita o Santíssimo na mesinha e diz aos presentes algumas palavras a todos para participar da alegria da visita e presença do Senhor Jesus.
  • Não é permitido dar a comunhão nas seguintes circunstâncias:
  • Dentro das doenças estão: pessoas em coma, pessoas que não podem deglutir, pessoas com constante respiração assistida, risco de vômito, febre alta que cause alucinações etc.
  • Adultos que tenham doenças mentais que privam do uso de razão.
  • Adolescentes e idosos com sérias deficiências intelectuais.

COMUNHÃO AO ENFERMO

M.: Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

T.: Amém.

  • A paz esteja nesta casa e com todos os que aqui estão.

T.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Rito Penitencial

  • Na presença do Senhor, reconhecemos que somos pecadores (pausa) Confessemos nossos pecados.

T.: Confesso a Deus todo-poderoso…

M.: Senhor, tende piedade de nós!

T.: Senhor, tende piedade de nós!

M.: Cristo, tende Piedade de nós!

T.: Cristo, tende Piedade de nós!

M.: Senhor, tende piedade de nós!

T.: Senhor, tende piedade de nós!

M.: Deus todo poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

T.: Amém.

Credo

Neste momento, deve-se rezar o credo.

Leitura do Evangelho (Do Dia)

  • Logo após fazer a Leitura do Evangelho e um breve comentário sobre o mesmo, segue:

Comunhão.

M.: Rezemos com amor e confiança a oração que o Senhor nos ensinou:

T.: Pai nosso

M.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor!

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

T.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

M.: (ao que comunga) – O corpo de Cristo!

O que comunga: Amém.

Ação de Graças

  • Deve se fazer um momento de silêncio após a comunhão. Rezar a Ave-Maria.

Oração Final

Alimentados pelo pão espiritual, nós vos suplicamos, ó Deus, que, pela Eucaristia, nos ensineis a julgar com sabedoria os acontecimentos da vida e colocar nossas esperanças em Jesus Cristo, vosso filho e nosso irmão, que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.

T.: Amém.

Abençoa-nos o Deus todo-poderoso, Pai, e Filho, e Espírito Santo.

T.: Amém.

Neste momento o ministro se despede de todos, desejando a paz de Cristo.

  • No caso de se levar a comunhão em hospitais, e não tiver uma mesa, o ministro deverá ficar segurando a Bolsa Viático nas mãos até o momento da comunhão.

VIÁTICO (COMUNHÃO PARA DOENTES EM ESTADO GRAVE)

Quando se leva a Comunhão para um doente em estado grave, do qual se espera em breve a morte, imaginando ser a última vez que ele irá comungar, denomina-se essa comunhão de “viático”. O doente já deve ter recebido a Unção dos Enfermos e está preparado pela confissão e apesar de estar mal, ter condições de comungar. As orações são as mesmas da “Comunhão para enfermos”, com pequenas mudanças a seguir:

  • Em vez do Credo, deve-se fazer a Renovação das Promessas Batismais:

M: Renovemos, então, agora as promessas de nosso batismo como sinal de fidelidade à Igreja. Portanto:

M: Renuncia ao demônio?

Todos: Renuncio.

M: E a todas as suas obras?

Todos: Renuncio

M: E a todas as suas seduções?

Todos: Renuncio

M: Crê em Deus, Pai Todo-poderoso, criador do céu e da terra?

Todos: Creio

M: Crê em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e subiu ao céu?

Todos: Creio.

M: Crê no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição dos mortos e na vida eterna?

Todos: Creio.

M: Ó Deus todo-poderoso, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos fez renascer pela água e pelo Espírito Santo e nos concedeu o perdão de todos os pecados, guarde-nos em sua graça para a vida eterna, no cristo Jesus, nosso Senhor.

Todos: Amém

  • Logo que der a Comunhão ao doente, o Ministro dirá:

M.: Que Ele te guarde e conduza à vida eterna!

  • A oração final será substituída pela seguinte:

M.: Oremos:

Ó Deus, nós temos em vosso Filho o caminho, a verdade e a vida: olhai com a bondade o (a) vosso (a) servo (a) N… e fazei que, confiando em vossas promessas e renovado (a) pelo Corpo e pelo Sangue do vosso Filho, caminhe em paz para o vosso reino. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo.

T.: Amém

M.: Que Deus esteja sempre contigo, te proteja com seu poderoso auxílio e te guarde em paz.

T.: Amém

OBSERVAÇÃO:

  • Observar se o doente engoliu a hóstia. Caso contrário, oferecer água para ele beber.
  • Caso o doente esteja com dificuldade para engolir, deve-se dar apenas um pedacinho da hóstia consagrada. (O próprio Ministro pode Comungar a parte restante da hóstia Consagrada).
  • SE UMA HÓSTIA CAI NO CHÃO: Tanto o fiel pode abaixar e pegar a hóstia e comungar, ou o ministro pegue a hóstia que pode ser colocada dentro de um sanguíneo para ser comungada depois pelo próprio ministro, ou dissolvida na água e colocada numa planta.

Não seria interessante o ministro pegar e comungar a hóstia que caiu e continuar distribuindo a comunhão, pois o comungar pede sempre uma atitude de silêncio interior e oração.

  • SE O DOENTE VOMITAR: QUANDO UMA HÓSTIA SE DISSOLVE, DEIXA DE SER A EUCARISTIA

“A presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e dura enquanto as espécies eucarísticas subsistirem. Cristo está presente todo em cada uma das espécies e todo em cada uma das suas partes, de maneira que a fracção do pão não divide Cristo” (Catecismo, 1377).

Isso significa que Jesus estará presente nas espécies eucarísticas sempre que elas conservarem suas propriedades de pão e vinho.

Como consequência disso, se uma hóstia consagrada, por exemplo, é misturada com água ou é deglutida, ela vai se dissolver e, assim, deixa de ser a Eucaristia.

O mesmo acontece quando se joga água para dissolver o pouco de sangue de Cristo que fica dentro do cálice para “purificá-lo” depois da Comunhão. Neste caso, o vinho consagrado deixa de ser a Eucaristia.

De forma semelhante, deixam de ser Eucaristia as partículas microscópicas ou invisíveis que caem da hóstia consagrada. São partículas que, de tão pequenas, não são reconhecidas como “pão”.

Dito isso, quando alguém vomita depois de ter comungado, não vomita o pão eucarístico, não vomita o Senhor, vomita o que deve vomitar. Em um vômito, nem sequer existem as espécies eucarísticas. Neste caso, não se faz nada em especial. Simples e tranquilamente, limpa-se o local e pessoa.

  • 3. ADORAÇÃO EUCARÍSTICA

Sendo o pão uma comida que nos serve de alimento e conserva sendo guardada, Jesus Cristo quis ficar na terra sob as espécies de pão, não para servir de alimento às almas que o recebem na sagrada Comunhão, mas também para ser conservado no sacrário e tornar-se presente no meio de nós, manifestando-nos por este eficacíssimo meio o amor que tem por nós. Em toda forma de culto a este Sacramento é preciso levar em conta que sua intenção deve ser uma maior vivência da celebração eucarística.

As visitas ao Santíssimo, as exposições e bênçãos devem ser um momento para aprofundar na graça da comunhão, revisar nosso compromisso com a vida cristã; a verificação de cada um frente a Palavra do Evangelho, juntar-se ao silencioso mistério do Deus calado… Esta dimensão individual do tranquilo silêncio da oração, estando diante dele no amor, deve impulsionar a contrastar a verdade da oração, no encontro dos irmãos, aprendendo a estar com eles na comunicação fraternal.

  • 1. BATISMOS DE EMERGÊNCIA

Em caso de emergência, isto é, em perigo de morte, qualquer pessoa pode batizar. É bom, portanto, que se saiba batizar. Este é um serviço que pode ser feito de preferência pelo Ministro.

Deve ter certeza de que a criança está de fato bem doente, porque muitos mentem para não se preparar para o batizado solene.

COMO PODE SER FEITO O BATISMO DE EMERGÊNCIA NO HOSPITAL?

Em muitos, ou na maioria dos casos, não é possível a presença dos padrinhos no batismo de emergência. Outras vezes nem do pai. E, raramente, nem da mãe. Assim sendo devemos agir da seguinte maneira: Mesmo que pais e padrinhos não estejam presentes, o batismo pode ser feito. Para tanto basta a presença da enfermeira, médico, fisioterapeuta, ou outro profissionais, ou mesmo qualquer pessoa que esteja acompanhando outros pacientes.

  • COMPROVAR O BATISMO: Para comprar o batismo de emergência, se não houver um formulário apropriado, deve-se pegar um papel com timbre do hospital e escrever o nome completo da criança, data e local de nascimento; o nome dos pais e padrinhos se houver. É muito importante também orientar os pais para que apresentem este comprovante na Paróquia onde moram quando a criança receber alta do hospital para o registro no livro de batismo. Caso a criança venha a falecer, não precisa fazer o registro na Paróquia.

COMO FAZER O BATISMO? O batismo de emergência é válido como os que são feitos nas Igrejas, segundo o cerimonial. Em geral é uma cerimônia mais rápida. Proceder-se da seguinte maneira.

CELEBRANTE: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. TODOS: Amém. CELEBRANTE: A graça de Nossa Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do espírito Santo esteja contigo.

TODOS: Bendito seja Deus que nos reuni no amor de Cristo.

CELEBRANTE: (Diz o nome da criança) nós recebemos você com grande alegria na comunidade cristã. O nosso sinal é a cruz de Cristo. Por isso, vamos marcar você com o sinal de Cristo Salvador. Todos fazem o Sinal da cruz na fronte da criança.

Em seguida coloca-se um pouco de água num copo e faz-se a seguinte oração: Sois vós o Deus que chamais esta cri Sois vós o Deus que chamais esta criança (diz-se nome) para o batismo e seus pais o estão apresentando para este sacramento na mesma fé da Igreja. Pelo mistério desta água, fazei-a renascer pelo Espírito santo, para que como cristã, seja uma verdadeira testemunha de Cristo e de seu Evangelho. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho na unidade do Espírito Santo. Amém.

Tomando o copo com água, derrama-se a água na cabeça ou testa da criança, e ao mesmo tempo em que a água está sendo derramada, pronunciam-se as seguintes palavras: (Diz-se nome da criança) nós que acreditamos na comunidade cristã, estamos apresentando você para ser integrado nesta comunidade. E eu (nome de quem batiza) em nome da comunidade cristã te batizo EM NOME DO PAI, DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO”

Reza-se a oração do PAI NOSSO.

Bênção final: A bênção de Deus todo poderoso desça sobre vós em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. TODOS: Amém

Recomenda-se em seguida aos pais que, se a criança ficar boa, deve ser levada à igreja para o Padre fazer os ritos complementares e registrar o batizado. E se a criança vier a falecer, também é feito o registro dela?

  • O QUE NÃO DEVE OCORRER NA VIDA PRÁTICA DO MINISTRO
  • Ver o Ministério como status e não como um serviço
  • Ter dupla personalidade: ser amável pela frente e rancoroso pela costa
  • Curtir no coração certas rivalidades, indiferenças e inimizades com alguém
  • Falta de piedade ao entregar a hóstia ao comungante
  • Gostar de exercer o ministério só dentro da Igreja e perto do Padre
  • Usar vestes impróprias
  • Dizer fórmulas inventadas na hora de entregar a hóstia em vez de “O Corpo de Cristo”
  • Deixar para usar a veste de ministro somente na hora de distribuir a comunhão
  • Não ter zelo pelos objetos litúrgicos e alfaias
  • Achar que já sabe tudo e que só o seu jeito é certo e não buscar aprendizado dentro do ministério
  • Não ser verdadeiramente amigo dos outros membros do grupo
  • Não ser pontual chegando em cima da hora
  • Não se preocupar com a preparação que antecede a celebração porque espera que os outros façam
  • Achar que a missão de servir cabe só aos olhos do Padre, dos coordenadores e da comunidade
  • Deixar de contribuir para a arrumação do local após o termino da celebração, deixando para os outros, deve haver um consenso.

O que deve fazer o Ministro:

O ministro deve ficar na porta da Igreja acolhendo as pessoas para a Missa ou Celebração.

Zelar pela a arrumação do altar e dos Objetos Litúrgicos.

Comunhão nas duas espécies: Sempre que deixar as Âmbulas com as Hóstias e o Vinho para a Consagração, colocar uma gota de água em cada pequeno cálice.

Sentido da Gota de água no vinho: O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Na sua encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos a Cristo para formar um só corpo com Ele.

Nas entradas o Ministro, devidamente vestido com seu jaleco, deve acompanhar o Padre ou Celebrante na hora da missa ou celebração. Onde há o Santíssimo em frente ao altar, faz-se a genuflexão e onde não há o Santíssimo, apenas a vênia. Onde há espaço no altar o Ministro fica no presbitério ao lado do Padre ou celebrante.

Na falta dos Coroinhas:

Sino: Na hora da Missa toca-se o sino 4 (quatro) vezes: Sendo, na hora da Consagração: 1º Momento: Quando o padre estende a mão sobre as oferendas do pão e do vinho; 2º Momento: Após o padre terminar a consagração do pão dizendo: … “entregue por vós”. Ele eleva a hóstia e fica em silêncio; 3º Momento: Consagração do Vinho e o padre termina dizendo: … “em memória de mim”; 4º Momento: Quando o padre fala: “Eis o mistério da fé”.

Galhetas: Lembro que ao entregá-las, deve sempre se lembrar de entregá-las, com as alças viradas para o Padre.

O Ministro, Logo após o momento do Pai Nosso se dirigem à credencia para lavar as mãos e depois buscar o Santíssimo . Lembrando que o Santíssimo deve ser colocado sobre o Corporal, e nunca sobre a toalha da Mesa do altar.

Ao distribuir a comunhão: Quando for comunhão em uma espécie diz-se: “Corpo de Cristo” e quando for a duas espécies diz-se: “Corpo e sangue de Cristo”. Quando a comunhão é em uma espécie coloca-se na palma da mão esquerda do fiel e quando é nas duas espécies, o fiel pega a eucaristia com dois dedos – em forma de pinça e nunca o Ministro coloca-a na palma da mão.

Nunca lavar as mãos após a comunhão.

É expressamente proibida a exposição do Santíssimo Sacramento fora da Igreja. É proibido levar o Santíssimo para a casa.

Que todos os Ministros participem do momento de Adoração ao Santíssimo, conforme o costume da Comunidade.

Orientação:

  • As alfaias devem ser engomadas (Pala, Sanguíneo e Corporal)
  • Manter os vasos sagrados sempre limpos. Não lavar, os vasos sagrados de metal com Bombril ou Bucha que risquem, mesmo as esponjas. Passar pasta de Dente e não Kaol (Liquido de Polimento) para lustrar os vasos que são de metais, pois muitas vezes deixa resquícios e, também, zinabre o vaso sagrado.

Formas de se Receber a Comunhão:

A comunhão sob duas espécies é dom de Deus, direito dos cristãos e desejo de Cristo, sobretudo na ocasião de celebrações particularmente expressivas do sentido da comunidade cristã reunida em torno do altar, isto é, o domingo. São bem-vindos todos os esforços nessa direção, realizando o mandato de Cristo e a comunhão em sua perfeita forma. Nas Missas cotidianas celebradas em dia de semana, que não sejam festa ou solenidade, que se dê preferência à comunhão sob uma só espécie.

Ao lado disso, que os pastores não deixem de instruir os fiéis na doutrina católica a respeito da forma da Sagrada Comunhão, segundo o Concílio Tridentino. Antes de tudo, advirtam os fiéis que a fé católica ensina que, também sob uma só espécie, se recebe o Cristo todo (Cf. IGMR, 281-282).

A comunhão eucarística é um grande dom de Deus. Esse dom é dado e, portanto, distribuído. Não se deve chegar à mesa eucarística e tomar por si mesmo, a sagrada comunhão. Os únicos que podem fazê-lo são o presidente da celebração e seus concelebrantes. No caso, da comunhão sob duas espécies, a hóstia consagrada deverá ser intigida pelo ministro, antes de se dar a comunhão. Porém, é necessário que os ministros ordenados e extraordinários, periodicamente, orientem os fiéis de que a comunhão deverá ser tomada diante do ministro, evitando o perigo de profanação e desrespeito ao Santíssimo Sacramento. Nas comunidades, distantes da Zona Urbana, em que ocorre Missa apenas uma vez por mês, e no meio da semana, que seja permitido nesta ocasião à comunhão sob duas espécies, uma vez que aos sábados e domingos ocorrem somente as celebrações feitas por Ministros da Palavra.

A comunhão eucarística seja sob uma ou duas espécies poderá ser recebida pelos fiéis, na boca ou na mão. Apesar desta liberdade, a forma aconselhável de se receber a comunhão na Diocese de Itabira-Cel. Fabriciano é em pé e na mão, conforme as orientações da CNBB e da carta pastoral “Orientações para a comunhão sob as duas espécies”, de D. Odilon Guimarães Moreira. Os catequizandos que se preparam para receber a Eucaristia sejam cuidadosamente orientados sobre esta questão.

Uma atenção pastoral especial se dê aos celíacos (intolerância a glúten). Nas comunidades em que haja celíacos, cuide-se para que participem do banquete eucarístico pela espécie do vinho consagrado. Nesse caso, um cálice separado seja consagrado para esse fim.

Também merecem especial atenção os fiéis alcoólatras que não podem receber a comunhão sob as duas espécies. Estes deverão ter liberdade de comungar somente da espécie do pão consagrado sem que isso lhes cause qualquer constrangimento ou discriminação.

Que sejam sempre recordadas as palavras do Papa Francisco, a respeito da acolhida à Mesa Eucarística: somos facilitadores da graça e não fiscais. A Eucaristia é remédio para os fracos e não prêmio. Que a comunidade não aumente o sofrimento dos irmãos que fraquejam na fé. (cf. EG, n. 47)

  • COMUNHÃO NAS DUAS ESPÉCIES: O Ministro deve colocar pouco vinho no Cálice pequeno (Tenho percebido que estão exagerando na quantidade de vinho).
  • 6. A ESPIRITUALIDADE

O aprimoramento espiritual dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão deverá realizar-se dentro das seguintes normas:

A – Estudo e pesquisa dos documentos da Igreja com avaliações.

B – Retiros em grupo.

C – Formação por meio de cursos promovidos em âmbito regional ou paróquia.

D – Permanente atualização teológico – pastoral à luz da Eucaristia, buscando a santificação própria e do outro, atendendo com dedicação aos serviços caritativos.

Cada Ministro, por ser perante o mundo, testemunho da ressurreição e da vida do Senhor Jesus, e sinal do Deus vivo. Deve aprimorar-se na oração, praticar a penitência, conhecer os documentos da Igreja e viver a doutrina cristã.

O Ministro deverá estar ligado profundamente a Cristo, dinamizando e fermentando a comunidade, promovendo a fraternidade.

O Ministro é chamado a conhecer melhor sua fé, ao estudo permanente, e à vivência concreta da fé na comunidade, principalmente junto aos necessitados e doentes.

É importante que o Ministro cultive sua fé, o espírito comunitário, cresça na consciência do anúncio do Reino de Deus e da denúncia daquilo que não constrói fraternidade. Cresça no dom de si mesmo, na espiritualidade Eucarística, visando transformação.